Pouso de UFO em São Vicente

Dois pescadores observam um disco voador pousar na Ilha do Major, em São Vicente, Litoral de São Paulo, em 1º de outubro de 1996


Por Edison Boaventura Junior (GUG) - Artigo originalmente publicado no Portal Burn em http://www.portalburn.com.br/disco-voador-pousa-sao-vicente-sp/

 

 


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Introdução

No dia 16 de agosto de 2013, um importante caso de 2º Grau, ocorrido em 1 de outubro de 1995, no litoral paulista, foi um dos focos de uma reportagem no History Channel, da série Contato Extraterrestre e trouxe alguns aspectos novos, após vários anos da realização da pesquisa inicial.

Este incidente de pouso pesquisado pelo Grupo Ufológico de Guarujá (GUG) em parceria com o extinto Instituto Nacional de Fenômenos Aeroespaciais (INFA), está entre os casos mais expressivos e autênticos deste tipo, ocorreu em São Vicente, no estado de São Paulo.

Por volta das 23 horas, os pescadores Fernando Bezerra e Wilson da Silva Oliveira, recolhiam suas redes de pesca, quando a bordo da sua embarcação observaram assustados a aterrissagem, a poucos metros, de um OVNI fortemente iluminado, na Ilha do Major.

No início da observação os dois pescadores acharam que se tratava de um balão, porém quando o objeto se aproximou numa velocidade muito grande notaram que estava diante de um fenômeno anômalo.

“Quando a luz estava em cima de nossas cabeças, mudou de direção e foi a uma ilhota, onde pousou. Na parte debaixo do aparelho tinha luzes que giravam”, relatou Fernando Bezerra.

Aterrorizado Wilson Oliveira disse: ”Quase morri de medo. Me escondi no porão do barco”.

A luminosidade proveniente do aparelho voador, que tinha foma de disco, era de uma tonalidade amarelada e era tão intensa, que os dois pescadores assustados tentaram fugir, mas o motor da embarcação desligou na hora que o OVNI passou por cima deles.

“Fizemos umas dez tentativas até o motor pegar, depois saímos rapidamente dali. Pudemos ver, na fuga, que o objeto aterrissou em uma pequena ilha situada entre os meandros dos mangues do rio Piaçabuçu”, relatou o pescador Fernando.

Um detalhe informado na época para a equipe do GUG foi que o disco voador não emitia som algum e a luz produzida pelo objeto era muito intensa que os pescadores observaram os caranguejos saindo da toca no outro lado do rio.

Um Fenômeno que Deixa Marcas

Depois do susto, Fernando e Wilson garantem que chegaram em casa e contaram o ocorrido aos seus familiares e não conseguiram dormir, embora tivessem tomado água com açúcar na tentativa de se acalmarem.

Ao amanhecer, no dia seguinte, os dois pescadores voltaram ao local, armados e, notaram uma marca circular. Era um círculo de 5,5 metros de diâmetro, onde a vegetação estava seca, amassada e nivelada, em sentido horário.

Também encontraram 4 marcas de sapatas de apoio retangulares, cada uma com 10 x 15 centímetros. Estas marcas dos trens de aterrissagem do objeto voador estavam proporcionalmente distribuídas e com afundamento no terreno de 1,5 centímetros.

Os pescadores retornaram a cidade e comunicaram o fato aos repórteres do Jornal “A Tribuna” de Santos, que veiculou uma matéria sobre o estranho episódio em 08/10/1995.

Pesquisas de Campo

O GUG, ao tomar conhecimento da ocorrência por meio dos jornalistas, reuniu uma equipe interna e chamou também alguns integrantes do INFA para que investigassem em conjunto aquela ocorrência ufológica.

Durante a investigação IN LOCO foram realizadas filmagens, fotografias, medições, moldes em gesso das sapatas, coleta do solo e vegetação, além da reconstituição do ocorrido por meio de entrevista às testemunhas. Um desenho colorido do OVNI também foi realizado por uma das testemunhas.

