O Caso do Embornal - Entrevista com Arlindo Gabriel dos Santos

Um dos mais importantes casos de contato imediato da Ufologia Brasileira ocorreu em Baependi, sul de Minas Gerais, em 16 de maio de 1979.
Você está aqui:
Página Inicial >> Casos Ufológicos >> O Caso do Embornal - Entrevista com Arlindo Gabriel dos Santos

Página 3 - A Pesquisa da SBEDV


Página 4 - Entrevista com Arlindo Gabriel dos Santos


Página 5 - O Embornal de Pano


SBEDV - Pesquisa

Sumário:


 

 


Em Ufologia, honestidade é tudo. Ao copiar material deste site cite a fonte, assim como fazemos em nosso site. Obrigado!

 

Introdução

Transcrevemos a seguir trechos da entrevista realizada por pesquisadores do Centro Varginhense de Pesquisas Parapsicológicas (CEVAPPA), com Arlindo Gabriel dos Santos, protagonista do contato de terceiro grau na zona rural de Baependi, Sul de Minas Gerais, e publicado na Revista OVNI Documento, n°5, de outubro/dezembro de 1979.

Senhor Arlindo, qual é o seu nome completo?

Arlindo Gabriel dos Santos.

Quantos anos o senhor tem?

Trinta e dois.

O senhor tem fazenda aqui?

Tenho.

É de sua propriedade mesmo?

De minha propriedade particular.

Onde fica localizada esta fazenda?

O lugar é na fazenda do sobrado.

Quantos quilômetros daqui, mais ou menos?

Daqui lá, tem 42 a 43 quilômetros.

O senhor fica lá o dia todo?

Fico.

Quais são as suas funções lá na sua fazenda?

Bem, lá tenho vacas, café não.

No momento o negócio de café não está compensando muito, não é?

[Risadas]

Arlindo, nós ficamos sabendo, por intermédio de outras pessoas e jornais, que o senhor viu naquelas paragens alguma coisa estranha. E que o senhor fotografou isso. Gostaria então que me dissesse quando foi que isso aconteceu.

Como que foi né?

Quando?

Foi no dia 16 de maio.

A que horas mais ou menos?

Era mais ou menos dez e meia.

Da noite?

Do dia.

Então o senhor nos conte como foi tudo, desde o começo, com o máximo de detalhes.

Estávamos eu e mais dois companheiros, caçando há seis quilômetros da sede da fazenda. A certa altura, resolvemos nos separar. Fomos cada um para um lado. Eu entrei em um mato, e, quando saí do outro lado, num campo após uma vala, avistei um aparelho que desceu. Aí eu fiquei muito cismado com aquilo e cheguei lá para ver. Aí quando eu cheguei lá, avistei um aparelho numa baixada, numa distância que já foi medida, de 180 metros.

Este aparelho como era?

Este aparelho, quando eu o avistei, tinha forma de um poste, mais ou menos uns dois palmos de largura por um metro e meio de altura. Ao, meio cismado, com a “Kodak” no embornal...

O senhor tinha ido lá pra caçar?

Aí tirei a máquina... Sim, para caçar.

E durante essas caçadas, o senhor leva sempre sua câmera?

Levo. Não foi a primeira vez que eu levei. Alguma vez a gente leva. Então eu resolvi levar somente para a gente brincar. Quando eu vi aquilo, resolvi tirar a câmera do embornal, rodei o filme e fotografei aquele aparelho. Depois fiquei apreciando aquilo e aquilo de repente desapareceu e eu não vi para onde ele foi.

Desapareceu na sua vista?

Na minha vista. Não vi para que lado ele desapareceu e fui até o local. Quando cheguei mais embaixo, de repente desceu na minha frente outro aparelho. Tinha a forma de uma piorra, com um metro e pouco de altura e em cima tinha um hélice girando.

O aparelho tinha um metro e pouco de altura, ou estava a essa altura do chão?

Era um metro e pouco de altura, o tamanho do aparelho. Por baixo, ele tinha uma ponta que parecia uma ponta de espada. Aquilo veio, desceu na minha frente, e eu parei. Parei, troquei o filme logo.

Como? O senhor trocou o filme? Ele já tinha acabado?

