O Caso João de Freitas Guimarães - Entrevista à SBEDV

O advogado João de Freitas Guimarães teve um contato amistoso com tripulantes de um disco voador, na região de Caraguatatuba, litoral de São Paulo.

Página 1 - Resumo do Caso


Página 2 - Entrevista à SBEDV


Página 3 - Registros da SBEDV


Equipe CIPEX 

Sumário:


 

 


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Introdução

Parece que há multiplicidade de formas de Discos Voadores. Há notícias de formas de Discos Voadores que coincidem com o Disco Voador visto por V. Excia. na praia de São Sebastião?

Sim. O próprio Disco fotografado por Almiro Baraúna sobre a Ilha de Trindade, cujas fotografias tive a oportunidade de ver por ocasião de uma visita que fiz ao navio escola Almirante Saldanha da Gama, à convite da própria oficialidade transmitido por intermédio do Dr. Vasconcelos, ao tempo, em serviço na capitania dos portos desta cidade de Santos, e que aliás esteve presente a toda a entrevista que durou cerca de 4 (quatro) horas. Foram-me exibidas 6 (seis) fotografias se não me falha a memória, sucessivas, demonstrando que se fotografou o aparelho no curso de seu deslocamento. Também o Disco Voador fotografado do Alto da Boa Vista ( O Cruzeiro de 16 de agosto de 1958) tinha a mesma forma daquele com o qual mantive contato. Todos os dois, aliás, tanto o da Ilha de Trindade, como o fotografado no Alto da Boa Vista, são idênticos, quanto a forma, ao que tive oportunidade de desenhar e correspondem ao que conheci nas praias de São Sebastião em 1956, em 16 de junho, ocorrência divulgada em 1957, 3 semanas antes da data que havia sido ajustada com os tripulantes para um novo encontro. Esta deveria realizar-se no dia 12 de agosto de 1957, quando, já porque o Cel. Coqueiro, na presença do Dr. Gabriel Alca, do irmão deste, de um escrevente do 5° Tabelião de Santos e do meu próprio filho, depois de ele, Cel Coqueiro, dizer, frente ao desenho que fiz daquele aparelho, que nos arquivos da FAB, havia fotografia idêntica ao desenho, disse textualmente:

"Eu, se fosse o senhor, não iria a este encontro. Terei lá 2 (dois) esquadrões de caça a jato, para receber o disco voador" e já porque, ainda a véspera do dia 12 de agosto de 1957 estivesse eu ocupado com a morte da mãe do meu sogro, e também esgotado com a atenção que tive que dar a repórteres de todo o país, quer durante o dia, quer durante a noite, e as vezes madrugada adentro, e ainda pela circunstância de se anunciar que a grande massa de povo se deslocava a São Sebastião, resolvi não ir ao local do encontro.

Mas soube por pessoas que deram testemunho público, na TV Tupi da Capital (São Paulo) que o disco voador passou por São Sebastião, de modo só para mim significativo, pois passara na praia de Baraqueçaba, onde se localizavam as Terras que o meu Luis Rodan, disputava judicialmente, no Forum da Comarca de São Sebastião, contra seu sócio Felipe Genciano Bueno, guarda da Alfândega de Santos.. Viram aquelas testemunhas o aparelho sair por trás da Ilha Bela, e tomar a direção da praia de Baraqueçaba, como contaram na TV Tupi, indicando ainda nomes de outras pessoas que presenciaram este fato. Aliás, estas pessoas gravaram em aparelho próprio as tentativas de ligação telefônica para São Paulo, quando estiveram em São Sebastião e com o objetivo de informá-la de que tinham visto o aparelho em São Sebastião, a praia de Baraqueçaba. Não conseguindo a ligação telefônica com a Tupi, obtiveram-na com a Rádio Cultura de São Paulo e chamaram pelo Sr. Paulo Mansur e dali responderam que este não estava, desligando logo o telefone, enquanto os interessados ficavam dizendo "alô... alô...". Tudo se ouve perfeitamente na gravação que a despeito de ter sido levada, posteriormente a Tupi de São Paulo, não foi por esta irradiada, como se pediu e esperava, porque foi prometido às testemunhas.

Porque o senhor não relatou tudo isto à Imprensa? Ou não fez publicações a respeito?

