Caso Chupa-Chupa e Operação Prato - Portal Fenomenum

Caso Chupa-Chupa e Operação Prato - Testemunhas

Chupa-chupa é o apelido dado ao conjunto de ocorrências que tiveram lugar em parte de Estados do Norte e Nordeste Brasileiro a partir de 1977. Caracterizava-se por um objeto voador luminoso, em alguns casos tripulados ou com manifestação claramente inteligente, que focava um feixe de luz em moradores das regiões afetadas. Estes se mostravam debilitados e assustados. Tal conjunto de ocorrências gerou pânico nas localidades afetadas obrigando à Força Aérea Brasileira a iniciar uma operação de estudo e acompanhamento do misterioso fenômeno.

Página 9 - Chupa-chupa - Padrões e Características


Página 10 - Testemunhas


Página 11 - Reportagens de Jornal


crédidos da imagem: Revista UFO


Equipe CIPEX

 

 


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Introdução

Em toda a área de incidência do fenômeno, houveram milhares de testemunhas diretas ou indiretas do fenômeno. Veja alguns dos relatos:

Inácio Rodrigues, pescador e testemunha do Chupa-chupa

"Estava pescando com meu amigo Genésio Silva uma noite, em abril. Por volta das 01:00 hs, vimos um pequeno fogo no céu, ao norte. Era muito pequeno. Fiquei um pouco preocupado e pedi a Genésio que apagasse o charuto que ele estava fumando. De repente, o fogo foi ficando cada vez maior e dava pra ver que estava girando. Pulamos para fora do barco, na água e tentamos encontrar algum esconderijo. O fogo ficava cada vez maior e mais próximo. Nós nos escondemos debaixo de uns arbustos grandes para que não nos visse.

O objeto parou a cerca de uns 100 metros de nós e ficou lá até umas cinco da manhã. Ficamos escondidos o tempo todo porque tínhamos medo de sair. A luz era azulada, mas quando apareceu pela primeira vez, era uma pequena bola vermelha. Era bonita, mas brilhava tanto que eu não podia olhar muito pra ela. Pouco antes do amanhecer, ela desapareceu, do jeito como alguém apaga uma luz. E onde ela estava, dava pra ver um tipo de sombra, da forma de uma geladeira. Quando o Sol surgiu, a forma escura desapareceu também. Tive disenteria e fiquei enjoado aquele dia inteiro".

Cinaldo de Oliveira, repórter que passou duas semanas em Pinheiro acompanhando casos de Chupa-chupa

"Cerca de 90% das pessoas com quem conversamos tinham visto UFOs. Muitos pescadores chegaram a ser queimados. Certa noite, filmamos uma coisa estranha passando no céu, num movimento ondulado. Parecia um satélite, mas variava muito em forma e tamanho. Foi aumentando e, de repente, desapareceu.

Essa coisa que filmamos voava num movimento que parecia triangular. Vinha da Ilha do Caranguejo, na Baía de São Marcos, e seguia até Anajatuba, depois para São Bento e Pinheiro. Parecia uma estrela, mas enquanto aumentava de tamanho, mudava de cor, para amarelo, azul e vermelho.

No dia seguinte, a uns 3 Km de onde tínhamos estado, conversamos com um home com queimaduras nas costas. Ele nos disse que fora na noite anterior, quando a luz apagou e acendeu novamente, bem acima dele, que ele tinha sofrido as queimaduras. Não sei quantos pescadores se queimaram, mas entrevistamos uns 10. Não eram queimaduras sérias, mas os homens tinham tanto medo que não queriam mais sair para trabalhar. Conversamos com umas pessoas numa fazenda que tem um edifício onde todos os trabalhadores moram e dormem. Esse sujeito, em questão, correu o máximo que pode até o prédio, e a luz ficou voando em volta da construção por uns 20 minutos".

