Caso Barney e Betty Hill - A Abdução

O Caso Barney e Betty Hill é um divisor de águas para a Ufologia Mundial, pois representou uma mudança radical na característica dos contatos entre humanos e os tripulantes dos misteriosos OVNIs.

Página 2 - Os Pesquisadores
do Caso


Página 3 - A Abdução


Página 4 - Os Pesadelos de
Betty Hill


Equipe CIPEX 

Sumário:


 

 


Em Ufologia, honestidade é tudo. Ao copiar material deste site cite a fonte, assim como fazemos em nosso site. Obrigado!

 

Introdução

A noite de 19 de setembro de 1961 estava muito calma, limpa e estrelada. O casal Barney e Betty Hill trafegava pela U. S. Interestate Higway 93, seguindo para Portsmouth, com chegada prevista para as 3 horas da manhã. A bordo do veículo estavam Barney, na direção, Betty, ao lado no banco do passageiro e a cadelinha Delsey, da raça Dachshund. Betty olhava para o céu estrelado quando viu um pequeno objeto luminoso, algo semelhante à estrela, que cruzava o céu rapidamente, em sentido descendente, a sudoeste. A princípio ela pensou tratar-se de um satélite, que na época eram muito mais raros de se ver do que hoje em dia. Repentinamente, tal objeto alterou seu curso, nas proximidades da Lua, deixando Betty intrigada. Ela comentou o fato com Barney e pediu que ele encostasse o veículo no acostamento para que ele também pudesse dar uma olhada. Ao parar no acostamento, ambos puderam observar o estranho objeto através de binóculos, confirmando que o mesmo mudava constantemente de curso e altitude.

Barney, cético, tentou explicar o avistamento como sendo o de uma aeronave comercial em rota para o Canadá. Eles seguiram viagem, mas Betty continuava perplexa com o avistamento. O estranho objeto luminoso ainda continuava com seus estranhos movimentos, e até mesmo Barney ficou intrigado, pois o objeto aparentemente acompanhava a trajetória do veículo. De tempos em tempos, Barney reduzia ou parava o veículo para confirmar estas impressões. Pouco depois, ao passar por Indian Head, o casal surpreendeu-se com a aproximação do objeto, que posicionou-se a 30 metros do solo, flutuando silenciosamente.

Barney saiu do veículo com o binóculo na mão para dar uma olhada no aparelho que subitamente desloca-se e posiciona-se sobre alguns pinheiros. Ele sacou uma pequena pistola de propriedade de Betty e caminhou em direção ao aparelho. Foi então que ele percebeu a existência de uma dupla fileira de janelas retangulares através do objeto. Nas laterais havia algo como que protuberâncias, uma de cada lado, com uma luz avermelhada na ponta. Com o auxílio de binóculo ele percebeu a presença de tripulantes no aparelho, que ele descreveu posteriormente como tendo a rigidez e disciplina de alemães. O aparelho inclinou-se na direção de Barney e lentamente começou a aproximar-se do assustado motorista. Um dos tripulantes olhou fixamente para Barney, que sentiu que seria levado a bordo do aparelho. Ele correu, em pânico, para o carro, gritando para Betty que eles teriam que sair rapidamente dali ou seriam levados pelos tripulantes do objeto.

Ele arrancou com o veículo em direção à rodovia, numa tentativa de escapar do local. Foi então que começaram a surgir estranhos ruídos ao redor do veículo, acompanhados de uma sensação de vibração penetrante. Eles dirigiram pela estrada durante algum tempo até ouvirem novamente outra série de ruídos acompanhado da mesma vibração penetrante. O que aconteceu a seguir foi um pouco confuso. Ambos tinham lembranças de algum tipo de luz alaranjada, de formato circular, além de algum tipo de obstáculo na rodovia, além de uma certa preocupação com um contato futuro. Pouco depois, eles procuraram por algum restaurante aberto para fazer algum lanche, mas não encontraram nenhum. Todos já estavam fechados. Eles seguiram então até a localidade de Concord, próximo à Rota 4 e em seguida seguiram para Portsmouth, com chegada prevista para as 3 horas da manhã. Ao chegar a Portsmouth ambos ficaram surpresos ao constatar que já amanhecia. A viajem havia demorado horas a mais do que o previsto e nenhum deles sabia explicar o motivo de tanto atraso. "Nós entramos em nossa casa, acendemos as luzes, e fomos para a janela e olhamos para o céu", declarou Betty Hill, em seus escritos.