Não. Eu passei o filme. E fotografei o aparelho. Aí fiquei parado, de repente fez “chiuuu”! Deu aquele sopro, e aquilo se transformou numa fumaça. Eu fiquei meio encabulado, passei o filme de novo e fotografei. Saí. Quando eu andei poucos metros, desceu um outro. Este, tinha a forma de um barril, com um metro e meio, ou mais de altura. Desceu, bateu no chão, cai-não-cai, balançou, aí se afirmou. Tinha uma hélice grande com asas do lado e o hélice estava girando poucas voltas. Ele era listado de vermelho e branco. Tinha a forma de um barril. Ao que eu olhei, rodeio o filme e fotografei de novo.

O senhor tirou três fotos?

Três. Aí saí. Quando andei uns dez metros ele tinha desaparecido e desceu um aparelho muito grande. Este tinha a forma de um ovo, todo branquinho, mais ou menos uns 10 metros. Em cima ele tinha uma ponta. Dos lados do aparelho tinha uma asinha que parecia uma asa de peixe. E de um lado e do outro, da asinha, tinha umas janelinhas. Quando ele desceu, a uma distância de 1,5 ms, de mim ele parou. Fez um barulho esquisito, feito um motor que está afogado.

Este era muito grande?

Era do tamanho de uma casa.

Este aparelho grande, desceu dentro do mesmo buraco ou era em um campo?

No mesmo lugar.

E o espaço? Tinha muito espaço para ele poder descer?

Era grande. Quando ele desceu, eu vi sair dele 4 pés.

Como eram esses pés?

Pareciam uns pés chatos, com uma espécie de latinha... com uma largura de uns seis ou sete centímetros. (!)

O senhor viu alguma janela neste ultimo aparelho?

Aí, quando deixei minhas coisas no chão e tornei a passar o filme, levei a “Kodak” para fotografar, deu um relâmpago!

Relâmpago? Luz?

Deu aquele relâmpago na minha vista, me ardeu os olhos, fiquei apavorado com aquilo, soltei as coisas da mão e corri. Quando corri uns 10 metros ele me prendeu.

Quem prendeu?

O aparelho. Me prendeu, eu quis sair...

Quer dizer: o aparelho estava lá e o senhor tentou andar e não conseguiu?

Não. Aí eu corri. Quando deu aquele relâmpago que me atrapalhou a vista, eu senti medo e corri. Quando eu corri um pouco, fiquei preso. Eu não vi o que me prendeu, mas...

Não conseguiu se mexer?

É. Não podia me movimentar. Aí eu fiquei nervoso, essa hora, e quando eu olho para trás tinha dois homens. Com aquele capacete, borracha, luvas...

Era mesmo capacete, ou uma espécie de boné?

Era capacete mesmo.

Estava muito apertado na cabeça dele?

Ah... o modelo era quase do tamanho da cabeça dele mesmo. Vi também um tamborzinho nas costas, dele saía um cano, que fazia uma volta, e se prendia no alto da cabeça. Na frente era de vidro. Eu só via o rosto deles. Fiquei nervoso essa hora e os homens me pegaram cada um num braço. Falei pra eles: “Pelo amor de Deus, me soltem!”. Eles então disseram: “Em Deus nós todos somos irmãos!”

Ele lhe disse isso com a boca?

É. Mas o som saía pelo tamborzinho nas costas.

Mas ele mexia com a boca ao falar?

A boca mexia. Mas a voz parecia que não era na frente. Era do outro lado. Então ele falou assim: “Em Deus nós todos somos irmãos!”. Não fazemos mal à ninguém. Apenas queremos uma informação”. E me levaram para o aparelho. Quando eu cheguei perto do aparelho, senti que ele era frio.

Dentro?

Fora do aparelho. Quando cheguei perto, senti um ar frio. Ali, um homem em pé, numa escada, com 4 degraus. Então o homem tava em pé, eu cheguei meio nervoso, olhando prum lado e pro outro... ele vai e pergunta prá mim...

Este também tinha capacete?

Tinha capacete. Da mesma forma, igual aos outros.

E o rosto dele, era diferente do dos outros?

Era diferente. Então ele me perguntou se eu não dava notícia se foi visto uma “ZURCA” ali por perto.

Como?

Uma “Zurca”.

Zurca?

