O Gigante de Paty do Alferes (RJ)

Um interessante e pitoresco caso ufológico ocorrido em Paty do Alferes (RJ), com o relato de avistamento de um humanóide de grande estatura.
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Página 3 - Outras Experiências da Testemunha


Página 4 - Comentários Gerais Sobre o Caso


Página 5 - Galeria de Imagens do Caso


Comentáros da SBEDV e Equipe Fenomenum

 

 


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Comentários da SBEDV

Uma vez que não possuímos a privilegiada preclaridade dos ufólogos avançados, a nós surgem mais perguntas do que explicações com relação aos fenômenos observados por Moacir. Entretanto, com respeito ao ufonauta gigante, o que mais nos deixa intrigados é a capacidade deste de adivinhar o que se passava na mente do terrestre contatado, de maneira a deixa-lo exatamente perto do local que ele pretendia visitar: a casa da viúva.

Aliás, caso bastante semelhante está descrito no relato do encontro que o estudante paulista Paulo Coutinho teve com extraterrestres. Paulo estava amargurado pelo seu isolamento dentro do disco voador, à mercê de seus respectivos tripulantes. Ao aflorar em sua mente a saudade dos pais queridos, viu surgir inesperadamente diante dele, numa tela, cena tomada do interior da casa paterna. Nesta cena, o estudante avistou sua mãe chorosa e o pai preocupado pelo repentino desaparecimento do filho (Boletim da SBEDV nº 116/120, págs. 8 e 9).

Em considerando ainda que a esposa de Moacir não enxergou o ufonauta, isto poderia servir como base para controvérsia. “Em passant”, lembramos do relato do CICOANI sobre o caso de Joaquim Murtinho: à aproximação inesperada de uma vizinha da testemunha, todo o time dos extraterrestres tornou-se imediatamente invisível (Bol. Da SBEDV nº 156/161, págs. 72 a 77). Nossa concepção porém é a de que a presença dos ufonautas não havia cessado. Apenas eles se tornaram invisíveis, graças a aparelhos e truques de tecnologia ótica. Com isto em mente, extrapolamos para a possibilidade de, por sua acuidade parapsicológica já comprovada em criança e depois como adulto, Moacir ter conseguido perceber também com essa mesma acuidade parapsicológica a presença do ufonauta, embora este permanecesse “encoberto” para os outros por recursos de ordem tecnológica.

Comentários Fenomenum

Na casuística ufológica, tanto brasileira quanto mundial, existem milhares de casos de avistamentos de tripulantes, que podem ter aspecto semelhante ao humano ou ainda com características diferentes do nosso padrão. Em geral, estes casos envolvem seres com tamanho semelhante ao humano, ou de baixa estatura. Relatos de seres de tamanho maior de 2 metros de altura existem, porém são mais raros e ser associados à elementos folclóricos e/ou mitológicos. Tal pode ser o caso dos semi-deuses do panteão grego e egípcio, que tinham elevada estatura e poderes sobre-humanos. Alguns ufoarqueologistas sugerem que os gigantes descritos em livros sagrados sejam alienígenas ou descendentes destes.

Mesmo casos ufológicos atuais, com grau de estranheza elevado poderiam ser interpretados de forma divina ou demoníaca por certos grupos religiosos, sem conhecimento sobre a casuística ufológica. Tal é o caso do chamado Monstro de Flatwoods.

O Monstro de Flatwoods

O Monstro de Flatwoods, também conhecido como Monstro do condado de Braxton ou o Fantasma de Braxton, tornou-se elemento do folclore da Virgínia Ocidental, nos Estados Unidos. Na noite de 12 de setembro de 1952, cinco jovens encontravam-se nos arredores da cidade de Flatwoods no Condado de Braxton. O grupo observou um objeto luminoso passar sobre eles, aparentemente caindo sobre uma área próxima. Curiosos, eles decidiram ir até o local da suposta queda e chamaram Kathleen May (mãe de dois dos jovens) e Gene Lemon (militar da Guarda Nacional com 17 anos de serviços prestados).

