O Caso da Escola Ariel - A Investigação de Cynthia Hind

Este caso, considerado um dos melhores casos de contato imediato da história da Ufologia, ocorreu em 16 de setembro de 1994 e envolveu 62 crianças de várias raças e etnias, que testemunharam um espetáculo extraordinário. Elas encontravam-se brincando no parquinho da Escola Ariel, na pequena comunidade agrícola de Ruwa, Zimbábue. Os estudantes, com idades variando entre 5 e 12 anos, descreveram e desenharam o mesmo cenário: uma frota de UFOs, um dos quais desceu ao solo próximo à escola e dois “pequenos homens cinzas, com pescoços finos e grandes olhos” que alertaram uma criança sobre cuidados com o planeta.
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Página 1 - O Caso da Escola Ariel


Página 2 - A Investigação de Cynthia Hind


Página 3 - A Investigação de John Mack


Por Jackson Luiz Camargo

Sumário:


 

 


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Introdução

O dia 14 de setembro de 1994 começou como um dia normal na vida de Cynthia Hind. À tarde, temperaturas dificilmente baixam com a quente primavera das terras altas do Zimbábue, o país ao sul do grandioso Rio Sambesi.

Cinthia Hind foi informada sobre o caso no mesmo dia em que ele ocorreu e imediatamente iniciou suas investigações.

Uma das primeiras pessoas a ser entrevistava chamava-se Alyson Kirkman, terapeuta da escola, que atendia na cantina da escola e que foi uma testemunha indireta dos fatos. Como outras mães, a psicoterapeuta ajudava na cantina da escola. Ela declara:

“Luke Nell (12 anos na ocasião), veio correndo para mim e me disse todo excitado que havia visto um pequeno homem com um uniforme prateado e com um laço prateado na parte de trás de sua cabeça andando ao redor do parquinho”, enquanto agarrava-se na perna dela. Inicialmente ela pensou que fosse uma brincadeira das crianças. Ela continua: “Mais crianças chegaram e eles todos estavam realmente excitados. Eles contaram que algum tipo de objeto voador branco pousou talvez a 100 metros de distância do parquinho. Ele era brilhante e várias crianças ouviram um estranho zumbido no ar. Com a aproximação, as crianças ficaram muito assustadas, especialmente uma pequena garotinha”.

Outra filha de Alyson, Fifi, na época com 10 anos de idade, declarou à ufóloga ter visto uma luz brilhante prateada que pousou atrás das árvores enquanto um zumbido estranho pode ser ouvido. Várias crianças viram o estranho tripulante de olhos negros, mas Fifi estava longe demais para ter visto a entidade.

Outro aluno entrevistado pela ufóloga foi Barry Downing, na época com 11 anos que declarou: “Primeiro eu vi a multidão no final do parquinho e então eu vi o objeto. Ele era cercado por um anel de luzes piscantes e em seguida uma luz brilhante surgiu e o objeto desapareceu e imediatamente apareceu em outro lugar. Isso aconteceu por três vezes. Então, algo que parecia uma pequena bala preta desceu e pousou perto das árvores. Algumas crianças viram um pequeno homem que apareceu no topo do objeto, vestido de preto, com um pescoço longo e fino e olhos como bolas de Rugby. O pequeno homem desapareceu e reapareceu enquanto estávamos sendo atingidos por um sopro de vento”.

Fungai Mavengare, um terceiro estudante, pôde observar dois pequenos homens que desceram para fora do objeto e caminhou para lá e para cá diante dos olhos dos crianças como se fossem intrigado. Seus movimentos parecia ocorrer em câmera lenta.

O quadro do que tinha acontecido na escola Ariel, na manhã de 16 de setembro, tornava-se cada vez mais claro para Cynthia. Estava claro que tratava-se de um caso com dimensões que ela nunca havia visto antes.

Na segunda-feira de manhã, Cynthia conheceu Tim Leach, e, juntamente com o filho de Cynthia, Michael, o técnico Gunter Hofer e um operador de câmera concentraram-se em analisar o local de pouso, com magnetômetros, detectores de metais e contadores Geiger. Seguindo as orientações dos alunos, que indicaram o local exato do pouso. No local indicado nada foi encontrado ou detectado. Não haviam quaisquer indícios do objeto. Também foram realizadas buscas em áreas adjacentes, mas igualmente nada foi encontrado, embora testemunhas tenham declarado que após o pouso haviam centenas de formigas mortas no chão.

Guy Gibbons, brincava no parquinho quando ouviu o alvoroço das crianças. Ao olhar na direção que as crianças apontavam ele viu “este objeto arredondado, no chão, com algumas coisas pequenas em volta. Enquanto ele observava o objeto com fascinação, um homezinho desceu do objeto e andou nas proximidades. O homem tinha a altura de um aluno da 6ª série. Ele tinha um cabelo longo e preto e vestia um uniforme justo de cor escura. Seus olhos eram extremamente largos e algo inclinado. Ele tinha um pequeno buraco na região da boca. Eu não pude ver o nariz. Enquanto eu estava assistindo isso, duas pequenas meninas começaram a chorar. Eu andei até elas e perguntei por que elas estavam chorando. Elas disseram que estavam com medo de que o pequeno homem viesse à devorá-las”. Ao ouvir isso, Guy também ficou assustado.

Aparentemente, as crianças acreditaram que o estranho ser era um tokoloshim, uma figura do folclore local, devorador de crianças. As mães daquela região da África dizem aos seus filhos que se eles não se comportarem o tokoloshi virá devorá-los.

Quando o garoto chegou em casa, seus pais não acreditaram no que ele contara. Mesmo sabendo que o garoto não mentiria, eles não conseguiram pensar na possibilidade de acreditar na história de seu filho.

Analisando os depoimentos, percebem-se várias características comuns, como por exemplo a sequencia dos fatos, o pouso, a aparência do objeto, a aparência dos seres e em inúmeros outros detalhes.


A ufóloga Cynthia Hind, analisando os desenhos das crianças

Testemunha aponta para a ufóloga o local onde o UFO pousou

Cynthia Hind e Colin Mackie observam o local do pouso

Conheça detalhes sobre o caso nos links abaixo:

O Caso da Escola Ariel
Conheça os detalhes do avistamento de 16 de setembro de 1994

A Investigação de Cynthia Hind
Conheça os detalhes da investigação da ufóloga Cynthia Hind

A Investigação de John Mack
Conheça os detalhes da investigação do ufólogo John Mack

A Investigação de Michael Hesemann
Conheça os detalhes da investigação do ufólogo Michael Hesemann


Galeria de Imagens do Caso
Fotografias, desenhos e croquis, relativos ao caso.

Comentários (1)

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Rose rago (São Paulo, Brazil) diz...
Não tem como contestar, os desenhos feitos pelas crianças....falam tudo!
18 August 2016 17.26
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