É, em terra. Falei que não. Perguntei então o que era “Zurca”. Ele disse que era um aparelho que eles “transmitiram” de lá para cá, em comunicação como todos os aparelhos daqui da Terra. Disse que ele tomou contato com uma “linha universal” e desregulou o rotor e queimou a transmissão do aparelho. Aí falei que não e perguntei de onde eles eram. E disseram: “Nós somos do lado de uma costa”. E não perguntei nada. E me disse: “Tu tens inteligência? Tem cultura?” E falei: Não. Então ele me deu a mão direita e me levou prá dentro da nave, junto com seus companheiros dele.

A mão dele tinha luva?

Tinha. Era frio e liso.

Nesse momento o senhor já estava dentro do aparelho, ou na escada?

Não. Ele pegou minha mão, eu subi a escada de quatro degraus, e entrei no aparelho.

Como era a porta?

A porta era quadrada, com mais ou menos 1 metro e pouco.

O senhor notou algum controle para abrir essa porta?

Não. Já estava aberta quando entrei.

E a temperatura dentro do aparelho?

Parecia que eu estava dentro de um outro mundo. Era meio frio, esquisito, com um cheirinho de poeira. Tinha dois outros homens sentados numa cadeira poltrona.

Os homens estavam de capacete também?

Estavam de capacete, da mesma forma.

De que cor era a sua roupa?

Era preta.

O senhor observou seus olhos?

O olho deles era meio rasgado, puxado, o nariz reto, a boca rasgada também, como estivessem rindo.

Lábios?

Lábios finos, as feições eram como a de um homem como nós, sem barba. Esses homens estavam fazendo barulho, batendo máquina. Batendo máquina.

Batendo máquina?

É. Batendo máquina, mas não posso descrever essas máquinas, não eram de escrever sei lá! Eram máquinas esquisitas e eles batiam... de repente se levantaram, conversando um com o outro, chacoalhando a cabeça, mas eu não compreendia nada. Então saiu de uma sala uma moça vestida de branco, luvas...

Capacete?

Não. Essa não tinha. Cabelo assentado dos lados, cor da pele morena, bonita moça. Olhos, nariz e boca eram da mesma forma dos outros. Mesmo modelo; ombro esburrachado, baixinha.

E a cor do cabelo dela?

Era escuro. (posteriormente, no dia 25/6/79, o senhor Arlindo escreveu uma carta ao relator, corrigindo o que na fita dissera quanto aos cabelos da suposta mulher. Segundo ele , errara ao conceder a entrevista e agora ressalvava: “acho que no meio desta gravação, a moça é loira e do rosto rosado, e usava um aparelho no ouvido como se fosse um ouvidor de telefone. Acho que foi dito morena clara. Se estive gravado, poderá acertar, eu confundi, é rosado.”). Aí eu notei que ela era muito diferente de nós... não era uma pessoa comum, tinha um aparelho no ouvido, um ouvidor, não sei como é que era. Ela conversou com um rapaz, olhou para mim, ele pôs as mãos nas minhas costas e me levou lá num cômodo. A moça na frente,eu no meio e o moço atrás. Quando ele pôs a mão nas minhas costas, eu entrei num corredor.

A moça falou alguma coisa para o senhor?

Na hora não. Quando me levou no cômodo, tinha um aparelho em forma de uma geladeira, maior.

Tinha algum móvel sem ser essa espécie de geladeira, tipo sofá, cadeira?

Isso era diferente. Lá dentro não tinha não. Eu só vi o tal aparelho. Então o homem apertou um botão e aquele aparelho acendeu. Era repartido em duas partes. Parecia uma pedra de marfim, de mais ou menos um meio metro quadrado. Quando o homem mexeu no botão ele acendeu. A moça então pegou uma varinha e quando o aparelho acendeu, ela mostrou pra mim a Terra, a Lua e o Sol. Eu fiquei quieto, não dei resposta e nada perguntei. A Terra foi movimentando, movimentando e desapareceu. Quando a Terra desapareceu, apareceu uma mancha do outro lado. Então a moa falou: “Aqui é onde nós estamos: Nós viemos aqui gastando poucas horas. De acordo com a movimentação da Terra, temos um contato com o Sol, a Lua e a Terra”.

Mas não lhe disseram de onde vinham?