Durante a pesquisa de campo, o caso foi classificado com sendo de 2° Grau, pelas seguintes características apresentadas:


- Efeito mecânico, caracterizado pela marca impressa no solo e pela vegetação amassada e quebrada no local. A vegetação sofreu uma queima de luz excessiva;
- Efeito EM (eletromagnético) que causou a parada de funcionamento do motor da embarcação. Em seguida, os componentes elétricos do barco, como o alternador, sofreram danos chegando a queimar. Posteriormente as ferramentas e as partes metálicas do barco apresentaram uma corrosão que não existia antes;
- Efeito fisiológico nas testemunhas. As testemunhas queixaram-se de irritação nos olhos e de diarréias.

O solo coletado na ocasião passou por análise para verificação de possíveis alterações no PH. Todavia, não revelou nada de anormal no PH. Mas em alguns testes envolvendo o plantio de sementes, constatou-se, curiosamente, que nas amostras de solo obtidas dentro da marca as sementes germinaram facilmente, sendo que as plantadas nas amostras colhidas fora do círculo não germinaram e foram atacadas por fungos.

Na maioria dos casos de pouso investigados mundialmente, ocorre a esterilidade do solo. Porém, numa pequena parcela de casos deste tipo, ocorre o contrário, ou seja, uma adubação no terreno. E foi o que ocorreu neste caso!

“Uma tampinha de garrafa encontrada no local apresentou um campo eletromagnético/magnético dobrado”, disse o investigador do GUG, Mário dos Santos Filho, após efetuar as medições no local.

Não Eram Marcas Convencionais

O presidente do GUG verificou que as marcas do trem de aterrissagem não eram idênticas, porém, possuíam algumas semelhanças na sua estrutura. O fato de não serem iguais, foi determinante para que fosse descartada, na ocasião, a hipótese de fraude com utilização de um molde.

Também, pelo tipo de pressão no solo e levando em conta o terreno de mangue, determinou-se que cada sapata teria o peso de 25 quilos aproximadamente. Portanto, a nave teria apenas 100 quilos de peso total. Entretanto, os pesquisadores formularam uma hipótese de que o OVNI seria mais pesado do que esta aferição e, que o mesmo deve ter percebido que o terreno era mole e apenas se apoiou, não colocando todo o seu peso no chão.

Ficou evidente para os pesquisadores que as marcas não eram de helicópteros ou de aeronaves convencionais. Também, não houve acampamento no local durante o final de semana e o 2° Batalhão de Caçadores que costuma promover treinamentos na mata, informou posteriormente que não esteve naquele local e muito menos ao longo do Rio Piaçabuçu.

A Base Aérea de Santos foi consultada e também informou que não esteve no local na data do avistamento.

Agravos na Saúde

Passados 18 anos da ocorrência, durante o programa no History Channel, os dois pescadores confirmaram os mesmos detalhes observados em 1995 e disseram em complemento a narrativa do caso que tiveram suas saúdes afetadas desde aquela época, tendo que se afastar da pesca. Apresentaram até exames médicos constatando esta realidade.

Até hoje, Fernando e Wilson, são considerados pelo GUG como sendo testemunhas concretas de um contato real com o desconhecido.

Em adendo e confirmando que os OVNIs estavam naquela região em outubro de 1995, os pesquisadores investigaram outro caso de avistamento na Praia do Indaiá que ocorreu no dia seguinte ao pouso, e ao longo do mês de outubro daquele ano houve várias ocorrências de luzes não identificadas na região.

É fato concreto que os objetos voadores não identificados sobrevoaram e pousaram no Litoral Paulista!


A marca da sapata de pouso no local do avistamento. A marca da sapata de pouso exibida no documentário é a mesma, que foi retirada e preservada.

Pesquisadores do GUG e do INFA, juntamente com as testemunhas, investigam a marca de pouso

Vista geral da marca deixada pelo UFO no local de pouso

Pesquisadores do GUG e do INFA, juntamente com as testemunhas, investigam a marca de pouso

Desenho feito pelas testemunhas descrevendo o disco voador que viram pousar

A grama estava chamuscada em alguns pontos, inclusive a que ficou prensada sob a sapata

Wilson da Silva Oliveira e Fernando Bezerra, testemunhas do Pouso do OVNI, em foto da época.

Fernando descreve o que viu no local do pouso

O local onde o caso aconteceu era acessível somente via barco

Croqui feito na época detalhando a área do pouso

Testemunhas voltam ao local 20 anos depois

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