Caso Chupa-Chupa e Operação Prato - Entrevista com o piloto Ubiratan Pinón Frias

Chupa-chupa é o apelido dado ao conjunto de ocorrências que tiveram lugar em parte de Estados do Norte e Nordeste Brasileiro a partir de 1977. Caracterizava-se por um objeto voador luminoso, em alguns casos tripulados ou com manifestação claramente inteligente, que focava um feixe de luz em moradores das regiões afetadas. Estes se mostravam debilitados e assustados. Tal conjunto de ocorrências gerou pânico nas localidades afetadas obrigando à Força Aérea Brasileira a iniciar uma operação de estudo e acompanhamento do misterioso fenômeno.
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Página 15 - Entrevista com o Jornalista Carlos Mendes


Página 16 - Entrevista com o piloto Ubiratan Pinón Frias


Página 17 - Os Anos Posteriores



Entrevista concedida por Ubiratan Pinón Frias para o Jornal Tribuna da Calha Norte

Sumário:


 

 


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Introdução

Tribuna da Calha Norte: Por qual motivo lhe convidaram para a Operação Prato?

Pinon Friás: Amizade com o Sargento Flávio, que trabalhava no Aeroporto de Santarém e fazia parte da Segurança do Ministério da Aeronáutica. No início eu não sabia do que se tratava, era apenas uma missão a ser desenvolvida e logo depois soubemos. Começamos então a fazer as vigílias, pois o litoral todo do Pará e outras partes do estado estavam em pânico, pois uma luz que aparecia nestes locais queimava as pessoas. Eu disse ao Coronel que eu já havia tido contato com estas luzes, daí fui designado para acompanhar a expedição.

Tribuna da Calha Norte: Quantos homens formavam a expedição?

Pinon Friás: 63 homens, todos da Força Aérea, às vezes com a presença de algumas autoridades.

Tribuna da Calha Norte: Foi feito algum juramento para que não fossem revelados os resultados da busca?

Pinon Friás: Não. Apenas era necessário sigilo por não sabermos do que se tratava (seres da nossa dimensão ou não).

Tribuna da Calha Norte: Quais os primeiros contatos com alienígenas na operação?

Pinon Friás: No começo foi muito difícil, pois eles não se aproximavam. Depois quando começaram a se aproximar, nossas fotos não ‘prestavam’, não registravam os seres e as suas aeronaves, bem como as imagens filmadas. Neste tempo, Vigia e Colares estavam sendo molestadas com as luzes que queimavam as pessoas.

Tribuna da Calha Norte: Houve pânico por parte da população?

Pinon Friás: As famílias estavam se reunindo de três em três para dormirem numa casa. Atiravam com armas, ‘atiravam foguetes de rabo’ nas naves. Faziam procissões à noite. Nós catalogávamos cada caso, fotografávamos as pessoas molestadas, anotávamos os horários, registrávamos, tudo.

Tribuna da Calha Norte: Mesmo com a repressão do Regime Militar, a imprensa conseguiu ter estas informações e fazer publicação?

Pinon Friás: Sim. O jornal A Província do Pará fez fotos dos OVNIs, fizeram ocorrências (fantasmagóricas) e publicava, já que acontecia com a população, às vezes passando dois meses publicando matérias diariamente.

Tribuna da Calha Norte: Os ‘objetos’ foram também fotografados?

Pinon Friás: Quando eles (seres alienígenas) deixaram. Quando não, não era registrado nem em filmadoras nem em máquinas fotográficas, os filmes ficavam velados, limpos.

Tribuna da Calha Norte: Qual foi a primeira experiência, na Operação Prato, com os seres alienígenas?

Pinon Friás: Numa vez saímos extra-oficialmente eu e a família do Flávio e no local onde estávamos (Furo da Laura) senti um murro em minhas costas. Quando olhei estava na nossa retaguarda um OVNI, aos olhos de todos, que se aproximou à altura de um poste de energia. No mesmo instante apareceu outro encima da esposa do Flávio.

