O Caso do Embornal - A Pesquisa da SBEDV

Um dos mais importantes casos de contato imediato da Ufologia Brasileira ocorreu em Baependi, sul de Minas Gerais, em 16 de maio de 1979.
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Página 2 - A Investigação do CEVAPPA


Página 3 - A Pesquisa da SBEDV


Página 4 - Entrevista com Arlindo Gabriel dos Santos


SBEDV - Pesquisa

A Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), uma das pioneiras na pesquisa ufológica nacional, realizou investigações sobre o Caso do Embornal em três ocasiões: em 1° de dezembro de 1979, 22 de dezembro de 1979 e 17 de fevereiro de 1980. Em seu Boletim 132/135, de agosto de 1980, ela apresenta um relatório de sua investigação em Baependi (MG), a qual transcrevemos alguns trechos abaixo:

“Afim de colher mais dados sobre o caso, pusemo-nos em campo. Tivemos um bom acolhimento por parte da família da testemunha e uma grande ajuda em nossas pesquisas.

Tivemos também, oportunidade de ver os negativos e admirar as ampliações, aqui reproduzidas.

Como contribuição maior, descobrimos um magnetismo, (bastante aumentado) na extremidade do cano da espingarda, com a qual Arlindo, a tiracolo, havia entrado na nave extraterrestre.

Este ultimo dado, representa um valioso indício, já que se diz que os extraterrestres conseguem vencer as enormes distâncias interplanetárias e interestelares, por meio da atração de seus potentes eletroímãs.

Considerações sobre provas materiais do episódio

As fotos (itens I a V)

As fotos de Arlindo, 11 películas de 42 x 42 mm (veja as cópias de “contato” fig n° 1 a 11), estão contidas num rodo do filme n°. 127; isochrom pan 21.

As películas de n°. 5 a 9 nada registram, provavelmente, pelo nervosismo do fotógrafo e/ou ausência ou funcionamento defeituoso do controle de exposição da máquina Tuca. As de n° 10 e 11, as duas ultimas do filme, são fotos de familiares de Arlindo.

O primeiro objeto registrado – películas 1 e 2, veja pequeno circulo na fig1 e 2 – foi ampliado aproximadamente 12 vezes em A.1 e A.2 – veja circulo maior – igual procedimento foi adotado com o segundo objeto – figs. 3 e 4, respectivamente B.1 e B.2 – e também com o terceiro objeto – figs 6, 7 e 8, respectivamente C.2 e C.3. somente a película C.2 teve aumento maior que o resto.

Com relação às fotos e ao fotógrafo poderão ser feitas as seguintes considerações:

I – Honestidade do fotógrafo

É freqüente os “experts” ufológicos governamentais suspeitarem da honorabilidade do fotógrafo de DV especialmente quando se trata de contato amistoso. No passado isto aconteceu com George Adamski. Desse modo, a reação destas pessoas no caso Arlindo constituirá uma forma de avaliar a reação da política ufológica terrestre no presente.

II – Qualidade da lente da máquina Tuca

Parece que a lente precisava de uma rigorosa limpeza e/ou que ela é demasiadamente simples e fraca para permitir uma ampliação 12 vezes maior de detalhes fotografados (a falta de sofisticação da lente produz uma falha no “Power of resolution”).

Lembramo-nos de ter lido artigos que explicavam a possibilidade científica de serem corrigidas deficiências de fotos feitas, tanto por lente de qualidade inferior quando por uma focalização incorreta (da distância do objeto). Para tal seriam levados em consideração a distância focal da lente, a constituição da lente propriamente dita e a distância do objeto fotografado. A correção seria feita através de calculo matemático, em computador acoplado a recursos de aparelhos óticos complementares. Estes recursos só são possíveis nos laboratórios multinacionais ou governamentais, hostis à Ufologia e, portando à publicação de resultados de confirmação e prova da existência extraterrestres.

III – Complementação dos desenhos pelas fotos

Pelas ampliações do objeto n°3 (C.1, C.2 e principalmente C.3), podemos complementar o desenho deste objeto, colocando, no plano horizontal, uma hélice com os braços levantados obliquamente e ainda uma cúpula central como se vê nas ampliações onde se vê, ainda, que o objeto irradiava luz ou forma de energia capaz de sensibilizar os sais de prata da película (ver fig. “c”).

IV – Cálculo das dimensões dos objetos

Comparando os triângulos semelhantes vistos na figura “N”, o tamanho do objeto poderá ser calculado tomando por base os valores da imagem na película (vista nas cópias de “contato”) e a distância focal da máquina de um lado e o tamanho real do objeto e sua distância do fotógrafo de outro.

Conhecendo-se apenas três destes dados, inclusive a distância focal da máquina fotográfica poderemos calcular a 4ª grandeza (procurada) – o tamanho do objeto fotografado. Para maior precisão, o calculo deverá, considerar o tamanho do objeto nas ampliações e este valor será dividido por 12 (fator da ampliação).

OBSERVAÇÃO

Tentamos em vão adquirir no mercado (cessou a fabricação?) uma máquina fotográfica Tuca. Arlindo doou a sua à Ubirajara, o qual não nos informou ainda sobre a distância entre a lente e a chapa (distância focal).

V – consideração sobre o movimento dos objetos resp. do fotógrafo, durante a tomada de fotos.

Poderá ser considerada a movimentação do fotógrafo ou do objeto – DV – entre uma e outra como, por exemplo, entre C.2 e C.3 pois, enquanto numa se vê o céu como fundo, na outra se vê a serra, à direita.

