Caso Chupa-Chupa e Operação Prato - A Fase da Baía do Sol

Chupa-chupa é o apelido dado ao conjunto de ocorrências que tiveram lugar em parte de Estados do Norte e Nordeste Brasileiro a partir de 1977. Caracterizava-se por um objeto voador luminoso, em alguns casos tripulados ou com manifestação claramente inteligente, que focava um feixe de luz em moradores das regiões afetadas. Estes se mostravam debilitados e assustados. Tal conjunto de ocorrências gerou pânico nas localidades afetadas obrigando à Força Aérea Brasileira a iniciar uma operação de estudo e acompanhamento do misterioso fenômeno.
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Página 3 - A Fase Gurupi


Página 4 - A Fase da Baía do Sol


Página 5 - A Operação Prato


Por Jackson Luiz Camargo - ufojack@yahoo.com

 

 


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Introdução

Com a evolução do Fenômeno, as coisas tornaram-se mais calmas no Maranhão e o foco das ocorrências passou a ser o Norte do Pará. A chamada Fase Gurupi encerrava-se ao final de julho de 1977 com a diminuição dos casos na região da Baixada Maranhense onde os casos eram quase diários. Do outro lado do rio, em território paraense os casos, que já vinham ocorrendo ha algum tempo, aumentaram repetindo a situação de medo e assombro verificado anteriormente no Maranhão. A diferença agora é que os casos tornaram-se ainda mais impressionantes obrigando a Força Aérea Brasileira a intervir.

Os casos se concentraram em uma área de 300 quilômetros de largura, envolvendo 30 pequenos municípios que foram diretamente afetadas pelo Fenômeno. As cidades com maior destaque dentro desta fase foram: Colares, Vigia de Nazaré, Santo Antônio do Tauá, Vizeu, São José do Pintá, Augusto Correa, Bragança, Santo Antonio do Umbituba, Capanema e a capital do estado, Belém, onde houveram alguns casos esporádicos. O numero total de vítimas do chupa-chupa na região é desconhecido, pois várias comunidades viviam isoladas e jamais foram visitadas por ufólogos ou militares que investigavam o Chupa-chupa.

Vigia de Nazaré

Uma das cidades mais atingidas foi Vigia de Nazaré, situada na região do Salgado, a nordeste de Belém. No começo da onda de casos do chupa-chupa, varias pessoas foram atacadas, sendo seus relatos idênticos aos verificados na região do Gurupi. as testemunhas avistavam uma estranha luz ao longe que segundos depois já estava muito próximo. Em seguida sentiam-se paralisadas por um facho de luz emitido pelos chamados "aparelhos". Nesse momento, elas sentiam-se fracas e com fortes dores, ao mesmo tempo em que um fino feixe de luz era emitido pelo objeto em direção às vitimas. Este feixe, que vinha por dentro do feixe maior produzia uma ferida por onde supostamente era extraído sangue.

Com o aumento dos casos na região a população começou a ficar com muito medo, evitando sair a noite. Como os casos continuaram ocorrendo surgiu um princípio de pânico e histeria coletiva em toda a região. Alguns religiosos acreditavam em um fim do mundo próximo e procissões foram realizadas na tentativa de obter algum conforto espiritual. Como nada disso resolveu as pessoas começaram a se reunir em grandes grupos de pessoas em pequenos locais, considerados protegidos, onde passavam a noite rezando. A situação tornou-se tão crítica que todos os moradores do município se reuniam apenas em três casas da comunidade para efetuar as orações. Não tardou para que algumas pessoas abandonassem tudo o que tinham e mudaram-se da região. Tal situação levou o prefeito de Vigia na época, José Ildone Favacho Soeiro a enviar ofício à Aeronáutica relatando os fatos e pedindo providências.

"O povo vivia apavorado porque esse feixe de luz noturno tinha já agredido várias pessoas. A comunidade toda se amontoava em três casas apenas. Ficavam rezando, as vezes cantavam algumas canções religiosas. As pessoas em pânico... A unidade de saúde de Colares virou quase que um pátio dos milagres" - José Ildone Favacho Soeiro, Prefeito de Vigia de Nazaré, em 1977.

