Caso Stephen Michalak - O Fato

Impressionante caso de aproximação da testemunha à um disco voador. Tal imprudência resultou em graves ferimentos na testemunha.

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Página 1 - O Fato


Página 2 - As Consequências


Por Jackson Luiz Camargo - ufojack@yahoo.com 

Sumário:


 

 


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Introdução

Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras. Tal ditado tem especial força quando se trata do fenômeno UFO, onde milhares de casos ocorrem todos os dias, mas nem todos apoiados em evidências substanciais confirmando o fato. O Caso Stephen Michalak foge à regra, pois o grau de evidenciação apresentado supera a maioria dos casos tradicionais.

O caso ocorreu em 20 de maio de 1967, um sábado, na região de Falcon Lake, em Manituba, Canadá e envolveu o mecânico e geólogo amador Stephen Michalak. Ele encontrava-se em Whiteshell Provincial Park realizando algumas pesquisas geológicas, pois outros geólogos haviam encontrado elementos que indicavam a presença de prata no solo da região. Ele hospedou-se em um pequeno hotel, na rodovia Transcanadense, de onde saiu por volta das 5:30 da manhã, para iniciar seus trabalhos. Ele dirigiu-se ao norte e penetrou em uma região de floresta fechada, em busca de minerais.

Naquele dia, a sua primeira grande descoberta ocorreu por volta das 9 horas da manhã, quando ele encontrou cristais em um pequeno riacho. Aproximadamente duas horas mais tarde, ele parou para comer, voltando ao trabalho logo depois. Enquanto ele examinava um veio de quartzo, ele ouviu, repentinamente, o grasnar de gansos e em seguida um estranho ruído. Ao olhar para cima ele observou dois objetos brilhantes, de coloração avermelhada.

“Dois objetos com o formato de charuto e com calombos pareciam estar descendo a meio caminho do céu, brilhando com uma forte luminescência vermelha. À medida que estes objetos se aproximavam do solo, adquiriam uma forma mais ovalada.”


Um deles objetos permaneceu parado no ar, enquanto o outro aterrissou sobre uma rocha apenas 20 metros de distância. Quando o primeiro aparelho aterrissou, o segundo seguiu para oeste, desaparecendo entre as nuvens.

“Não posso descrever nem calcular a velocidade da ascensão, porque jamais vi nada no mundo que se movimentasse com tamanha rapidez... Sem emitir um único som.”


Da parte de baixo do objeto aterrissado saíram alguns raios luminosos de coloração arroxeada e um estranho odor de enxofre. Michalak calculou que o objeto media 12 metros de largura e 4 metros de altura, apresentando o formato de uma tigela com uma pequena abóboda no alto. Ouvia-se também um zumbido, semelhante ao de um motor elétrico e outro semelhante do ar, quando é aspirado.

Tal objeto permaneceu imóvel por vários minutos, até que uma porta lateral se abriu. Curioso, Michalak se aproximou para tentar observar seu interior, que era muito luminoso. Enquanto aproximava-se, o objeto aumentava a intensidade de suas luzes, chegando a ofuscar a testemunha, em alguns momentos.

“Eu não vi nenhuma figura; tudo que eu podia ouvir eram vozes que eram distorcidas pelo zumbido e assobio que a nave fazia. Elas pareciam vozes humanas, embora um tanto abafadas pelo som do motor e da corrente de ar que continuava escapando de algum ponto no interior do aparelho. Consegui distinguir vozes distintas, uma mais aguda que a outra.”


Pela escotilha aberta na fuselagem, o geólogo observou um brilho arroxeado. Em um canto havia um painel com várias luzes piscantes e o som de ruídos e vozes, embora ele não tenha avistado qualquer tripulante. Intrigado, ele acreditou que tratava-se de um aparelho secreto dos Estados Unidos e assim tentou chamar os possíveis tripulantes em várias línguas que conhecia, oferecendo ajuda, mas sem resultado. Sem respostas resolveu esperar para ver se alguém apareceria.

“Colocando lentes verdes sobre meus óculos de proteção, enfiei a cabeça pela abertura a dentro. O interior era um emaranhado de luzes. Raios diretos percorriam uma trajetória horizontal e diagonal e uma série de luzes intermitentes deu-me a impressão de estar funcionando de um modo estranho, sem obdecer a uma sequencia ou ordem especial. Observei a espessura das paredes do aparelho. Deviam ter cerca de vinte polegadas (50 cm) na seção transversal.”


Estranhando a situação Michalak resolveu afastar-se do objeto. Enquanto recuava, a porta se fechou e em seguida surgiu, na parte externa do objeto, três painéis sugiram isolando a escotilha. Diante disso, ele resolveu aproximar-se novamente do aparelho, observando melhor sua aparência externa. Ela assemelhava-se à um vidro colorido muito polido e ele resolveu tocá-lo. Ao fazer isso ele percebeu, que era quente e surpreso viu sua luva derreter. De repente, a estranha tigela polida inclinou-se, soltando um jato de ar quente a partir de uma estrutura, semelhante à uma caixa, cheia de furos. Imediatamente a roupa de Michalak começou a incendiar-se e ele sentiu dores muito fortes em seu abdômem, deixando-o em pânico. Ele arrancou sua camisa e tentou se afastar do estranho objeto. Ao olhar para trás ele viu que o artefato decolou e afastou-se em direção à oeste. Ele começou a juntar seus pertences para voltar para o hotel e antes de partir resolver analisar o local de pouso do aparelho.