Possivelmente, entre uma e outra o fotógrafo se moveu para a esquerda.

O magnetismo nas armas

O magnetismo, evidenciado pelo aço das armas, uma espingarda americana CO 28 GA – CHOKI, de 28 mm, e um revolver brasileiro, Castelo, 32 mm, cano curto, foi por nós pesquisado, durante a nossa primeira estada, na casa de Arlindo, e registrava índice muito baixo: ¼ a ½ Gauss, no revólver e ¼ de Gauss, na região do gatilho da espingarda (usando o magnetímetro Perrin-jaquet, Suíça).

Por ocasião da nossa segunda visita ao local, Tadeu, irmão de Arlindo, nos sugeriu a pesquisa do magnetismo, ao longo de todo o cano da espingarda. A surpresa foi grande, quando constatamos, que em direção à boca do cano, tal índice era muito maior; chegando a alcançar uma intensidade, relativamente alta, de quase 2 gauss.

É valido lembrar que a testemunha do caso, Arlindo, entrou no disco, segurando a sua máquina fotográfica com as mãos; o revólver preso ao cinto, à direita; e à esquerda, a espingarda ereta, a tiracolo. Daí, o nosso argumento em relação à boca da arma, ter ficado mais próxima de fontes energéticas; possivelmente, de ordem magnéticas, alojadas no alto da sala circular, no disco voador (ver fig. G).

Durante sua pesquisa, a SBEDV obteve croquis representativos do contato de Arlindo. Ao longo do Boletim já mencionado, os pesquisadores comentam tais croquis e o relacionam com o depoimento ou com a pesquisa desenvolvida. Em relação aos objetos desenhados por Arlindo, os pesquisadores da SBEDV comentam:

"Arlindo, na Figura B, no seu croquis do objeto em vista lateral, por engano desenhoua hélice em planta baixa. Também, no seu croquis do objeto, não enfatizou graficamente a forma ovóide; o leitor então poderá imaginar que teria sido elipsóide. No croquis do 3° objeto (em vista lateral) - fig. C - Arlindo cometeu o mesmo engano que em B, desenhando a hélice em planta baixa".

Conheça este caso mais detalhadamente acessando nosso menu abaixo:

 
Resumo do Caso
Saiba como foi o encontro de Arlindo Gabriel dos Santos com os tripulantes do disco voador.

A Investigação do CEVAPPA
O CEVAPPA foi o primeiro grupo de pesquisa ufológica a investigar o caso. Conheça detalhes da investigação.

A Pesquisa da SBEDV
Relatório de investigação da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV).

Entrevista com Arlindo Gabriel dos Santos
Arlindo Gabriel dos Santos, em entrevista aos pesquisadores do CEVAPPA.

O Embornal de Pano
Saiba como foi a investigação sobre o polêmico embornal de pano.

Os Tripulantes do Disco Voador
Saiba como Arlindo descreve os tripulantes do objeto com os quais teve contato.

Galeria de Imagens do Caso
Galeria de fotografias, imagens e ilustrações sobre o caso.


Comentários (4)

Você está revendo: Caso do Embornal
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CATancini (Domingos Martins ES, Brazil) diz...
Muito curioso este caso ... porém:
1- Os dois amigos do Sr. Arlindo, não viram ou ouviram algo?
2- Quanto tempo durou esta ocorrência?
3- Restou alguma complicação física/saúde para o Sr. Arlindo/
4- Qual a condição meteorologia no evento?
5- Os 'alienígenas' falaram muito porém o que estavam fazendo? Por que 'sondas' se já conhecem nossa Terra?
6- A referência a Deus em ambos os interlocutores me pareceu estranha, humana em excesso, será?
Era isso, porém excelente matéria.
26 April 2017 12.05
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Josi diz...
Sou fã do Portal! Obrigada pelo grande conteúdo, de excelente edição! A partir de vocês que desenvolvi meus estudos em ufologia. Esse caso é magnífico. Gosto dos casos em que há um contato intenso entre os seres e os contatados.
18 April 2017 20.32
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Hernane Alencar (Baependi) diz...
Sou morador da cidade de Baependi, onde o caso ocorreu. Nasci dia 2 de abril do mesmo ano, 1 mês antes do caso e sei que o fato foi muito comentado na época e até hoje faz parte de um dos casos mais intrigantes da ufologia brasileira. Muitos relatos são ocorridos em minha região, moro á 100 km de Varginha, 30 km de São Thomé das letras...
6 July 2016 14.53
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Ézio (Cuiabá) diz...
Eu leio muito sobre o assunto e 3 coisas me chamam a atenção:1) "somos de um lado da costa" - essa resposta é muito vaga, talvez eles nao queriam falar sobre suas verdadeiras origens, talvez haja um protocolo para nao divulgar muito suas origens;2) "Daqui um pouco estaremos em conjunção" (?) Esse seria um evento de uniao entre humanos da terra e humanos extraterrenos? 3) A aparencia desses alienigenas humanos me lembra o caso de Rosa Dainelli na Italia, onde os seres ... Leia mais
16 June 2016 21.39
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Referências:

- Livros
  • BULHER, Walter e PEREIRA, Guilherme. O Livro Branco dos Discos Voadores. Petrópolis: Ed. Vozes, 1983.

 


- Boletins
  • B55 Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 132-135
  • B63 Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 1975

 


- Artigos de Revistas
  • RODRIGUES. U. F. Contato Imediato em Baependi (MG). OVNI Documento, Rio de Janeiro, nº 5, p. 8-16, out/dez 1979.
     

 


- Documentos Oficiais
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