Tribuna da Calha Norte: Qual o formato deste ‘objeto’?

Pinon Friás: A forma dele era oval (típico do disco voador).

Tribuna da Calha Norte: Havia excesso de luz neste objeto?

Pinon Friás: Não. Apenas uma pequena luz. Estas luzes parecem definir a trajetória dos ÓVNIs. Para onde ela vai, vai o objeto. Quando a luz encontrava um animal (um cachorro, por exemplo), ele ficava enlouquecido.

Tribuna da Calha Norte: Qual o formato de ÓVNI mais freqüente?

Pinon Friás: Nós chamávamos de fusqueta. Como se fosse um fusca.

Tribuna da Calha Norte:: Quantos formatos foram catalogados?

Pinon Friás: 13 formatos, de tipos diversos.

Tribuna da Calha Norte: Havia barulho nos objetos?

Pinon Friás: Muito pequeno, como se fosse de uma catraca de bicicleta girada ao contrário, ou uma máquina de costura.

Tribuna da Calha Norte: Como os ÓVNIS apareciam?

Pinon Friás: Misteriosamente. Da forma como víamos, eles desapareciam. Do nada. Fantasmagoricamente, em frações de segundos.

Tribuna da Calha Norte: Quantas vezes os OVNIs foram vistos?

Pinon Friás: Inúmeras. Não dá pra calcular.

Tribuna da Calha Norte: O senhor teve a experiência frente a frente com os ETs?

Pinon Friás: Sim. Algumas vezes. Mas não posso falar mais detalhes... Isso já disse para a Revista UFO, para a Rede Globo, a uma revista americana...

Tribuna da Calha Norte: Qual a aparência deles?

Pinon Friás: Eles existem em variados tipos, pigmentação, tamanho.

Tribuna da Calha Norte: Qual o tamanho e tipo dos que foram vistos por você?

Pinon Friás: Vimos de três metros, mais ou menos, um metro e sessenta (os que mais se apresentam aos humanos), magros, olhos negros, nos locais de boca e nariz apenas furos, um tipo como se estivessem armado, alguns mais feios, outros com maior semelhança com humanos, porém todos com cabeça, tronco e membros.

Tribuna da Calha Norte: Vocês tiveram contatos verbais com eles?

Pinon Friás: Não posso responder esta pergunta.

Tribuna da Calha Norte: Chegaram a apalpá-los?

Pinon Friás: Não.

Tribuna da Calha Norte: Tinham algum cheiro?

Pinon Friás: Um odor parecido com fósforo queimado.

Tribuna da Calha Norte: Algum alienígena emitia luz do seu corpo?

Pinon Friás: Não.

Tribuna da Calha Norte: Como os ÓVNIs se movimentam? Queimam algum combustível?

Pinon Friás: Acredita-se que seja com uma espécie de magnetismo. O certo é que eles possuem uma tecnologia muito avançada, não conhecida pelos seres humanos.

Tribuna da Calha Norte: Os ETs são ofensivos ou inofensivos?

Pinon Friás: Existem dos dois tipos, inclusive com relatos reais de pessoas que foram queimadas, por exemplo. Durante a Operação Prato houve óbitos inclusive, sendo que não posso dar maiores detalhes.

Tribuna da Calha Norte: Pessoas famosas já viram ETs e ÓVNIS?

Pinon Friás: Já, inclusive Fábio Júnior, Elba Ramalho, dentre outros artistas.

Tribuna da Calha Norte: As perguntas que não querem calar nunca, quando se fala de alienígenas são quem: Quem são eles; De onde eles vêm e O que eles querem?

Pinon Friás: Tudo bem. Muitas pesquisas foram paradas por não se saber responder estas perguntas. Acredita-se que os grandes núcleos de pesquisas tenham estas respostas, mas jamais vão revelar à sociedade. Por se perguntar isto na época, o Ministério da Aeronáutica paralisou as pesquisas. No Angar 51, nos Estados Unidos, há quem diga, oficialmente que existem até naves dos ETs. Mas estas informações não serão liberadas tão facilmente, e quem tenta recebe suas punições.