“Quando me aproximei do local, senti enjoo e minha cabeça começou a doer. O local onde a nave tinha pousado dava a impressão de ter sido varrido com uma vassoura. Sobre a rocha não havia detritos de qualquer espécie. Nenhum galho, nenhum pedacinho de pedra, nada. Estava tudo empilhado num anel com seis polegadas de altura e cerca de quinze pés de diâmetro. (15 centímetros de altura e 4,572 metros de diâmetro)”


Nos minutos seguintes, as dores na cabeça aumentavam e ele começou a suar frio. Ele vomitou várias vezes e sua visão ficou embaçada. Sua cabeça latejava e ele deixou o local com dificuldades e seguiu para o hotel. Ele percebeu que nele havia ficado impregnado o odor de motor elétrico queimado e enxofre, que emanavam do objeto. Ele aguardou por várias horas pelo ônibus que o levaria de volta à Winipeg. De volta à cidade, Michalak não sentia melhora e seu filho, Mark Michalak, resolveu interná-lo no Misericordia General Hospital.

Diante dos sintomas apresentados pelo geólogo, os médicos não conseguiram dar um diagnóstico preciso. A única coisa que conseguiram foi aliviar as dores geradas por queimadura em seu abdômem. A dor de cabeça persistiu até o dia seguinte e a marca de queimadura semelhante à de uma grelha permaneceu visível até sua morte, em 1999. Nos dias seguintes ao evento, outros sintomas apareceram. Ele perdeu o apetite e nos dias seguintes perdeu quase 10 quilos. Os exames médicos realizados indicaram que a contagem de linfócitos no sangue caiu dos 25% habituais para 16% e só voltou ao normal quatro semanas após o fato ocorrido em Falcon Lake. A baixa de linfócitos pode ser diminuida em casos de exposição à radiação, porém, exames realizados no departamento de radioterapia do Hospital Geral de Winipeg e no Centro Nacional de Pesquisa Atômica, em Pinawa, Manituba, não indicaram exposição à doses excessivas de radiação.

O Caso Stephen Michalak foi o caso ufológico mais amplamente noticiado no Canadá, deixando peritos, inclusive investigadores da Real Polícia Montada Canadense desnorteados. Além da BBC, a revista Life e a Canadian Broadcasting Corporation fizeram amplas coberturas do caso. Isso levou à uma enxurrada de relatos de avistamento de UFOs na região de Manituba. Em um período entre duas semanas antes e duas semanas após o encontro de Stephen Michalak, foram reportadas 20 aparições de UFOs naquela região, sendo a mais importante delas o relato de dois garotos, que observaram um UFO em Falcon Lake no mesmo dia em que o geólogo foi ferido.


Mapa da região de Falcon Lake

Stephen Michalak depara-se com dois UFOs em um campo próximo à Falcon Lake

Croqui feito pro Stephen Michalak representando o objeto observado

Desenho feito por Stephen Michalak representando o objeto observado

Desenho final do objeto observado por Michalak

Michalak aproximou-se do objeto e olhou por uma escotilha aberta antes de ser ferido

Stephen Michalak horas depois do seu contato, já com as marcas em seu abdomem

Detalhe das marcas observadas no corpo de Michalak

Marcas que ficaram no abdomem de Stephen Michalak

A luva e camisa que Michalak usava ficaram queimadas

Local de pouso do UFO em Falcon Lake

Local de pouso do UFO em Falcon Lake, em fotografia presente nos arquivos da Polícia Montada Canadense

Local de pouso do UFO em Falcon Lake

Reportagem de jornal da época divulgando o caso

Reportagem de jornal da época divulgando o caso

Detalhe da camisa que Michalak usava durante o contato

Fita metálica, coletada no local de pouso do UFO, ao lado de uma moeda, para comparação

Michalak em depoimento à Polícia Montada Canadense

Michalak junto com ufólogos que investigaram o caso

 
O Fato
Saiba como ocorreu o encontro de Stephen Michalak com dois discos voadores nas proximidades do Lago Falcon, em Manituba, Canadá.

As Consequências
O encontro de Stephen Michalak com um disco voador pousado gerou queimaduras em seu abdomem. Conheça os detalhes.

Acompanhamento Médico
O encontro de Stephen Michalak com um disco voador pousado gerou efeitos fisiológicos diversos, que debilitaram o geólogo por várias semanas.

Entrevista com Stephen Michalak
Trechos da entrevista concedida por Stephen Michalak à investigadores da Real Polícia Montada Canadense.

Relatórios de Investigação
Conheça detalhes da investigação da Real Polícia Montada Canadense e da Real Força Aérea Canadense sobre o Caso Michalak.

Os Documentos Oficiais
Acesse os documentos oficiais do Governo Canadense sobre o caso.


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