Naquela manhã, após chegar de viagem Barney sentia-se pegajoso e foi tomar um banho. Depois dele, foi a vez de Betty. Enquanto ela estava no chuveiro, Barney foi até o veículo, um Chevy Bel Air, modelo 1957, retirar a bagagem do porta malas. Em seguida o casal foi descansar. Mais tarde acordaram e resolveram comparar as lembranças. Cada um faria desenhos do que viu, em salas separadas e depois comparando-as para traçar similaridades. Barney sugeriu que o episódio deveria ficar apenas entre eles e que ninguém mais deveria tomar conhecimento do fato. Betty discordou. Até este momento, o casal sentia-se intrigado, mas calmo, quando rememoravam os fatos vivenciados na noite anterior. Ainda na tarde daquele dia, a tranqüilidade de Betty deu lugar à uma inquietação. Ela telefonou para Janet Miller, sua irmã, que era no momento a única pessoa com quem poderia conversar sobre o caso.

Janet Miller ouviu atentamente o relato de Betty e fez algumas sugestões. Ela sugeriu que Barney e Betty relatassem o incidente à Base Aérea de Pease e que realizasse um simples teste com bússola ao redor e na superfície metálica do veículo.

"Eu peguei a bússola e fui até o carro. Barney se recusou a ir, dizendo que ele estava tentando esquecer o que aconteceu. Ainda estava chovendo, mas eu podia ver meu carro claramente sob a luz da rua em frente da minha casa. Eu andei ao redor dele, segurando a bússola e não sabia o que eu estava procurando. Quando eu passei por ele, vi muitos pontos altamente polidos, do tamanho de um meio dólar, ou dólar de prata. O carro estava molhado da chuva, mas estas marcas eram perfeitamente visíveis. Eu me perguntava o que seriam. Coloquei a Bússola sobre eles e começou a girar e girar. Eu pensei que devia ser devido à forma como eu estava balançando a bússola, então eu coloquei-o no carro e tirei a minha mão. A bússola estava realmente girando e continuou a girar. Como eu estava vendo isso eu fui acometida de um terror profundo. Eu estava ali, em pé na chuva, sob a luz da rua, dizendo para mim mesma: 'Não grite, mantenha a calma e não tenha medo, está tudo certo'."

Barney e vizinhos próximos ao casal refizeram o teste da bússola pouco depois obtendo os mesmos resultados. Espantados com o fato, eles resolveram contatar a Base Aérea de Pease para relatar o fato. Naquele ocasião formava-se sobre a costa americana a tempestade tropical Esther, que afetou toda a costa de New Hampshire e do estado vizinho Maine. Após a passagem da tempestade, a irmã de Betty veio visitá-la e ver com seus próprios olhos as estranhas marcas com propriedades magnéticas presentes no carro do casal. Ao chegar ela estranhou o fato da mudança de humor em Barney que antes era brincalhão, fazendo truques mágicos, promovendo jogos e contando piadas. Agora era uma pessoa calada, introspectiva.

Janet Miller e outros familiares testemunharam o teste do compasso e constataram o giro descontrolado da bússola ao se aproximar das estranhas marcas. Nesse momento surgiu a suspeita de que tais marcas fossem radioativas, o que levou a todos a se afastar do veículo e a voltar para dentro da casa. Estes não foram os únicos detalhes estranhos. Os dois relógios de pulso do casal estavam parados e com o visor quebrado. O vestido que Betty usava na noite do avistamento estava danificado na parte superior. A barra da calça de Barney tinha restos de plantas na parte inferior e seu sapato estava raspado na parte superior. A correia do binóculos estava partida e havia ainda um estranho ferimento nas costas de Barney.

Tal conjunto de fatos anômalos foi um dos motivos principais para que os Hills buscassem ajuda externa na tentativa de explicar os mistérios associados à viagem. Inicialmente eles relataram a experiência para a Força Aérea Americana (USAF), na Base Aérea de Pease. Foi a partir daí que a investigação formal teve início.


Mapa com o trajeto da viagem de Barney e Betty Hill, na noite de 19 de setembro de 1961:
nº 1 - Local onde o objeto foi inicialmente observado;
nº 2 - Local onde Barney desceu do carro para observar melhor o objeto com o auxílio de binóculos;
nº 3 - Local onde o casal foi surpreendido pela aproximação do objeto
nº 4 - Local onde ocorreu a abdução

Vista Aérea do local onde ocorreu a abdução (créditos Kathleen Marden)
Conheça este caso mais detalhadamente acessando nosso menu abaixo:

 
Os Protagonistas
Quem são Barney e Betty Hill? Conheça um pouco de sua história.