Colares

Colares é outra localidade que foi muito afetada pelo estranho fenômeno. O município possuía uma unidade de saúde e acabou por receber várias vítimas de localidades vizinhas. Devido à estes dois fatores, a situação no município foi ainda mais crítica. Além do pânico generalizado que tomou conta da região e do êxodo provocado pelos acontecimentos, houve falta de produtos de primeira necessidade que vinham de fora do município. Alimentos, remédios, produtos de higiene e limpeza acabaram rapidamente. Este foi outro motivo que levou a intervenção da Força Aérea Brasileira na região, através da Operação Prato.

Os casos ocorriam à noite, quase sempre em ambientes ermos, geralmente afetando comunidades ribeirinhas isoladas ou pescadores. Embora os casos estivessem delimitados por horários específicos, toda a rotina diária daquelas regiões afetadas, foi alterado. Escolas começaram a ficar cada vez mais vazias e alguns trabalhadores se recusavam a trabalhar em determinados horários em função do medo de ser uma nova vitima do fenômeno.

Casos Impressionantes

Dentro desta fase ocorreram alguns casos impressionantes, alguns deles terminando de forma trágica, com a morte da testemunha. Os casos começaram em meados de julho, de forma esporádica, aumentando nos meses seguintes. Em setembro, os casos tornaram-se ainda mais agressivos e várias vítimas do chupa-chupa foram atendidos na Unidade de Saúde de Colares, pela médica Wellaide Cescim de Carvalho. Duas pessoas atendidas pela Doutora vieram a falecer logo depois. Uma delas era uma senhora, de 45 anos, que foi atacada, em setembro, e logo levada para a Unidade de saúde. Devido à gravidade do quadro apresentado pela vítima ela foi encaminhada para Belém onde veio a falecer oito horas depois. Outra vítima fatal foi um pescador, atacado em outubro que apresentava as mesmas estranhas queimaduras no peito. A doutora Wellaide chegou a atender e conversar com o pescador, que após o atendimento voltou para casa onde faleceu horas depois.

A doutora Wellaide acompanhou de perto dezenas de outros casos semelhantes, em que felizmente as vitimas se recuperaram. Existem muitos outros casos que não chegaram ao seu conhecimento ou foram atendidos em outros locais. Qualquer pesquisador com disposição que for até os locais atingidos com certeza vai encontrar inúmeros outros casos.

Daniel Rebisso Giese, um dos principais investigadores da onda chupa-chupa, descobriu outro caso trágico em um pequeno vilarejo no centro da Ilha de Mosqueiro, num lugar chamado Tapiapanema. A vila é composta de algumas poucas casas e seus moradores viviam da pesca e da agricultura. Neste local, Silvia Maria Trindade, 17 anos na época, estava grávida de cinco meses. Por volta das 18 hrs de 29 de outubro de 1977, ela e seu marido estavam deitados, descansando em sua casa. A noite já começava quando Silvia acordou e viu um objeto luminoso no céu. Deste objeto saiu um feixe de luz que atingiu seu braço. Assustada gritou, acordando seu marido e todos os vizinhos que saíram a tempo de ver o objeto no céu. Um deles disparou contra o objeto que logo em seguida desapareceu. Silvia desmaiou. Ao recobrar os sentidos estava muito nervosa e agitada. Seu marido Benedito resolveu levá-la à um hospital em Mosqueiro. O percurso é feito de barco, remando por aproximadamente 1 hora através de um rio. Durante este percurso, o OVNI surgiu novamente.

"Estávamos no barco e o OVNI passou por cima do rio várias vezes. Ele nos seguiu e disparou uma luz no rio por uns 10 ou 15 metros. Não fazia nenhum barulho e não jogou o raio em nós, só no rio. Estava a uns 80 metros de distância. Aí o OVNI voou sobre a mata e desapareceu".

Em decorrência do contato, Silvia ficou com um hematoma no cotovelo esquerdo. Ela permaneceu internada por dois meses e acabou perdendo o bebê que esperava. Silvia ficou muito abalada com o acontecimento. Mais tarde seu casamento acabou e hoje ela vive só. No dia em que o objeto apareceu em Tapiapanema, a cadela Vitória, de propriedade de um dos vizinhos de Silvia, latia intensamente para o objeto. Em resposta, do objeto surgiu um facho de luz que atingiu a cadela que parou de latir. Nos dias seguintes ela começou a definhar morrendo 4 semanas depois.