Tribuna da Calha Norte: Em Monte Alegre existe algum caso recente que o senhor tenha conhecimento de avistamento por alguma pessoa?

Pinon Friás: Aqui próximo de casa, a menos de 50 pés, com formato de um camburão, um barril, dezenas de pessoas viram a luz emitida e o próprio OVNI. Este é apenas um caso, dentre muitos narrados por pessoas tanto da cidade como do interior, além do que eu próprio tenho avistamentos quase todas as noites aqui, em frente a minha própria casa. Um rapaz, José, do Pariçó, há alguns anos, que plantava tomate na Praia do Meio, apareceu um objeto que veio em sua direção, quando o rapaz pulou n’água, pois parecia que o objeto que parou encima dele a dois metros estava realizando uma pesquisa a seu respeito. Ele não voltou mais ao local. Na comunidade de Ipepaqui, um ‘aparelho’, assim chamado pelos que viram, por vários dias apareceu ali e os caçadores já não estavam mais realizando as ‘esperas’. Uma senhora, na mesma comunidade, viu um objeto, como se fosse um ônibus passando por cima da copa das árvores. “No momento que entrei para chamar as pessoas que ali estavam o objeto desapareceu”, disse a senhora.

Tribuna da Calha Norte: Para finalizar. Onde estão os materiais das buscas e pesquisas catalogadas da Operação Prato?

Pinon Friás: Provavelmente no Estado maior da Aeronáutica em Brasília e dali não podem sair talvez nem com expressa autorização dos seus maiores oficiais.

 

Conheça este caso mais detalhadamente acessando nosso menu abaixo:

O Caso da Ilha do Caranguejo
O Caso da Ilha do Caranguejo é o marco inicial de uma onda de ações nocivas por parte de OVNIs, no Pará e Maranhão.

O Início do Fenômeno
O misterioso fenômeno Chupa-Chupa começou de forma mais intensa em meados de julho de 1977.

A Fase Gurupi
Na Fase Gurupi, os casos concentram-se na região do Rio Gurupi, divisa entre Maranhão e Pará. São Vicente Ferrer, Pinheiro e São Bento concentraram a maioria dos casos.

A Fase da Baia do Sol
Com a evolução do Fenômeno, as coisas tornaram-se mais calmas no Maranhão e o foco das ocorrências passou a ser o Norte do Pará, na chamada Fase da Baía do Sol.

A Operação Prato
Com a intensificação dos casos, a Força Aérea Brasileira iniciou uma operação para investigar as estranhas ocorrências.

Coronel Hollanda
Saiba mais sobre o Coronel Hollanda, comandante da Operação Prato.

Documentos Oficiais
Documentos oficiais, outrora secretos, da Operação Prato agora já liberados.

Fotografias
Conjunto de algumas das fotografias dos objetos envolvidos nos ataques.

O Chupa-Chupa - Padrões e Características
Padrões e características notáveis envolvendo o Chupa-Chupa.

Testemunhos
Conjunto de testemunhos envolvendo o Chupa-chupa.

Reportagens de Jornal
Coletânea de reportagens de jornais de época.

Entrevista com Daniel Rebisso Giese
Daniel Rebisso Giese - Boliviano de nascimento, é biomédico e funcionário do Governo do Pará, na área da saúde, o que lhe propiciou encontrar-se várias vezes, como profissional, com dezenas de testemunhas e vítimas de ocorrências ufológicas, algumas com quadros clínicos até graves. É autor do livro “Vampiros Extraterrestres na Amazônia” edição do próprio autor, Belém (PA) 1991. Conferencista e palestrante de inúmeros cursos e congressos de Ufologia, Daniel foi colaborador dos jornais O Estado do Paraná e Diário do Pará. Possui artigos publicados nas revistas UFO, Planeta, e Cuarta Dimension (Argentina).