Os Pesquisadores
Ao longo dos anos vários foram os pesquisadores que investigaram o caso. Conheça os principais.

A Abdução
Saiba como foi a experiência lembrada a nível consciente por Barney e Betty Hill.

Os Pesadelos de Betty Hill
Após o episódio de abdução Betty começou a ter vários sonhos vívidos e reveladores sobre sua experiência.

A Investigação
Diante de tantos mistérios envolvendo suas experiências, Barney e betty Hill iniciam suas próprias investigações.

As Hipnoses Regressivas
Barney e Betty finalmente se submetem à hipnose regressiva para vencer o bloqueio mental e seus efeitos.

Entrevista com Betty Hill
Betty Hill em entrevista para uma revista americana.

As Evidências
Conheça as evidências que confirmam a veracidade do caso Hill.

Os Abdutores
Quem são os tripulantes da nave que abduziu o casal? Conheça suas características.

O Mapa Estelar
Saiba como foi a investigação envolvendo o mapa estelar visto e desenhado por Betty Hill.

O Vestido Azul
O vestido que Betty usava quando foi abduzida é analisado e o resultado é supreendente.

As Controvérsias
O Caso Hill gerou controvérsia e debates acalorados entre céticos e ufólogos.

Galeria do Caso
Fotografias, imagens e desenhos referentes ao caso.



Comentários (4)

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José Carlos (Sorocaba, Brazil) diz...
Tenho uma matéria dessa em uma revista ufológica aqui na minha casa.
1 June 2017 22.56
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Cláudio (Atibaia) diz...
Este é um dos maiores casos da Ufologia mundial. As estranhas luzes vermelhas nas "pontas" do objeto, foram relatados por um avistamento testemunhado pelo meu cunhado recentemente. Ele disse claramente que o objeto que ele avistou tinhas duas luzes vermelhas nas pontas. Muito intrigante.
13 July 2016 18.16
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ana clara (balsas maranhao) diz...
ADOREI , SEMPRE VOU FAZER MINHAS PESQUISAS NESSE SITE , DEMAIS
8 July 2016 21.07
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Julio Cesar (São Paulo) diz...
Eu adoro o caso Varginha e o caso Barney e Betty Hill.o caso Hill é o caso Ufológico que eu mais gosto e vi o documentário sobre esse caso duas vezes e é o caso que eu conhece mais,posso até contar esse caso para alguém,pois sei de cór.parabéns,quem adora Ufologia não pode esquecer desse caso e voce é um desses que não esqueceu.te considero muito jackson.e fala pro seu aluno da aula de informática que agradeço muito a ele por passar o msn e o seu orkut(o Lucas). :D
6 July 2016 14.57
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Referências:

- Livros
  • FRIEDMAN, Stanton e MARDEN, Katheleen. CAPTURED: The Betty and Barney Hill UFO Experience. New Jersei: New Page Books, 2007.
  • DURRANT, Henry. Primeiras investigações sobre os humanóides extraterrestres. Tradução de Luzia D. Mendonça. São Paulo: Ed. Hemus,1980.
  • MISTÉRIOS DO DESCONHECIDO. Contactos Alienígenas. Rio de janeiro: Time-Life Livros,1993.
  • MISTÉRIOS DO DESCONHECIDO. O Fenômeno OVNI. Rio de janeiro: Time-Life Livros,1993.
  • NOBILE, Peter. UFO, Triângulo das Bermudas e Atlântida - O que há de verdade. Tradução de Gilson Cesar Cardoso de Souza. Melhoramentos: 1979.
  • HYNEK, J. A. Ufologia, Uma Pesquisa Científica. Uma apreciação crítica do problema dos UFOs/OVNIs pela mais alta autoridade no assunto.Tradução de Wilma Freitas Ronald de Carvalho. Rio de Janeiro: Editora Nórdica, 1972.

 


- Boletins
  • B23 Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 26-27
  • B46 Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 90-93
  • B63 - Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 1975
  • B64 - PEREIRA, Jader. Tipologia dos humanóides extraterrestres. Coleção Biblioteca UFO, nº 1, Março 1991.

 


- Artigos de Revistas
  • SBEDV. Contatos com extraterrestres no Brasil. Revista UFO, Campo Grande, nº 6, p.20-2, nov/dez 1988.
  • LAUDA, Jaime. O Caso Villas-Boas revisado. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 3, p. 13-15, julho/agosto 1985.
     

 


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