Eu não perguntei. Então ela fez a explicação para mim, mas eu achei que esse lugar dela não era na Terra, porque a nossa Terra sumira e escureceu o aparelho e apareceu uma espécie de mapa. Aí desligou-se o aparelho. Quando nós voltamos, um deles tirou o capacete fora...

Dentro do aparelho?

Dentro do aparelho. Tinha um cabelo baixinho, baixinho mesmo, olhos da mesma forma dos da moça.

E a conformação da cabeça dele?

Igual à dos outros. A não ser o cabelo da testa. Ele não tinha testa como nós não. Então eles falaram para mim assim: “nós somos da mesma matéria, do mesmo sangue e vivemos do mesmo trabalho. Daqui a pouco, teremos conjunção”. Quando eu fui para descer do aparelho, eles disseram: “Desce e protege a vista, que o aparelho condena a vista”. Aí eu desci, estava meio preso e não olhei para trás.

E eles desceram com o senhor pela escada?

Eles ficaram dentro do aparelho. Eu fiquei meio esquisito, meio tonto, chamei pelos meus amigos.

E o senhor não viu o aparelho levantando vôo?

Não vi ele levantar, não vi como ele saiu. Chamei os companheiros, eles vieram perguntando o que tinha acontecido. Eu estava ruim, sentindo enjôo, tontura. Voltamos ao local. Eu tinha deixado uma bolsa contendo bolo, sardinha, tudo tinha desaparecido. No lugar onde o aparelho tinha descido, ficou a marca de quatro pés.

Estão lá até hoje?

Até hoje.

Tem capim queimado lá?

Não, o capim ficou baixo com a marca dos quatro pés.

Quando tudo acabou, o senhor se lembrou de olhar o relógio?

Um companheiro meu tinha relógio, eu estava sem.

Sabe que horas eram?

Eles me falaram que eram uma dez e meia.

Quando começou?

Quando começou.

E quando terminou?

Se não me engano, tinha passado mais de hora.

Antes de começar tudo, o senhor estava junto com eles?

Estava.

Eles não viram nem ouviram nada daquilo que acontecia com você?

Não, a gente tinha se separado.

Porque vocês estavam separados?

Nós marcamos encontro, íamos cada um para um lado, depois nos encontraríamos. Eles não viram nada, nem antes nem depois.

Nós vimos pelos jornais, que o senhor havia tido um problema com uma vaca?

O problema é o seguinte: eu estava caçando. Não queria que dissessem isso e falei que quando tudo aconteceu, eu estava procurando uma vaca que desaparecera.

Porque o senhor não queria que falassem de sua caçada?

É que a guarda florestal anda muito por aqui e a caçada é proibida. Aí resolvi inventar a estória da vaca, com receio de ter problemas.

Sr. Arlindo, este lugar onde aconteceu é muito isolado? Vai muita gente lá?

Não. Lá não vai quase ninguém.

Lá tem muitas montanhas ou é planície?

Tem muita montanha por perto e campo.

Quantos objetos o senhor viu?

Quatro.

Durante isso tudo, durante qualquer das aparições, o senhor sentiu alguma coisa na pele?

Não.

E na hora que entrou no aparelho?

Senti um ar frio.

E depois que voltou para Baependi? O que o senhor sentiu?

Durante muitos dias eu fiquei com os olhos inchados.

O senhor ficou com a menina dos olhos, essa bolinha, dilatada? Sofria da vista?

Não.

Naquele dia, em que tudo aconteceu, dormiu bem?

Dormi, mas fiquei com aquilo na idéia.

Sonhou com alguma coisa?

Sonhei a mesma coisa. Que entrei dentro do aparelho...

No seu sonho, tinha alguma coisa diferente do que realmente aconteceu? O que viu no sonho que não viu no aparelho?

Sonhei que eles me levaram no aparelho, estava num mundo diferente. Fiquei nervoso, aquele mundo era uma coisa esquisita...

Tente lembrar algum aspecto deste mundo que viu no sonho.

Era diferente, o mundo deles, mas não posso dar notícia.

Viu neste mundo edifícios, casas?

Vi muita coisa, mas não sei se era casa

No seu sonho, por acaso, sonhou que eles o estavam examinando dentro do aparelho?

Não.

Posteriormente o senhor notou alguma coisa diferente na pele, como manchas, espinhas?

Não notei nada.

A parte inferior da sua barriga estava dolorida?

Não.