Quando o grupo se aproximava do local da queda acabou surpreendido por uma bola de fogo que tinha aproximadamente 6 metros de diâmetro. Neste momento, um dos meninos presentes observou dois olhos por trás das árvores, ao mesmo tempo em que o cachorro que os acompanhava começou a latir insistentemente.

Quando Lemon apontou sua lanterna para um nevoeiro que cobria a montanha o grupo observou uma enorme figura próxima das árvores. Ela tinha entre 3 e 4 metros de altura, rosto avermelhado e dois enormes olhos verde-alaranjados que brilhavam. A estranha criatura vestia um capuz pontudo e vestes semelhantes ao de um monge.

A misteriosa criatura aparentemente flutuava e logo deslizou em direção ao grupo, emitindo um som semelhante à um assobio. O grupo imediatamente entrou em pânico e todos desceram a colina correndo. Os garotos estavam em estado de choque e Kathleen em aparente estado de histeria. Todos vomitaram por vários horas devido à um cheiro horrível presente no local. Aproximadamente uma hora depois, policiais se dirigiram ao local para investigar o fato e alguns deles também passaram mal devido ao mau cheiro.

Depois do evento, o senhor Willian e Donna Smith, investigadores associados a Civilian Saucer Investigation Group (Grupo de Investigação Civil de Discos), obtiveram um número de relatos de testemunhas que afirmaram ter experiências similares ou fenômenos relacionados. Nesses relatos incluem a história de uma mãe sua filha de 21 anos que afirmaram ter encontrado uma criatura com a mesma aparência e odor uma semana antes ao incidente de 12 de setembro. O encontro relatado afetou a filha de maneira tão ruim que ela teve que ser confinada no hospital Clarksburg por 3 semanas. Elas também garantiram que o estado da mãe do guarda Eugene Lemon, na qual ela disse que no local aproximado da queda, sua casa foi violentamente sacudida e ser rádio cortou sem sinal por 45 minutos e um relato do diretor do quadro de educação local que afirmou ter visto um disco voador decolando as 6:30 na manhã do dia 13 de setembro (na mesma manhã que a criatura foi avistada).

O Caso de Voronezh

Outro caso interessante e com grande grau de estranheza ocorreu na cidade de Voronezh, na Rússia, em 27 de setembro de 1989. Ao final da tarde, vários estudantes e alguns adultos observaram um grande objeto esférico sobrevoando um parque local. Uma portinhola se abriu e por ele surgiu um ser, com quase 3 metros de altura, vestindo um traje, tipo escafandro, com macacão inteiriço. O estranho ser, que possuía 3 olhos no rosto, não apresentava pescoço.

Uma as testemunhas, uma criança, começou a chorar, chamando a atenção do misterioso ser. A criança pareceu congelar. Quando as testemunhas começaram a gritar, o UFO desapareceu, reaparecendo aproximadamente cinco minutos depois.

Em dado momento, o tripulante apontou um tubo para o garoto que chorava e este desapareceu, deixando as demais crianças atônitas. Pouco depois, o tripulante entrou novamente no objeto que decolou. Quando o objeto desapareceu no céu, o garoto desaparecido ressurgiu.

O Caso Sagrada Família

Outro caso clássico de encontro com alienígenas de grande estatura ocorreu na noite 28 de agosto de 1963, no bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Na ocasião, três garotos, Ronaldo, Fernando e José Marcos, saíram ao quintal, para lavar um coador de café em uma cisterna existente nos fundos do terreno. Enquanto José Marcos, abaixou a cabeça para pegar água com uma vasilha, Ronaldo e Fernando notaram uma luz brilhante no céu. Os meninos viram que se tratava de um objeto esférico com mais de 3m de diâmetro que pairava sobre as árvores que ficavam na frente da casa. A esfera estava dividida em quadrados e tinha algo que se parecia com antenas na parte de cima.

Através das paredes transparentes do objeto, os meninos viram quatro seres que estavam vestindo roupas parecidas com as de mergulhadores e capacetes transparentes. Eles estavam sentados em cadeiras de uma perna só. Um tinha a aparência de mulher, a julgar pelo cabelo loiro e longo preso para trás. Os outros, carecas, seriam os homens. Um dos seres, que tinha 3 m de altura, flutuou até o chão através de luzes paralelas que saíram da esfera. Através de seu capacete transparente, que tinha no alto um tipo de antena, os garotos viram que o alienígena tinha apenas um grande olho escuro.