Objetos Voadores Tripulados

A maioria dos casos envolveram apenas observação de objetos luminosos, que paralisavam testemunhas e emitam feixes luminosos produzindo queimaduras. Entretanto houveram casos de observação de tripulantes destes objetos. Um dos casos mais conhecidos envolveu a senhora Claudomira Paixão, que na noite de 18 de outubro de 1977, acordou com uma intensa luminosidade sobre a casa, na Baía do Sol.

"A luz primeiramente era verde, tocou minha cabeça e atravessou a minha face. Despertei totalmente e a luz tornou-se vermelha. Pude ver uma criatura, como um homem, usando um macacão tal como os de mergulho. Tinha um instrumento como uma pistola. Apontou-o para mim e o objeto brilhou por três vezes acertando-me o peito durante as três ocasiões, quase no mesmo lugar. Estava quente, feria-me, parecia que me espetavam agulhas em todos os três pontos. Penso que me extraíram sangue. Eu estava apavorada, não podia mexer as minhas pernas. Estava aterrorizada".

Após o contato, Claudomira apresentava dor de cabeça e moleza no corpo e fraqueza que perdurou por alguns dias. Ela foi até a Unidade de Saúde de Colares, onde foi atendida pela doutora Wellaide e posteriormente encaminhada para Belém, onde fez exames complementares no Instituto Médico Legal Renato Chaves.

Claudomira também apresentou queimaduras no peito, no local onde foi atingida pelo feixe de luz. Eram três pequenas marcas circulares, em forma de perfuração em triangulo acima do seio.

"Era quente e doía. Era como uma espetada de agulha. Os três pontos sangravam. No momento que isso aconteceu, fiquei com muita sede. Estava apavorada, mas não podia mexer minhas pernas. Fiquei paralisada. De medo, eu gritei e gritei. Minha prima, Maria Isaete, estava dormindo na mesma sala. Ela acordou e viu a luz, e começou a gritar também".

Outro caso, desta vez com data incerta, envolveu três pescadores que encontravam-se no rio Guajará, perto de Belém. Dois estavam em um barco e um adentrou a floresta onde preparou uma armadilha para capturar pequenos animais. Ao anoitecer ele avistou um objeto luminoso que posicionou-se sobre a arvore. O pescador, chamado Luis, escondeu-se e ficou observando o que aconteceria. No objeto abriu-se uma portinhola por onde saiu um pequeno ser através de um raio de luz. Após alguns segundos o estranho retornou para o objeto através do raio de luz. O pescador, assustado resolveu correr para junto de seus amigos no barco. O objeto colocou-se em seu encalço. Ao chegar onde seus amigos deveriam estar não os encontrou. Gritou por eles e descobriu que eles estavam ali perto. Com os gritos, seus amigos voltaram e encontraram Luis assustado que descreveu o estranho encontro. Logo todos avistaram o estranho objeto que se aproximava iluminando toda a região. Desesperados pularam na água e se esconderam entre algumas plantas aquáticas presentes no local. O objeto posicionou-se sobre o barco e novamente abriu-se a portinhola por onde saiu o pequeno ser. Ele tinha aproximadamente 1,50m de altura e usava um tipo de vestimenta escura. Através de uma cúpula puderam observar a presença de outro tripulante que permaneceu dentro do objeto. Estes dois casos não foram os únicos envolvendo pequenos seres na região. Houveram vários outros casos semelhantes.


Fotografia de um UFO obtido durante a fase da Baía do Sol

José Ildone Favacho Soeiro, Prefeito de Vigia de Nazaré, em 1977
 
Mapa da região de Colares (PA)

Claudomira da Paixão, vítima do fenômeno, em foto de 1981

Jornal da época divulgando o caso


Conheça este caso mais detalhadamente acessando nosso menu abaixo:

O Caso da Ilha do Caranguejo
O Caso da Ilha do Caranguejo é o marco inicial de uma onda de ações nocivas por parte de OVNIs, no Pará e Maranhão.

O Início do Fenômeno
O misterioso fenômeno Chupa-Chupa começou de forma mais intensa em meados de julho de 1977.

A Fase Gurupi
Na Fase Gurupi, os casos concentram-se na região do Rio Gurupi, divisa entre Maranhão e Pará. São Vicente Ferrer, Pinheiro e São Bento concentraram a maioria dos casos.

A Fase da Baia do Sol
Com a evolução do Fenômeno, as coisas tornaram-se mais calmas no Maranhão e o foco das ocorrências passou a ser o Norte do Pará, na chamada Fase da Baía do Sol.