O senhor foi examinado pelo Dr. Evaristo. Foi ele quem lhe mandou chamar, ou o senhor mesmo quis fazer esse exame?

Ele me mandou chamar. Eu fui, ele me disse que meu coração estava um pouco acelerado.

Ele tentou hipnotizá-lo, fazê-lo dormir?

Não.

Uma pergunta que escapou: quando tudo terminou, que horas eram?

Onze e meia.

Para reencontrar seus amigos o senhor andou muito?

Andei muito, fiquei frouxo porque estava me sentindo mal.

O aparelho em forma de piorra, ou seja, o segundo, “rodava”? Muito?

Só a hélice dela.

O que o senhor acha que foi isso tudo que o senhor viu?

Antes de conhecer, eu achava que essas coisas eram daqui mesmo da Terra, algumas experiência que eles estavam fazendo.

Eles quem?

Gente daqui mesmo. Depois disso tenho certeza de que eles são de outro mundo.

O senhor acreditava em disco voador?

Não acreditava. Quando esse aparelho desceu, eu achei que não era daqui, não era da Terra. E lembrei do disco voador.

Sr. Arlindo, o senhor assiste cinema?

Assisto.

Assiste muito?

Muito poucas vezes, porque não moro aqui.

Já assistiu a algum filme de disco voador?

Já assisti na televisão.

Qual?

Não lembro o nome

O senhor gostava desse tipo de assunto? Interessava-se ?

Eu me interessava.

O seu irmão se referiu a um certo relógio. O que é isso?

Esse relógio estava dentro do aparelho. Parecia um relógio de usina, grande, que ficava dando a volta. Ia até no meio e voltava. Aquele aparelho era encantado, tinha muita coisa dentro dele. Alavancas, botões... a cor dele era meio marrom, não sei de que material era.

A cor do aparelho por fora era marrom?

Por fora era branco como uma neve. Por dentro era marrom. O material dele alumiava.

Os homens que o levaram para dentro não tiraram a sua roupa, nem examinaram o seu corpo?

Não. Só se me examinaram e eu não vi. Mas não senti.

A moça que o levou para o cômodo, só fez isso para lhe mostrar o aparelho?

Só.

O senhor disse que havia um homem na escada que o levou para dentro. Tinha a tal moça. Quantas outras pessoas havia?

Dois foram me buscar onde eu estava. Quando eu cheguei no aparelho, tinha mais um e dentro do aparelho, tinha mais dois. Depois, a moça. Tinha cinco homens e uma moça.

O que mais lhe falaram?

Falaram muita coisa, eu não compreendia nada. Muita palavra estranha, não sei que palavras eram.

Eles haviam perguntado se o senhor tinha visto um aparelho que se chamava “zurca” e o senhor respondeu que não. Mas, perguntaram se havia visto naquela hora ou dias antes?

Não falaram nada disso. Só perguntaram se não foi visto.

O seu assunto, foi muito comentando na cidade? Como os jornais ficaram sabendo?

Eu cheguei aqui, e contei para o meu irmão e ele espalhou contando para o jornal de Baependi, que publicou.

O senhor tirou muitas cópias das fotografias?

Por enquanto não.

Quantas mandou fazer?

Primeiro, só revelaram as fotos. Depois, o Dr. Evaristo mandou fazer cópias e levou para o Rio. Depois foram reveladas mais quatro. Eu tirei quatro fotos na hora.

Quanto o senhor entrou no aparelho, estava com a câmera na mão?

Sim

Eles não lhe perguntaram o que era aquilo? Nem tentaram lhe tirar?

Nada disso. Entrei no aparelho de revolver e espingarda. Não mandaram tirar, também não lembrei. O revólver estava na cintura e a espingarda no ombro.

Porque deixou os embornais no chão?

Eu estava com dois. Um ficou no ombro. Eu estava com o corpo preso e deixei o embornal no chão para poder fotografar o aparelho. E ali ficou.

O senhor viu se eles tinham alguma arma, ou alguma coisa que parecesse?

Dentro do aparelho tinha muita coisa, mas nada que parecesse com arma.

O senhor tem alguma coisa a mais a dizer sobre o seu caso?

Por isso é só. Muitas pessoas não acreditam, porque não viram o que eu vi. Mas eu tive o contato e tenho o prazer de falar.

