Caso Jerinaldo

Jovem esconde-se de disco voador embaixo de uma árvore que acaba sendo queimada pelo aparelho, em caso ocorrido em Acari (RN), no ano de 1991.


Por Jackson Luiz Camargo - CIPEX

Sumário:


 

 


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Introdução

O protagonista deste caso, Jerinaldo Danes, tinha 18 anos de idade e morava em um sítio, a quase 7 km a sudeste de Acari, no Rio Grande do Norte. Em 1991, ele trabalhava na fazenda de seu tio, voltando de bicicleta para casa ao final da tarde, utilizando uma estrada de terra que corta uma fazenda maior, o sítio Ingá. Em uma destas ocasiões, Jerinaldo passou por uma experiência assustadora. Ele passava nas proximidades da sede da fazenda, ouvindo walkman, e tendo o sol poente às suas costas. Nesse exato momento, Jerinaldo observou um objeto luminoso, multicolorido, surgindo por trás de alguns morros e vindo em sua direção. Com a aproximação do objeto, seu walkman apresentou estática. Assustado, Jerinaldo correu para abrigar-se abaixo de uma árvore.

“Estava começando a escurecer quando eu vi uma grande bola de luz vindo na minha direção, a partir das montanhas. Tinha tudo quanto era cor, azul, vermelha, verde. Ela desceu na minha direção e de repente meu walkman se encheu de estática. Fiquei tão assustado que larguei a bicicleta e fui me esconder embaixo de uma árvore. Lá eu fiquei agachado e abracei o tronco. A luz desceu e parou bem acima da árvore. Eu fiquei naquela posição um bom tempo. Tentei olhar para cima, para ver a luz, e as vezes ficava apavorado. Senti muito frio, mas também vinha uma onda de calor, lá de cima. Ficou tão quente que tive medo da árvore pegar fogo”.

Jerinaldo permaneceu agarrado a arvore por aproximadamente 20 minutos. O calor era tão intenso que ele pensou que a árvore poderia incendiar-se a qualquer momento. Olhando em volta ele viu uma cerca de arame farpado, a uns 2 metros de distância, à sua esquerda. Ele correu em direção à cerca, atravessou-a por baixo e correu por aproximadamente 6 metros até chegar a um curral.

“Assim que passei pela cerca, ouvi um estalo alto, como de uma rachadura. Afastei-me um pouco mais e ouvi um segundo estalo! Aí eu vi a árvore cair sobre a cerca, esmagando-a”.

Segundo Jerinaldo, objeto encontrava-se ainda no mesmo local, acima de onde a árvore estivera. Ele estava agachado, com muito medo preocupado com o que poderia ocorrer sem seguida. Felizmente, o objeto apagou-se, acendendo novamente um pouco mais distante. O frio que sentia passou. Ele correu à sede da fazenda para pedir ajuda, sendo atendida pela senhora Sebastiana Sales.

Sebastiana havia testemunhado parte da experiência de Jerinaldo. Naquele final de tarde, ela assistia uma novela na televisão quando seu cachorro começou a latir furiosamente. Ela foi até a janela ver o motivo de tanta agitação.

“Ouvi o cachorro latir muito, enquanto eu assistia a novela. Perdi a paciência e fui até a janela ver porque ele estava latindo. Abri as venezianas e vi um fogo sobre uma árvore. Era uma bola azulada, com uns 60 a 70 cm de diâmetro e soltava fagulhas azuis de eletricidade, ou sei lá o quê. Iluminava toda a área. Fui até a porta e observei. A luz estava muito baixa, tocando a árvore. E tinha um sujeito agachado, embaixo. No começo, não percebi ninguém, porque era muito difícil ver com aquela luz. Achei que ia perder minha novela, por isso fechei a porta e a janela e voltei para dentro de casa, para assistir”, declarou ao ufólogo americano Bob Pratt, que investigou o caso.

“Pouco depois disso, ele [Jerinaldo] começou a bater em minha porta. Estava muito perturbado e disse: ‘Olhe o que aconteceu! Tinha um disco voador encima da árvore!’ Disse-me também que quando a luz chegou perto, ele começou a sentir muito frio. Tinha perdido o boné e jogado a bicicleta no meio da estrada, e queria que eu fosse pegá-la. Mas eu disse que não ia porque a luz ainda estava lá. Nós dois ficamos com medo. Eu disse a ele: ‘Vamos chamar o administrador da fazenda e pedir que vá buscar a bicicleta, pois eu é que não vou lá’. Liguei para o administrador e ele trouxe a bicicleta.

Sebastiana não chegou a ver a árvore caindo, mas ouviu o estalo.

“Ouvi quando ela rachou e quebrou. Era uma árvore muito, muito verde, e bem cedo na manhã seguinte eu fui olhar. Era estranho porque havia umas fibras queimadas e parecia que a árvore tinha sido arranhada por unhas grandes”.

Jerinaldo não sofreu qualquer distúrbio fisiológico decorrente do incidente. Apesar do susto não adquiriu traumas e continua saindo à noite com amigos. O Walkman que portava naquela tarde continuou funcionando normalmente nos dias seguintes.


O protagonista do caso, Jerinaldo Danes

Restos da árvore onde Jerinaldo se abrigou durante o contato com o OVNI

Restos da árvore onde Jerinaldo se abrigou durante o contato com o OVNI

Restos da árvore onde Jerinaldo se abrigou durante o contato com o OVNI

Mapa do estado do Rio Grande do Norte, com indicação das cidades com maior quantidade de casos ufológicos

Bob Pratt, pesquisador original do caso

Livros de Bob Pratt abordando o caso


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Referências:

- Livros
  • PRATT, Bob. Perigo Alienígena no Brasil. Tradução de Marcos Malvezzi Leal. Campo Grande: CBPDV, 2003.

 


- Boletins
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- Artigos de Revistas
  •  PRATT, Bob. Casuística nordestina. Revista UFO, Campo Grande, nº 19, p. 20-22, março/abril 1992.

 


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