A Operação Prato
Com a intensificação dos casos, a Força Aérea Brasileira iniciou uma operação para investigar as estranhas ocorrências.

Coronel Hollanda
Saiba mais sobre o Coronel Hollanda, comandante da Operação Prato.

Documentos Oficiais
Documentos oficiais, outrora secretos, da Operação Prato agora já liberados.

Fotografias
Conjunto de algumas das fotografias dos objetos envolvidos nos ataques.

O Chupa-Chupa - Padrões e Características
Padrões e características notáveis envolvendo o Chupa-Chupa.

Testemunhos
Conjunto de testemunhos envolvendo o Chupa-chupa.

Reportagens de Jornal
Coletânea de reportagens de jornais de época.

Entrevista com Daniel Rebisso Giese
Daniel Rebisso Giese - Boliviano de nascimento, é biomédico e funcionário do Governo do Pará, na área da saúde, o que lhe propiciou encontrar-se várias vezes, como profissional, com dezenas de testemunhas e vítimas de ocorrências ufológicas, algumas com quadros clínicos até graves. É autor do livro “Vampiros Extraterrestres na Amazônia” edição do próprio autor, Belém (PA) 1991. Conferencista e palestrante de inúmeros cursos e congressos de Ufologia, Daniel foi colaborador dos jornais O Estado do Paraná e Diário do Pará. Possui artigos publicados nas revistas UFO, Planeta, e Cuarta Dimension (Argentina).

Entrevista com a Dra. Wellaide Cescim de Carvalho
Wellaide Cecim Carvalho - médica sanitarista e diretora do Departamento de Programas Espaciais da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (PA), foi uma das raras profissionais da área de saúde a ter um contato direto com as vítimas de radiações emitidas por UFOs. Wellaide teve uma oportunidade ímpar durante sua permanência na Unidade Sanitária de Colares, quando assumia as responsabilidades de saúde da ilha.

Entrevista com o Coronel Uyrangê Hollanda
Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima - Este é o nome do primeiro oficial de nossas forças armadas a vir a público falar sobre as atividades de pesquisas ufológicas desenvolvidas secretamente no Brasil. Com nome de guerra Hollanda, chegando à patente de coronel reformado da Força Aérea Brasileira (FAB), foi ele quem comandou a famosa e polêmica Operação Prato, realizada na Amazônia entre setembro e dezembro de 1977. Foi ele quem estruturou, organizou e colheu os espantosos resultados desse que foi o único projeto do gênero de que se têm notícias em nosso país.

Entrevista com o Jornalista Carlos Mendes
Carlos Mendes - Repórter do jornal O Liberal, de Belém, que cobriu o fenômeno Chupa-chupa.

Entrevista com o piloto Ubiratan Pinón Frias
Ubiratan Pinon Frias, piloto comercial e amigo de Hollanda. Participou da Operação Prato.

Os Anos Seguintes
Embora a grande onda ufológica relacionada ao chupa-chupa tenha ocorrido na segunda metade de 1977 e começo de 1978, inúmeros casos ocorreram após este período. Embora a Operação Prato tenha sido encerrada prematuramente, os militares continuaram investigando casos na região durante o ano seguinte. Além disso, inúmeros fatos posteriores chamam a atenção.


Comentários (8)