Carlos Mendes, repórter

"O povo vivia apavorado porque esse feixe de luz noturno tinha já agredido várias pessoas. A comunidade toda se amontoava em três casas apenas. Ficavam rezando, as vezes cantavam algumas canções religiosas. As pessoas em pânico... A unidade de saúde de Colares virou quase que um pátio dos milagres".

"Realmente eu fiquei espantado de ver o que eu vi naquelas pessoas. O que seria o resultado da atividade dessas luzes que eles chamavam de chupa-chupa".

Benedito, pescador

"Estávamos no barco e o OVNI passou por cima do rio várias vezes. Ele nos seguiu e disparou uma luz no rio por uns 10 ou 15 metros. Não fazia nenhum barulho e não jogou o raio em nós, só no rio. Estava a uns 80 metros de distância. Aí o OVNI voou sobre a mata e desapareceu".

Claudomira Paixão, moradora de Colares, vítima do Chupa-chupa

"A luz primeiramente era verde, tocou minha cabeça e atravessou a minha face. Despertei totalmente e a luz tornou-se vermelha. Pude ver uma criatura, como um homem, usando um macacão tal como os de mergulho. Tinha um instrumento como uma pistola. Apontou-o para mim e o objeto brilhou por três vezes acertando-me o peito durante as três ocasiões, quase no mesmo lugar. Estava quente, feria-me, parecia que me espetavam agulhas em todos os três pontos. Penso que me extraíram sangue. Eu estava apavorada, não podia mexer as minhas pernas. Estava aterrorizada".

"Era quente e doía. Era como uma espetada de agulha. Os três pontos sangravam. No momento que isso aconteceu, fiquei com muita sede. Estava apavorada, mas não podia mexer minhas pernas. Fiquei paralisada. De medo, eu gritei e gritei. Minha prima, Maria Isaete, estava dormindo na mesma sala. Ela acordou e viu a luz, e começou a gritar também".

Manoel Paiva, ex-prefeito de Pinheiro

"O que mais impressionava as pessoas era que o UFO subia a um ponto tão alto no céu que parecia uma estrela. Na verdade, não se podia distingui-lo de uma estrela. E, de repente, descia rapidamente à terra de novo. Sua velocidade era incrível. Se aquilo for alguma coisa deste mundo então já alcançamos a perfeição, porque o objeto não emite nenhum som, tem uma velocidade enorme, pára em qualquer ponto que queira e segue em qualquer direção.

O objeto costumava vir a uma velocidade muito grande e parar. De repente, ele subia ou descia com a mesma rapidez. Muita gente pescando em barcos foi perseguida por esta bola de fogo. Ela deixou muitas pessoas doentes. Ficaram com febre e outras coisas, os olhos ardiam. A luz do UFO era tão forte que a noite parecia dia.

A intensidade deixava as testemunhas tontas. Todo mundo tinha medo, porque não sabia se o objeto tinha radioatividade. Eu também fiquei assustado. Algumas pessoas foram atacadas pelos UFOs e perseguidas, e algumas sofreram queimaduras. Os pescadores tinham tanto medo que não foram pescar por três ou quatro meses. Muita gente nem ia até o quintal à noite para fazer suas necessidades, de tanto medo. Os objetos não tinham hora certa para aparecer. Às vezes eram vistos por volta das 18 horas e outras vezes, só lá pelas 04:00 horas. Geralmente, esse fogo chega a uns 300 ou 400m do chão.

Em certa ocasião, havia 26 pessoas trabalhando a uns 6 quilômetros da cidade, construindo cercas. Um dos trabalhadores foi pescar para que os outros pudessem comer. Enquanto ele pescava, o objeto subitamente apareceu bem acima da sua cabeça. Ele correu até o acampamento, exausto, e disse a todos que uma bola de fogo o estava perseguindo. Em seguida, todos no acampamento também viram o objeto. Tinha uma luz azulada que iluminava a área por cerca de 1 quilômetro em volta, acordando todos os cavalos e vacas, assustando-os.