Conheça este caso mais detalhadamente acessando nosso menu abaixo:

 
Resumo do Caso
Saiba como foi o encontro de Arlindo Gabriel dos Santos com os tripulantes do disco voador.

A Investigação do CEVAPPA
O CEVAPPA foi o primeiro grupo de pesquisa ufológica a investigar o caso. Conheça detalhes da investigação.

A Pesquisa da SBEDV
Relatório de investigação da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV).

Entrevista com Arlindo Gabriel dos Santos
Arlindo Gabriel dos Santos, em entrevista aos pesquisadores do CEVAPPA.

O Embornal de Pano
Saiba como foi a investigação sobre o polêmico embornal de pano.

Os Tripulantes do Disco Voador
Saiba como Arlindo descreve os tripulantes do objeto com os quais teve contato.

Galeria de Imagens do Caso
Galeria de fotografias, imagens e ilustrações sobre o caso.


Comentários (4)

Você está revendo: Caso do Embornal
Sort
5/5 (4)
FacebookGoogle+Twitter
Gravatar
Full StarFull StarFull StarFull StarFull Star
CATancini (Domingos Martins ES, Brazil) diz...
Muito curioso este caso ... porém:
1- Os dois amigos do Sr. Arlindo, não viram ou ouviram algo?
2- Quanto tempo durou esta ocorrência?
3- Restou alguma complicação física/saúde para o Sr. Arlindo/
4- Qual a condição meteorologia no evento?
5- Os 'alienígenas' falaram muito porém o que estavam fazendo? Por que 'sondas' se já conhecem nossa Terra?
6- A referência a Deus em ambos os interlocutores me pareceu estranha, humana em excesso, será?
Era isso, porém excelente matéria.
26 April 2017 12.05
Gravatar
Full StarFull StarFull StarFull StarFull Star
Josi diz...
Sou fã do Portal! Obrigada pelo grande conteúdo, de excelente edição! A partir de vocês que desenvolvi meus estudos em ufologia. Esse caso é magnífico. Gosto dos casos em que há um contato intenso entre os seres e os contatados.
18 April 2017 20.32
Gravatar
Full StarFull StarFull StarFull StarFull Star
Hernane Alencar (Baependi) diz...
Sou morador da cidade de Baependi, onde o caso ocorreu. Nasci dia 2 de abril do mesmo ano, 1 mês antes do caso e sei que o fato foi muito comentado na época e até hoje faz parte de um dos casos mais intrigantes da ufologia brasileira. Muitos relatos são ocorridos em minha região, moro á 100 km de Varginha, 30 km de São Thomé das letras...
6 July 2016 14.53
Gravatar
Full StarFull StarFull StarFull StarFull Star
Ézio (Cuiabá) diz...
Eu leio muito sobre o assunto e 3 coisas me chamam a atenção:1) "somos de um lado da costa" - essa resposta é muito vaga, talvez eles nao queriam falar sobre suas verdadeiras origens, talvez haja um protocolo para nao divulgar muito suas origens;2) "Daqui um pouco estaremos em conjunção" (?) Esse seria um evento de uniao entre humanos da terra e humanos extraterrenos? 3) A aparencia desses alienigenas humanos me lembra o caso de Rosa Dainelli na Italia, onde os seres ... Leia mais
16 June 2016 21.39
Página 1 de 1

Adicionar Comentário

* Informação requerida
(não será publicado)
 
Bold Italic Underline Strike Superscript Subscript Code PHP Quote Line Bullet Numeric Link Email Image Video
 
Smile Sad Huh Laugh Mad Tongue Crying Grin Wink Scared Cool Sleep Blush Unsure Shocked
 
3000
 
Notifique-me de novos comentários via email.
 



Referências:

- Livros
  • BULHER, Walter e PEREIRA, Guilherme. O Livro Branco dos Discos Voadores. Petrópolis: Ed. Vozes, 1983.

 


- Boletins
  • B55 Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 132-135
  • B63 Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 1975

 


- Artigos de Revistas
  • RODRIGUES. U. F. Contato Imediato em Baependi (MG). OVNI Documento, Rio de Janeiro, nº 5, p. 8-16, out/dez 1979.
     

 


- Documentos Oficiais
  •  

 


- Vídeos e Documentários
  •  

 


- Sites e Blogs

- Outros
  •