Não deixei de, verbalmente, fazer as referências a tais fatos, a um número restrito de pessoas. Mas a divulgação ampla não a fiz porque contava se não com o desinteresse de muitos, com o descrédito de quase todos, quanto aos Discos Voadores, assunto que para mim era de suma importância, mas para cujo trato sentia que muitos poucos estavam habilitados. Nada escrevi, em tal sentido, porque como se anunciava, tudo teria objetivo de propaganda livresca, ou de lançamento pessoal com fins políticos. A maneira pela qual o assunto foi tratado pela imprensa, de um modo geral, se orientou no sentido de ridicularizar ou comprometer a minha pessoa, pela deturpação dos fatos e a atribuição de ouros que não referi, tudo isto, parece, que para confundir a opinião pública, que tinha na ocasião o direito de ser perfeitamente esclarecida. Dada a realidade do fato, este mereceria chegar ao conhecimento do povo sem alterações, e sem que outros propósitos ocultos ou incompreensíveis, viessem a prejudicar o exame criterioso da matéria, que aliás não era desconhecida em nosso país. Por que não são publicadas as fotografias existentes nos arquivos da Força Aérea Brasileira, que as tem, segundo informação do Cel. Coqueiro, em presença do Sr. Gabriel Alca e outros dando-se à publicação, o caráter de repertório sobre Discos Voadores?

O que mais lastimo é que pessoas que julgava cultas, se revelassem incapazes de admitir o assunto, ao menos com a seriedade do pesquisador que admite a hipótese. Desta forma toda a ilustrada convicção contrária à realidade do fato, vinha autorizada e consagrada no sorriso estúpido.

Haveria coincidência entre a descrição do aspecto do Cosmo feita por Gagarin com as que foram feitas pelo senhor?

Há inteira concordância entre a descrição de Gagarin e a que foi vários (4) anos antes, o que pode ser verificado do respectivo confronto das declarações daquele cosmonauta, divulgadas na Imprensa, e as que fiz publicar no natal de 1959, na revista "Monismo", no Núcleo Ubaldino de Metafísica a pedido. A publicação referente a Gagarim pode ser encontrada na 1ª edição da Folha de São Paulo, de 14 de abril de 1961. Não é possível conforme o afastamento da Terra, seja muito grande, saber-se onde está o Sol, pela simples procura de sua luz típica, alaranjado carregando, próximo a Terra, cor de ouro a cerca de mais ou menos 200 km. de afastamento e, depois de um afastamento muito maior, não se vê mais tal cor na luz do Sol, não se sabendo mais o que seja ou não, e onde esteja o nosso Sol, tranqüilizador para quem se afasta da Terra.


 
Resumo do Caso
Conheça os detalhes do caso João de Freitas Guimarães.

Entrevista à SBEDV
João de Freitas Guimarães concede entrevista à SBEDV.

Registros da SBEDV
Transcrição dos relatórios da SBEDV referente ao caso.

Galeria do Caso
Fotografias, imagens e desenhos referentes ao caso.



Comentários (3)

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Haroldo (São Paulo) diz...
Tripulantes de OVNIS evitam entrar em contato com pessoas e muito menos as convidam para um passeio. Com qual finalidade? O ponto fraco dos testemunhos é a comunicação com os ETs. Quando eles falam em telepatia a farsa aparece; telepatia em português...surpreendente.
5 July 2016 06.27
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ramon (souto soares, Brazil) diz...
são raças avançadas serio que você acha que são presos a um dioma como os humanos?
5 October 2017 21.17
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Fabio diz...
A explicação da "chuva" pelo ufonauta coloca em dúvida a autenticidade deste caso - a propulsão da nave se daria por algo semelhante ao efeito coanda.
16 June 2016 21.56
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Referências:

- Livros
  • BULHER, Walter e PEREIRA, Guilherme. O Livro Branco dos Discos Voadores. Petrópolis: Ed. Vozes, 1983.

 


- Boletins
  • PEREIRA, Jader. Tipologia dos humanóides extraterrestres. Coleção Biblioteca UFO, nº 1, Março 1991.
  • B4 - Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 04
  • B18 - Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 18
  • B19 - Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 19-20
  • B21 - Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 22-23
  • B26 - Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 31-35
  • B63 - Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 1975

 


- Artigos de Revistas
  • SBEDV. Contatos com extraterrestres no Brasil. Revista UFO, Campo Grande, nº 2, p.15 p.17, abril 1988.
  • EQUIPE UFO. Uma viagem ao espaço dentro de um disco voador, Revista UFO, Campo Grande, nº 11 p.11, agosto 1990.
     

 


- Documentos Oficiais

- Vídeos e Documentários

 


- Sites e Blogs

- Outros
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