No dia seguinte, eles mudaram o acampamento para outro local, porque estavam com muito medo. No novo lugar, decoraram um pedaço de madeira como se fosse um espantalho e colocaram um lampião com querosene no topo. Queriam ver se o estranho objeto voltaria, e se esconderam no mato para observar. Mais tarde, naquela mesma noite, o objeto apareceu de repente, chegando bem perto do lampião. Ficou lá por cerca de 45 minutos. Os trabalhadores disseram que a luz era tão forte que não conseguiam ver sua forma. Depois disso, muitos homens saíram e voltaram para casa".

Ana Célia Oliveira, moradora de locais de incidência

"Nunca vou esquecer. As pessoas e os animais eram atacados. Não havia comida. Ninguém pescava. Ninguém ia até as hortas para colher os legumes. Todo mundo tentava sair em grupos grandes, Ninguém queria ficar sozinho. Colares inteira parou. Escurecia às 18 horas e íamos dormir. Grupos de 50 a 60 mulheres e crianças se reuniram numa única casa. Os homens ficavam acordados a noite toda. Acendiam fogueiras e batiam em panelas e latas para espantar os aparelhos. As pessoas começavam a dar tiros para cima, tentando afastá-los. As crianças não sabiam o que estava acontecendo".

Wellaide Cecim de Carvalho

"O que me chamou a atenção é que quando eu atendia uma pessoa de uma localidade chamada Airi, e uma de uma localidade chamada Candeúba, elas eram distantes mais de 100 km. E as pessoas me contavam a mesma história, sem se conhecerem, sem nunca terem se falado e na mesma noite e nos mesmo horários ou até em horários diferentes".

"Elas eram longinlíneas, retas, extensas e largas, como se algo tivesse chapado. Existiu sempre, sempre, sempre, dois orifícios paralelos, e que vc apertava e não desapareciam e ficavam elevadas como se duas agulhas tivessem penetrado".

"As queimaduras de uma pessoa necessitam de aproximadamente 96 horas para que a pele entre em necrose, enegrecida e entre em necrose. Só que as queimaduras que eram feitas nas pessoas, a necrose era imediata".

"A população de Colares foi tomada por uma crise talvez assim de pânico, e a cidade entrou num processo de esvaziamento. O medo era de chegar a um ponto de nós não termos mais medicamentos, alimentos a gente já não tinha, porque ela estava caminhando para um verdadeiro caos".

"Olhei para cima e vi aquilo sobre mim. Já tinha ouvido as pessoas me descreverem como era o tal ‘aparelho’, mas nunca tinha visto um pessoalmente. De repente, em plena luz do dia, lá estava aquilo, enorme e poucos metros acima de minha cabeça, zunindo e emitindo uma luminosidade de grande intensidade e de cores belíssimas".

Emidio Campos de Oliveira

"Aconteceu isso, de eu olhar pro telhado e eu ver, tipo uma lâmpada acesa e direto na minha coxa".

Newton de Oliveira Cardoso - Vítima

"Dormia até debaixo de um balcão lá em casa, com medo daquela luz".

"Fiquei muito fraco e sem ânimo durante vários dias e ainda sinto uma forte tontura e dor de cabeça".

José Moacir da Rocha, testemunha

"Qualquer buraquinho que tivesse, aquela luz passava e atingia as pessoas. E a arma nossa aqui era pau, pedra, uma espingarda daquela carregada pela boca".

Alceu Marcílio de Souza, ex-delegado de polícia

“Estivemos várias vezes em Umbituba, em diligência policial. Nas noites que ali passamos, foi possível observar a intranqüilidade das pessoas. Na época, uma equipe da Aeronáutica andou pela região e alguns de seus membros chegaram a falar comigo a respeito das aparições”.

Aurora Nascimento Fernandes, vítima

"Eu fiquei apavorada. Chamei minha mãe e, antes dela chegar, uma luz vermelha me envolveu, deixando-me atordoada. Ao mesmo tempo, senti furadas muito finas que eram dadas em meu seio, e caí ao solo desmaiada".