Entrevista com a Dra. Wellaide Cescim de Carvalho
Wellaide Cecim Carvalho - médica sanitarista e diretora do Departamento de Programas Espaciais da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (PA), foi uma das raras profissionais da área de saúde a ter um contato direto com as vítimas de radiações emitidas por UFOs. Wellaide teve uma oportunidade ímpar durante sua permanência na Unidade Sanitária de Colares, quando assumia as responsabilidades de saúde da ilha.

Entrevista com o Coronel Uyrangê Hollanda
Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima - Este é o nome do primeiro oficial de nossas forças armadas a vir a público falar sobre as atividades de pesquisas ufológicas desenvolvidas secretamente no Brasil. Com nome de guerra Hollanda, chegando à patente de coronel reformado da Força Aérea Brasileira (FAB), foi ele quem comandou a famosa e polêmica Operação Prato, realizada na Amazônia entre setembro e dezembro de 1977. Foi ele quem estruturou, organizou e colheu os espantosos resultados desse que foi o único projeto do gênero de que se têm notícias em nosso país.

Entrevista com o Jornalista Carlos Mendes
Carlos Mendes - Repórter do jornal O Liberal, de Belém, que cobriu o fenômeno Chupa-chupa.

Entrevista com o piloto Ubiratan Pinón Frias
Ubiratan Pinon Frias, piloto comercial e amigo de Hollanda. Participou da Operação Prato.

Os Anos Seguintes
Embora a grande onda ufológica relacionada ao chupa-chupa tenha ocorrido na segunda metade de 1977 e começo de 1978, inúmeros casos ocorreram após este período. Embora a Operação Prato tenha sido encerrada prematuramente, os militares continuaram investigando casos na região durante o ano seguinte. Além disso, inúmeros fatos posteriores chamam a atenção.


Comentários (8)

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YANA SUELEM (monte alegre PARÁ, Brazil) diz...
ACHEI QUE ESSA ENTREVISTA NUNCA FOSSE AO PUBLICO, POIS TIVE A HONRAR DE PARTICIPAR ESTA ENTREVISTA CM SR PINÓN , HA ALGUNS ANOS TRABALHEI NO JORNAL TRIBUNA DA CALHA NORTE, DO SR GENIVAL... E REALMENTE IMPRESSIONANTE ESSA ENTREVISTA, LEMBRO COMO SE FOSSE HOJE EM UM DIA DE DOMINGO,PASSAMOS A MANHA LHE ENTREVISTANDO NO ESCRITÓRIO DO JORNAL ! UM PRESENTE QUE O MESMO NOS DEIXOU ANTES DE PARTI DESTE MUNDO! SUA MEMORIA SERA SEMPRE LEMBRA E SUAS HISTORIAS TAMBÉM !
4 May 2017 16.21
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Francisco Valdir de Lima (Natal, Brazil) diz...
Olá, boa tarde!!!!! Ouvindo as explicações dadas pelo eminente pesquisador, Sr. Carlos machado, numa rangout realizada a poucos dias, dizendo que nesses ataques o sangue das vítimas, tem as hemácias retiradas ( há relatos que elas seriam compactadas e aglutinadas), eu fiquei imaginando que, quem faz isso (ETs????) parece que usa um processo elétrico magnético para esse fim, onde o, sangue seria drenado e uma vez que as hemácias contém ferro, então, esse fator poderia facilitar ou ... Leia mais
27 March 2017 15.21
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Fernando Augusto da S. Nascime (Cambé - PR, Brazil) diz...
Eu estava morando em Belém do Pará, na época da Operação Prato, meu pai trabalhava no Ministério da Aeronáutica. Em 1977, eu avistei o que o povo chamava de "chupa-chupa". Todos os anos, quando posso, vou à colares entrevistar alguns amigos que fiz por lá.
22 November 2016 07.38
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carlos monteiro (ananindeua - pará, Brazil) diz...
sou paraense e creio que tudo aconteceu de fato e continua acontecendo nos rios da amazonia ,o cabloco pescador some e falam que foi a cobra grande sera?
20 September 2016 23.22
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hiale (Juazeiro) diz...
Corajosa, independente, culta e sábia...não foi à toa que a Dra. foi escolhida por "eles" para contar a História.
9 August 2016 22.07
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Referências:

- Livros
  • PRATT, Bob. Perigo Alienígena no Brasil. Tradução de Marcos Malvezzi Leal. Campo Grande: CBPDV, 2003.
  • PETIT, Marco Antonio. UFOs: Arquivo Confidencial. Campo Grande: CBPDV, 2007
  • RANGEL, Mário. Sequestros Alienígenas. Campo Grande: CBPDV, 2007

 


- Boletins
  •  

 


- Artigos de Revistas
  • GIESE, Daniel Rebisso. O Fenômeno "Chupa-chupa", na Amazônia. Revista UFO, Campo Grande, nº 7, p.13-14, abr/jun 1989.
  • ATHAYDE, Reginaldo. Extraterrestres atacam e matam no nordeste. Revista UFO, Campo Grande, nº 7, p.7-11, abr/jun 1989.
  • CPDV. Fotos de OVNIs da Força Aérea Brasileira (FAB). Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 3, p. 10-11, julho/agosto 1985.
  • GIESE, Daniel Rebisso. Observações ufológicas no Litoral Paraense. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 3, p. 11-12, julho/agosto 1985.
  • GIESE, Daniel. O Fenômeno "Chupa-Chupa": OVNIs atemorizam o estado do Pará. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 5, p. 09-15, nov/dez 1985.
  • GIESE, Daniel. Novidades no Fenômeno "Chupa-Chupa". Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 7, p. 14-15, março 1986.
  • AGHATOS, Stelio e OLIVEIRA, Daniela. UFOs Rondam a Floresta Amazônica. Revista UFO, Campo Grande, nº 39, p. 8-11, Agosto de 1995.
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  • GEVAERD, A. J. Na Selva, UFOs deslumbram e amedrontam com seus vôos rasantes e ataques impiedosos. Revista UFO, Campo Grande, nº 114, p. 16-29, setembro de 2005.
  • GOMES, Evelin. Atividades extraterrestres ainda são registradas em Colares após anos dos primeiros contatos. Revista UFO, Campo Grande, nº 114, p. 26-27, setembro de 2005.
  • GEVAERD, A. J. Ainda Há Muito a Se Pesquisar no Pará. Revista UFO, Campo Grande, nº 114, p. 31-35, setembro de 2005.
  • PETIT, M. A. UFOs no Brasil: É hora de nossos militares encararem a verdade. Revista UFO, Campo Grande, nº 115, p. 16-22, outubro de 2005.
  • EQUIPE UFO. Dossiê Amazônia: Continua a busca de informações sobre as ações militares na região. Revista UFO, Campo Grande, nº 115, p. 26-35, outubro de 2005.
  • EQUIPE UFO. O Impressionante Depoimento da Médica que Atendeu as Vítimas do Chupa-chupa. Revista UFO, Campo Grande, nº 116, p. 20-29, novembro de 2005.
  • CHAVES, Pepe. Como as assombrações da Amazônia se tornaram as assombrações de um homem: Coronel Uyrange Hollanda. Revista UFO, Campo Grande, nº 116, p. 30-36, novembro de 2005.
  • PETIT, M. A. Dossiê Amazônia: O ultimo depoimento de Uyrangê Hollanda fornece inspiração para reflexões. Revista UFO, Campo Grande, nº 117, p. 14-20, dezembro de 2005.
  • ATHAYDE, Reginaldo. Os ataques do chupa-chupa começaram no Ceará. Revista UFO, Campo Grande, nº 117, p. 22-23, dezembro de 2005.
  • GEVAERD, A. J. Não cedi às pressões dos militares. Revista UFO, Campo Grande, nº 117, p. 24-31, dezembro de 2005.

 


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