Sobre ele, que se movimentava frequentemente, havia uma protuberância que se parecia com uma sobrancelha. O rosto do gigante tinha uma coloração avermelhada. Ele estava vestido com um macacão com aspecto de couro, com dobras nos cotovelos, peito e joelhos. A roupa era marrom da cintura para cima, branca da cintura até os joelhos e preta para baixo. Com passos firmes e robóticos, o enorme ser for em direção a José Marcos, que estava com a cabeça dentro do poço pegando água. Prevendo a ameaça, Fernando pulou em José Marcos atirando-o ao chão a fim de protegê-lo. O ser, então, olhou para as crianças, que se sentiram sem forças para andar ou gritar, e começou a falar em um idioma estranho, gesticulando com as mãos e a cabeça.

Quando a entidade se moveu para sentar na beira do poço, Fernando correu para trás dela, pegou um pedaço de tijolo e preparou-se para atirar no alienígena. O ser saltou com grande rapidez e um raio de luz amarela saiu de uma área retangular de seu peito, atingindo a mão de Fernando que soltou o tijolo. A criatura, que tinha uma caixa de cor de cobre nas costas, recomeçou a falar e gesticular como se quisesse ser entendido. Quando finalmente desistiu de se comunicar, o alienígena voou de volta para o UFO, que ficou mais brilhante, ascendeu lentamente e desapareceu de vista. Os meninos correram para casa e contaram para a mãe o que tinha acontecido. José Marcos escondeu-se debaixo da cama. O pai de Fernando e Ronaldo encontrou marcas de pegadas com 2 cm de profundidade onde o ser havia andado.

O Caso de Pinhão (PR)

No município de Pinhão (PR), ocorreu outro caso interessante, embora não tenha sido observado qualquer objeto voador na ocasião. Um grupo de amigos caçavam em uma mata na região do distrito rural de Todos os Santos. Era dia e o grupo parou para descansar e comer alguma coisa em uma área de mata nativa, permeado de pequenos arbustos e árvores. O grupo estava embaixo de uma árvore quando observou um homem desconhecido aproximando-se do local onde estavam. O desconhecido surgiu em meio a vegetação, passando a poucas dezenas de metros do grupo. Em dado momento, o misterioso homem passou embaixo de uma árvore, curvando-se para desviar dos galhos, o que deixou as testemunhas espantadas, pois os galhos estavam a pouco mais de dois metros de altura do chão. O misterioso ser, que deveria ter aproximadamente 3 metros de altura afastou-se, entrando novamente em meio a vegetação desaparecendo.

Esses casos citados a pouco são casos que chegaram ao conhecimento dos ufológicos e foram investigados e registrados. Quantos outros não chegaram ao conhecimento dos pesquisadores e não puderam ser investigados e registrados?

Nos links abaixo você pode acessar os artigos originais, publicados pela Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores, referentes ao caso.

 
O Encontro Misterioso
Conheça o relato de Moacir Baiano, referente à um encontro com um ser de aproximadamente 3 metros de altura, em uma área de mata, na região de Paty do Alferes, região serrana do Estado do Rio de Janeiro (RJ).

A Investigação da SBEDV
Relatório de investigação da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV).

Outras Experiências da Testemunha
Além do misterioso encontro com o humanóide gigante, Moacir Baiano teve outras experiências anômalas.

Comentários Gerais
Comentários gerais da SBEDV e do Portal Fenomenum sobre o Caso do Gigante de Paty do Alferes..

Galeria de Imagens do Caso
Galeria de fotografias, imagens e ilustrações sobre o caso.


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Referências:

- Livros
  •  

 


- Boletins
  • Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - edição 168/173, de dezembro de 1986.

 


- Artigos de Revistas
  •  

 


- Documentos Oficiais
  •  

 


- Vídeos e Documentários

 


- Sites e Blogs

 


- Outros
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