Jonas Ferreira Godim, Testemunha

“Nesse tempo a gente não dormia direito. Eu e mais outros colegas saímos para vigílias na casa de compadres. Numa noite, eu vi aquele aparelho sobre a copa das arvores, ali na rua São João. Ele ficou um instante parado e soltou uma luz clara em cima das arvores e logo sumiu em grande velocidade para outro canto da vila”.

Zacarias dos Santos Barata, Testemunha

“Vi uma duas vezes esse aparelho. A primeira vez ele veio na direção e Souré (ilha de Marajó) e cruzou a vila bem rápido. Da outra vez,vi daqui de casa quando uma bola luminosa vinha clareando todo o mato do Luzio. Ela não fazia barulho e não dava para ver direito como era, pois a luz era muito forte e de cor azulada”.

Carlos Cardoso de Paula, Testemunha

“No tempo do Chupa, muitas vezes eu saia à noite para visitar as casas dos compadres e colegas. A maioria deles se encontrava na rua fazendo fogueira e assando peixe. De vez em quando, faziam barulho com pistolas e latas para espantar o Chupa... Uma vez, ao sair de casa, por volta das 21:00 hs, ouvimos o grito do povo: 'Lá vai o chupa'; daqui de casa só vi quando uma bola de fogo vinha correndo em nossa direção, mas logo mudou de rumo, entrando em outra rua.”.

"Estávamos todos dormindo em casa e eu ainda fumava o ultimo cigarro quando, de repente, pela cumieira da casa, entrou uma bolinha de fogo. Aquilo começou a dar voltas pelo quarto até que veio junto a minha rede. Subiu pela minha perna direita até o joelho. Olhava tudo isso com muita curiosidade quando aquela bolinha passou para a outra perna e comecei a sentir fraqueza e sono. O cigarro caiu da minha mão e, assustado com aquela situação, dei um grito. A bolinha desapareceu e todos acordaram. Acho que ela estava procurando uma veia no meu corpo, mas não teve sorte... Quando ela aumentada o brilho, eu sentia uma espécie de calor...".

 

Conheça este caso mais detalhadamente acessando nosso menu abaixo:
O Caso da Ilha do Caranguejo
O Caso da Ilha do Caranguejo é o marco inicial de uma onda de ações nocivas por parte de OVNIs, no Pará e Maranhão.

O Início do Fenômeno
O misterioso fenômeno Chupa-Chupa começou de forma mais intensa em meados de julho de 1977.

A Fase Gurupi
Na Fase Gurupi, os casos concentram-se na região do Rio Gurupi, divisa entre Maranhão e Pará. São Vicente Ferrer, Pinheiro e São Bento concentraram a maioria dos casos.

A Fase da Baia do Sol
Com a evolução do Fenômeno, as coisas tornaram-se mais calmas no Maranhão e o foco das ocorrências passou a ser o Norte do Pará, na chamada Fase da Baía do Sol.

A Operação Prato
Com a intensificação dos casos, a Força Aérea Brasileira iniciou uma operação para investigar as estranhas ocorrências.

Coronel Hollanda
Saiba mais sobre o Coronel Hollanda, comandante da Operação Prato.

Documentos Oficiais
Documentos oficiais, outrora secretos, da Operação Prato agora já liberados.

Fotografias
Conjunto de algumas das fotografias dos objetos envolvidos nos ataques.

O Chupa-Chupa - Padrões e Características
Padrões e características notáveis envolvendo o Chupa-Chupa.

Testemunhos
Conjunto de testemunhos envolvendo o Chupa-chupa.

Reportagens de Jornal
Coletânea de reportagens de jornais de época.

Entrevista com Daniel Rebisso Giese
Daniel Rebisso Giese - Boliviano de nascimento, é biomédico e funcionário do Governo do Pará, na área da saúde, o que lhe propiciou encontrar-se várias vezes, como profissional, com dezenas de testemunhas e vítimas de ocorrências ufológicas, algumas com quadros clínicos até graves. É autor do livro “Vampiros Extraterrestres na Amazônia” edição do próprio autor, Belém (PA) 1991. Conferencista e palestrante de inúmeros cursos e congressos de Ufologia, Daniel foi colaborador dos jornais O Estado do Paraná e Diário do Pará. Possui artigos publicados nas revistas UFO, Planeta, e Cuarta Dimension (Argentina).

