Pouso em Port Coquitlan

Em 16 de agosto de 1974, um disco voador pousa em zona rural, em Port Coquitan, Vancouver, no Canadá, deixando vestígios físicos no local.


Equipe CIPEX

Sumário:


 

 


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Introdução

Por volta das 8 horas da noite, de 16 de agosto de 1974, ocorreu um interessante caso ufológico com vestígios físicos, em uma área a 20 milhas (aproximadamente 32 Km) de Vancouver, no Canadá. Nesta ocasião, 3 garotos voltavam para casa, em Port Coquitlam, quando observaram um objeto em formato de pires, aproximar e pousar nas proximidades de onde se encontravam.

Os protagonistas do caso, eram David B., de 8 nos, e Steven e Henry Stillie, de 7 e 10 anos respectivamente. Junto deles havia um gato de estimação, que vinha a tiracolo. Pouco depois de entrar em uma área de bosque, o animal mostrou-se visivelmente assustado, quase ao mesmo instante em que os garotos começaram a ouvir um estranho zumbido. O gato saltou e correu vários metros e misteriosamente parou e cambaleou para o lado, como se estivesse morto. O comportamento do gato assustou os garotos que não sabiam o que estava acontecendo. Eles então olharam na direção de onde vinha o som e perceberam a presença de um estranho objeto, em forma de disco, suspenso, sobre as árvores. Ele era circular e tinha luzes intermitentes, nas cores vermelha, verde e branca. O aparelho aproximava-se da posição em que os garotos se encontravam. Com a aproximação do objeto o som foi tornando-se mais e mais alto chegando a tornar-se insuportável, obrigando-os a tampar os ouvidos.

Estranhamente, o gato que aparentava desacordado, aproximou-se de seu dono que o pegou no colo. Ao pegar o gato, este o arranhou. Enquanto isso, o estranho objeto alterou seu curso e seguiu em direção à um areal a aproximadamente 45 metros dos garotos. Já próximo ao chão, o objeto baixou três suportes curtos, com os quais se apoiou no solo. Ao pousar no local o aparelho emitiu um jato de ar que criou um redemoinho que cobriu os meninos de poeira. Junto ao jato de ar quente e à poeira, os garotos observaram uma espécie de fagulhas azuladas subindo do solo.

Os irmãos Stillie entraram em pânico e saíram correndo do local. David permaneceu um pouco mais no local e observou que o objeto era parecia-se com dois pratos colocados boca a boca, com um detalhe lateral como se fosse uma porta que também foi confirmada pelos outros garotos. Outro ponto coincidente nos depoimentos refere-se ao fato de não haverem janelas no objeto. Logo David também entrou em pânico e correu para casa. Ao chegar lá seus pais perceberam que ele estava muito assustado e levou algum tempo até que se acalmasse. Ninguém acreditou de imediato no relato dos meninos e em função disso, naquele dia ninguém foi até o local inspecioná-lo. Somente no dia seguinte, uma vizinha, a senhora Lola interessou-se pelo caso e acompanhou os garotos até o local.

Ao chegar no local ela percebeu que havia uma marca circular composta de material carbonizado. Dentro deste círculo haviam três marcas produzidas pelos suportes do objeto. Eles apresentavam-se como um recorte denteado. A senhora Lola resolveu coletar amostras no local de pouso. Enquanto fazia a coleta sentiu um formigamento em seus dedos que perdurou por mais de uma semana. Quando chegou em casa, a vizinha ligou para a Real Polícia Montada Canadense.

Entre o material coletado pela senhora Lola, havia uma substância estranha que foi enviada para análise tanto na Universidade Simon Fraser quando na Universidade da Colúmbia Britânica. O Dr. Pasznar, da UCB, que foi um dos cientistas responsáveis pela análise, concluiu que não houve contaminação radioativa nas amostras, nem distorções magnéticas. Outro cientista envolvido, Tom Bennett, técnico nuclear da Simon Fraser, tentou reproduzir a substância carbonizada a partir do material presente no local do pouso. Após testar diversas amostras diferentes, sozinhas ou combinadas entre si, o pesquisador não conseguiu reproduzir a substância. Ele detectou que na amostra carbonizada coletada dentro do vestígio físico haviam elementos não disponíveis no local do pouso. Através de análise de espectômetro de raios - X, detectou-se uma elevada e extraordinária quantidade de de zinco.


Representação do disco observado no caso de Port Coquitlan

Detalhe de uma das marcas deixadas no solo pelo disco voador

Local do pouso em Port coquitlan

Grahan Conway (à esquerda), pesquisador do caso, com o repórter do The Port Coquitlan Catalyst (ao centro), e o técnico nuclear Tom Bennett (à direita)


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Referências:

- Livros
  • BONDARCHUK, Yurko. UFO - Observações, Aterrissagens e Sequestros. Tradução de Wilma Freitas Ronald de Carvalho. São Paulo: Ed. Difel, 1982.

 


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- Outros
  • Rutkowski, Chris. "The Langenburg CE2 Case: When UFOs Left Their Mark," in "UFOs: 1947-1997" edited by Evans and Stacy (1997)
  • Edmonton Journal (Edmonton, Alberta, Canada), Sept. 4, 1974. (reprinted in FSR 1974 No. 3)