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YANA SUELEM (monte alegre PARÁ, Brazil) diz...
ACHEI QUE ESSA ENTREVISTA NUNCA FOSSE AO PUBLICO, POIS TIVE A HONRAR DE PARTICIPAR ESTA ENTREVISTA CM SR PINÓN , HA ALGUNS ANOS TRABALHEI NO JORNAL TRIBUNA DA CALHA NORTE, DO SR GENIVAL... E REALMENTE IMPRESSIONANTE ESSA ENTREVISTA, LEMBRO COMO SE FOSSE HOJE EM UM DIA DE DOMINGO,PASSAMOS A MANHA LHE ENTREVISTANDO NO ESCRITÓRIO DO JORNAL ! UM PRESENTE QUE O MESMO NOS DEIXOU ANTES DE PARTI DESTE MUNDO! SUA MEMORIA SERA SEMPRE LEMBRA E SUAS HISTORIAS TAMBÉM !
4 May 2017 16.21
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Francisco Valdir de Lima (Natal, Brazil) diz...
Olá, boa tarde!!!!! Ouvindo as explicações dadas pelo eminente pesquisador, Sr. Carlos machado, numa rangout realizada a poucos dias, dizendo que nesses ataques o sangue das vítimas, tem as hemácias retiradas ( há relatos que elas seriam compactadas e aglutinadas), eu fiquei imaginando que, quem faz isso (ETs????) parece que usa um processo elétrico magnético para esse fim, onde o, sangue seria drenado e uma vez que as hemácias contém ferro, então, esse fator poderia facilitar ou ... Leia mais
27 March 2017 15.21
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Fernando Augusto da S. Nascime (Cambé - PR, Brazil) diz...
Eu estava morando em Belém do Pará, na época da Operação Prato, meu pai trabalhava no Ministério da Aeronáutica. Em 1977, eu avistei o que o povo chamava de "chupa-chupa". Todos os anos, quando posso, vou à colares entrevistar alguns amigos que fiz por lá.
22 November 2016 07.38
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carlos monteiro (ananindeua - pará, Brazil) diz...
sou paraense e creio que tudo aconteceu de fato e continua acontecendo nos rios da amazonia ,o cabloco pescador some e falam que foi a cobra grande sera?
20 September 2016 23.22
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hiale (Juazeiro) diz...
Corajosa, independente, culta e sábia...não foi à toa que a Dra. foi escolhida por "eles" para contar a História.
9 August 2016 22.07
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Referências:

- Livros
  • PRATT, Bob. Perigo Alienígena no Brasil. Tradução de Marcos Malvezzi Leal. Campo Grande: CBPDV, 2003.
  • PETIT, Marco Antonio. UFOs: Arquivo Confidencial. Campo Grande: CBPDV, 2007
  • RANGEL, Mário. Sequestros Alienígenas. Campo Grande: CBPDV, 2007

 


- Boletins
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- Artigos de Revistas
  • GIESE, Daniel Rebisso. O Fenômeno "Chupa-chupa", na Amazônia. Revista UFO, Campo Grande, nº 7, p.13-14, abr/jun 1989.
  • ATHAYDE, Reginaldo. Extraterrestres atacam e matam no nordeste. Revista UFO, Campo Grande, nº 7, p.7-11, abr/jun 1989.
  • CPDV. Fotos de OVNIs da Força Aérea Brasileira (FAB). Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 3, p. 10-11, julho/agosto 1985.
  • GIESE, Daniel Rebisso. Observações ufológicas no Litoral Paraense. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 3, p. 11-12, julho/agosto 1985.
  • GIESE, Daniel. O Fenômeno "Chupa-Chupa": OVNIs atemorizam o estado do Pará. Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 5, p. 09-15, nov/dez 1985.
  • GIESE, Daniel. Novidades no Fenômeno "Chupa-Chupa". Ufologia Nacional e Internacional, Campo Grande, nº 7, p. 14-15, março 1986.
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  • PETIT, M. A. UFOs no Brasil: É hora de nossos militares encararem a verdade. Revista UFO, Campo Grande, nº 115, p. 16-22, outubro de 2005.
  • EQUIPE UFO. Dossiê Amazônia: Continua a busca de informações sobre as ações militares na região. Revista UFO, Campo Grande, nº 115, p. 26-35, outubro de 2005.
  • EQUIPE UFO. O Impressionante Depoimento da Médica que Atendeu as Vítimas do Chupa-chupa. Revista UFO, Campo Grande, nº 116, p. 20-29, novembro de 2005.
  • CHAVES, Pepe. Como as assombrações da Amazônia se tornaram as assombrações de um homem: Coronel Uyrange Hollanda. Revista UFO, Campo Grande, nº 116, p. 30-36, novembro de 2005.
  • PETIT, M. A. Dossiê Amazônia: O ultimo depoimento de Uyrangê Hollanda fornece inspiração para reflexões. Revista UFO, Campo Grande, nº 117, p. 14-20, dezembro de 2005.
  • ATHAYDE, Reginaldo. Os ataques do chupa-chupa começaram no Ceará. Revista UFO, Campo Grande, nº 117, p. 22-23, dezembro de 2005.
  • GEVAERD, A. J. Não cedi às pressões dos militares. Revista UFO, Campo Grande, nº 117, p. 24-31, dezembro de 2005.

 


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