Entrevista com a Dra. Wellaide Cescim de Carvalho
Wellaide Cecim Carvalho - médica sanitarista e diretora do Departamento de Programas Espaciais da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (PA), foi uma das raras profissionais da área de saúde a ter um contato direto com as vítimas de radiações emitidas por UFOs. Wellaide teve uma oportunidade ímpar durante sua permanência na Unidade Sanitária de Colares, quando assumia as responsabilidades de saúde da ilha.

Entrevista com o Coronel Uyrangê Hollanda
Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima - Este é o nome do primeiro oficial de nossas forças armadas a vir a público falar sobre as atividades de pesquisas ufológicas desenvolvidas secretamente no Brasil. Com nome de guerra Hollanda, chegando à patente de coronel reformado da Força Aérea Brasileira (FAB), foi ele quem comandou a famosa e polêmica Operação Prato, realizada na Amazônia entre setembro e dezembro de 1977. Foi ele quem estruturou, organizou e colheu os espantosos resultados desse que foi o único projeto do gênero de que se têm notícias em nosso país.

Entrevista com o Jornalista Carlos Mendes
Carlos Mendes - Repórter do jornal O Liberal, de Belém, que cobriu o fenômeno Chupa-chupa.

Entrevista com o piloto Ubiratan Pinón Frias
Ubiratan Pinon Frias, piloto comercial e amigo de Hollanda. Participou da Operação Prato.

Os Anos Seguintes
Embora a grande onda ufológica relacionada ao chupa-chupa tenha ocorrido na segunda metade de 1977 e começo de 1978, inúmeros casos ocorreram após este período. Embora a Operação Prato tenha sido encerrada prematuramente, os militares continuaram investigando casos na região durante o ano seguinte. Além disso, inúmeros fatos posteriores chamam a atenção.


Comentários (8)

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YANA SUELEM (monte alegre PARÁ, Brazil) diz...
ACHEI QUE ESSA ENTREVISTA NUNCA FOSSE AO PUBLICO, POIS TIVE A HONRAR DE PARTICIPAR ESTA ENTREVISTA CM SR PINÓN , HA ALGUNS ANOS TRABALHEI NO JORNAL TRIBUNA DA CALHA NORTE, DO SR GENIVAL... E REALMENTE IMPRESSIONANTE ESSA ENTREVISTA, LEMBRO COMO SE FOSSE HOJE EM UM DIA DE DOMINGO,PASSAMOS A MANHA LHE ENTREVISTANDO NO ESCRITÓRIO DO JORNAL ! UM PRESENTE QUE O MESMO NOS DEIXOU ANTES DE PARTI DESTE MUNDO! SUA MEMORIA SERA SEMPRE LEMBRA E SUAS HISTORIAS TAMBÉM !
4 May 2017 16.21
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Francisco Valdir de Lima (Natal, Brazil) diz...
Olá, boa tarde!!!!! Ouvindo as explicações dadas pelo eminente pesquisador, Sr. Carlos machado, numa rangout realizada a poucos dias, dizendo que nesses ataques o sangue das vítimas, tem as hemácias retiradas ( há relatos que elas seriam compactadas e aglutinadas), eu fiquei imaginando que, quem faz isso (ETs????) parece que usa um processo elétrico magnético para esse fim, onde o, sangue seria drenado e uma vez que as hemácias contém ferro, então, esse fator poderia facilitar ou ... Leia mais
27 March 2017 15.21
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Fernando Augusto da S. Nascime (Cambé - PR, Brazil) diz...
Eu estava morando em Belém do Pará, na época da Operação Prato, meu pai trabalhava no Ministério da Aeronáutica. Em 1977, eu avistei o que o povo chamava de "chupa-chupa". Todos os anos, quando posso, vou à colares entrevistar alguns amigos que fiz por lá.
22 November 2016 07.38
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carlos monteiro (ananindeua - pará, Brazil) diz...
sou paraense e creio que tudo aconteceu de fato e continua acontecendo nos rios da amazonia ,o cabloco pescador some e falam que foi a cobra grande sera?
20 September 2016 23.22
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hiale (Juazeiro) diz...
Corajosa, independente, culta e sábia...não foi à toa que a Dra. foi escolhida por "eles" para contar a História.
9 August 2016 22.07
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Referências:

- Livros
  • PRATT, Bob. Perigo Alienígena no Brasil. Tradução de Marcos Malvezzi Leal. Campo Grande: CBPDV, 2003.
  • PETIT, Marco Antonio. UFOs: Arquivo Confidencial. Campo Grande: CBPDV, 2007
  • RANGEL, Mário. Sequestros Alienígenas. Campo Grande: CBPDV, 2007

 


- Boletins
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- Artigos de Revistas
  • GIESE, Daniel Rebisso. O Fenômeno "Chupa-chupa", na Amazônia. Revista UFO, Campo Grande, nº 7, p.13-14, abr/jun 1989.
  • ATHAYDE, Reginaldo. Extraterrestres atacam e matam no nordeste. Revista UFO, Campo Grande, nº 7, p.7-11, abr/jun 1989.
  • CPDV. Fotos de OVNIs da Força Aérea Brasileira (FAB). Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 3, p. 10-11, julho/agosto 1985.
  • GIESE, Daniel Rebisso. Observações ufológicas no Litoral Paraense. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 3, p. 11-12, julho/agosto 1985.
  • GIESE, Daniel. O Fenômeno "Chupa-Chupa": OVNIs atemorizam o estado do Pará. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 5, p. 09-15, nov/dez 1985.
  • GIESE, Daniel. Novidades no Fenômeno "Chupa-Chupa". Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 7, p. 14-15, março 1986.
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  • GEVAERD, A. J. Na Selva, UFOs deslumbram e amedrontam com seus vôos rasantes e ataques impiedosos. Revista UFO, Campo Grande, nº 114, p. 16-29, setembro de 2005.
  • GOMES, Evelin. Atividades extraterrestres ainda são registradas em Colares após anos dos primeiros contatos. Revista UFO, Campo Grande, nº 114, p. 26-27, setembro de 2005.
  • GEVAERD, A. J. Ainda Há Muito a Se Pesquisar no Pará. Revista UFO, Campo Grande, nº 114, p. 31-35, setembro de 2005.
  • PETIT, M. A. UFOs no Brasil: É hora de nossos militares encararem a verdade. Revista UFO, Campo Grande, nº 115, p. 16-22, outubro de 2005.
  • EQUIPE UFO. Dossiê Amazônia: Continua a busca de informações sobre as ações militares na região. Revista UFO, Campo Grande, nº 115, p. 26-35, outubro de 2005.
  • EQUIPE UFO. O Impressionante Depoimento da Médica que Atendeu as Vítimas do Chupa-chupa. Revista UFO, Campo Grande, nº 116, p. 20-29, novembro de 2005.
  • CHAVES, Pepe. Como as assombrações da Amazônia se tornaram as assombrações de um homem: Coronel Uyrange Hollanda. Revista UFO, Campo Grande, nº 116, p. 30-36, novembro de 2005.
  • PETIT, M. A. Dossiê Amazônia: O ultimo depoimento de Uyrangê Hollanda fornece inspiração para reflexões. Revista UFO, Campo Grande, nº 117, p. 14-20, dezembro de 2005.
  • ATHAYDE, Reginaldo. Os ataques do chupa-chupa começaram no Ceará. Revista UFO, Campo Grande, nº 117, p. 22-23, dezembro de 2005.
  • GEVAERD, A. J. Não cedi às pressões dos militares. Revista UFO, Campo Grande, nº 117, p. 24-31, dezembro de 2005.

 


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