O Caso da Escola Ariel - A Investigação de Michal Hesemann

Este caso, considerado um dos melhores casos de contato imediato da história da Ufologia, ocorreu em 16 de setembro de 1994 e envolveu 62 crianças de várias raças e etnias, que testemunharam um espetáculo extraordinário. Elas encontravam-se brincando no parquinho da Escola Ariel, na pequena comunidade agrícola de Ruwa, Zimbábue. Os estudantes, com idades variando entre 5 e 12 anos, descreveram e desenharam o mesmo cenário: uma frota de UFOs, um dos quais desceu ao solo próximo à escola e dois “pequenos homens cinzas, com pescoços finos e grandes olhos” que alertaram uma criança sobre cuidados com o planeta.
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Página 3 - A Investigação de John Mack


Página 4 - A Investigação de Michael Hesemann


Página 5 - Galeria de Imagens do Caso


Por Jackson Luiz Camargo

Sumário:


 

 


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Introdução

Em 13 de março de 1997, o ufólogo Michael Hesemann esteve no Zimbábue para investigar o caso da Escola Ariel. Ele entrevistou alguns alunos pessoalmente confirmando os detalhes já levantados por Cynthia Hind e John Mack.

Uma das alunas entrevistadas por ele é Pillay Lisel, já 13 anos de idade, que contou animadamente suas lembranças do episódio. Para Pillay, o que ela observou naquela manhã era uma nave espacial.

Confira trechos do depoimento de Pillay Lisel:

Pillay Lisel: “Eu vi várias luzes acenderem, da largura de barragem (havia uma barragem em um pântano próximo que ela usou como referência). Repentinamente, nós vimos uma estranha coisa prateada. Meus amigos e eu corremos para ver o que era. Ele era arredondado, como uma bala de prata ou platina. Depois nós vimos alguém sair dela. Ele vestia um traje preto, justo e parecia pequeno. E seus olhos eram grandes e negros. Seus rosto estava um pouco coberto. Os professores estavam em um encontro. Nós fomos até eles contar o que havia acontecido, mas eles não acreditaram em nós. Depois eles vieram para fora conosco, mas a nave já havia ido embora”.

Michael Hesemann : A nave, o seja lá o que for, voou sobre as árvores?

Pillay Lisel: Não, nós apenas vimos as luzes piscantes. Depois, repentinamente, nós vimos isso perto daquelas pedras lá. Depois nós vimos essa pessoa que veio descendo para fora e que depois nos encarou. Nós todos ficamos assustados com isso. Foi por isso que fomos contar aos professores.

Michal Hesemann : Quanto tempo o avistamento durou?

Pillay Lisel: Eu acho que 3 minutos até ele desaparecer.

Michal Hesemann : Todas as crianças viram isso?

Pillay Lisel: Sim. Nós todos vimos. Quase todos. Eu tenho certeza que todos viram porque o parquinho estava cheio de crianças.

Michael Hesemann : Aquela criatua que você viu, como ela se parecia?

Pillay Lisel: Nós vimos duas pessoas. Uma tinha um longo cabelo preto, o outro era careca, e os tinham grandes olhos. Todas as crianças menores estavam assustadas e chorando. Sua pele parecia brilhante, ele era bem baixo, tinha grandes olhos negros. Eu não pude ver seu nariz, não havia nada. E sua boca era muito pequena. Ele ficou de um lado daquela coisa, o segundo ficou do outro lado. Um deles tinha cabelo preto e longo, e o outro era careca, e os dois tinham aqueles olhos grandes. Tudo isso aconteceu de frente para as árvores, mas era difícil de olhar com o capim alto.

Michael Hesemann : O que você pensou quando você viu os tripulantes? O que você pensou que eles vieram fazer?

Pillay Lisel: Eu pensei que eles vieram nos alertas algo sobre o que estamos fazendo com nosso mundo. Ao olhar para eles, de alguma forma você poderia dizer que eles eram inofensivos e que eles não queriam nos prejudicar. Todos nós trocamos ideias entre nós sobre os motivos de eles virem até aqui e a maioria das crianças compartilham os mesmos pensamentos.

Michael Hesemann : Você pensou nisso em outras ocasiões posteriores? Você chegou a sonhar alguma vez com isso?

Pillay Lisel: Eu sonhei com isso, sim. Eu tive horríveis pesadelos. Eu sonhei que eles estavam vindo até minha cama para me buscar. Mas isso acabou.

Michael Hesemann : Você já esteve no lugar onde a nave pousou?

Pillay Lisel: Eu não. Eu tive medo, mas nossa professora foi até lá e ela nos contou que ela viu várias e várias formigas mortas e pássaros mortos caídos lá.

O ufólogo alemão entrevistou outras crianças testemunhas desse importante caso. Uma delas é Trisha Nell (na época 12 anos de idade). Confira partes do seu depoimentos:

Nós vimos um grupo de crianças encolhidas num canto do parquinho e nossa colega Amy veio ver o que estava acontecendo. Havia um objeto brilhante lá no mado. Todas as crianças disseram ter visto alienígenas ou coisas assim, mas os professores disseram “esqueça, isso não foi nada”. Eu não vi aliens ou algo parecido, mas eu fiquei com medo e me afastei o quanto pude. Eu vi apenas um objeto brilhante e muitas luzes ao redor dele.

Outra estudante, Emily Windrom (11 anos) declara:

“Este objeto realmente brilhante estava no mato. Todo mundo estava vendo, como Trisha disse. Duas garotas viram primeiro e gritaram para nós corrermos e havia aquela coisa pulsando lá no mato. Ele era meio arredondado embaixo e plano na parte de cima.


Michael Hesemann

Testemunha descrevendo a aparência do tripulante do UFO

Conheça detalhes sobre o caso nos links abaixo:

O Caso da Escola Ariel
Conheça os detalhes do avistamento de 16 de setembro de 1994

A Investigação de Cynthia Hind
Conheça os detalhes da investigação da ufóloga Cynthia Hind

A Investigação de John Mack
Conheça os detalhes da investigação do ufólogo John Mack

A Investigação de Michael Hesemann
Conheça os detalhes da investigação do ufólogo Michael Hesemann


Galeria de Imagens do Caso
Fotografias, desenhos e croquis, relativos ao caso.

Comentários (1)

Você está revendo: O Caso da Escola Ariel
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Rose rago (São Paulo, Brazil) diz...
Não tem como contestar, os desenhos feitos pelas crianças....falam tudo!
18 August 2016 17.26
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