Chupacabras - Análises Laboratoriais

Detalhes sobre análises laboratoriais realizadas em pêlos e fezes de animais estranhos, coletadas em locais de ataque de Chupacabras.

Página 30 - Padrões e Características em Ataques de Chupacabras


Página 31 - Análises LAboratoriais


Página 32 - Entrevista com Fernando Grossman


Equipe CIPEX

Sumário:

 

 

Em Ufologia, honestidade é tudo. Ao copiar material deste site cite a fonte, assim como fazemos em nosso site. Obrigado!

 

Artigo

Diversos ufólogos estiveram envolvidos em investigações de casos de Chupacabras. A nível nacional, destacam-se os irmãos Eduardo e Osvaldo Mondini, no estado de São Paulo e Carlos Alberto Machado, no estado do Paraná. Machado, ao longo de toda a investigação pautou-se de metodologia técnico-científica e do auxílio de profissionais gabaritados de biologia e medicina veterinária. Além disso, várias amostras de sangue das vítimas sobreviventes, pegadas, pêlos e fezes foram coletadas e analisadas por especialistas e instituições científicas.

Em seu livro Olhos de Dragão - Reflexões Para Uma Nova Realidade, Machado relata os percalços e estranhezas relacionadas aos laboratórios e às próprias solicitações de exames realizados. Durante as investigações de ataques em Campina Grande do Sul e Bocaiuva do Sul, ambas cidades da região metropolitana de Curitiba, foram coletadas amostras de sangue das ovelhas sobreviventes.

Laboratórios Suspeitos

"Chegando a Curitiba, levei imediatamente as amostras de sangue ao laboratório veterinário da Universidade Federal do Paraná, localizado no bairro do Juvevê, em Curitiba. Mas, ao indagar sobre como proceder ao exame, a funcionária do local questionou-me a respeito da requisição. Perguntei-lhe a que requisição ela se referia e esta respondeu: - A requisição do veterinário que está tratando de suas ovelhas. Surpreso, eu então indaguei-lhe como ela sabia serem amostras de ovelhas, já que eu não mencionara a origem das amostras. Ela então desmentiu, como se escondesse algo: - Eu não lhe disse que era de ovelha! Mas eu estava muito ciente das palavras que usara, porque naturalmente pensara muito bem, anteriormente, sobre o que dizer no laboratório. Insisti que ela afirmara que o veterinário estava tratando de minhas ovelhas, e ela respondeu indecisa: - Provavelmente, eu estava lendo alguma coisa sobre ovelhas e confundi as coisas. Olhei sorrateiramente para o papel que se encontrava em sua mão, mas não vi absolutamente nada que se relacionasse a ovelhas. Devido às circunstâncias, resguardei-me o direito de realizar os exames em outro local, de preferência em uma clínica veterinária particular. Já que, sendo esse hospital um órgão federal, já deveria estar inteirado do que vinha ocorrendo naquela localidade. Como garantia, telefonei ao amigo também pesquisador, Kelvin Stival Byron – que se encontrava a par dos fatos –, e pedi-lhe que tentasse realizar os exames com minhas amostras. Deixamos os frascos de sangue no Laboratório de Análises Clínicas Veterinária Preventiva. Alertados pelo funcionário do laboratório de que uma das amostras do carneiro n.º 01 realmente estava coagulada, iríamos coletá-la novamente, mais tarde, se necessário. O exame da ovelha n.º 02 provavelmente poderia ser realizado. Solicitamos um hemograma e o resultado foi-nos prometido para o dia seguinte. Solicitei ao Kelvin que preenchesse o cadastro, pois desconfiava de que meu envolvimento já público do caso poderia levantar suspeitas.

Na segunda-feira pela manhã, Kelvin, ao telefone, informou-me que uma funcionária do laboratório que realizara o hemograma, interrogou-o a respeito do veterinário que tratava de nossas ovelhas. Mas Kelvin disse-lhe que apenas a pessoa que o comissionara, sem me comprometer, conhecia o veterinário responsável.

Chegando a Curitiba, entreguei as amostras de sangue novamente ao Laboratório de Análises Clínicas Veterinária Preventiva, cadastrando-a na mesma ficha em nome de Kelvin, onde requeri Hemograma e Exame Bioquímico, constando exames de Uréia, Bilirrubina total, Glicemia e Albumina. No laboratório, perguntaram-me se eu era veterinário; o que neguei, afirmando que era pesquisador, mas dispunha de um veterinário que nos acompanhava. Prometeram-me o resultado apenas para o próximo dia 30 daquele mês. Em minha residência, telefonei para Kelvin, avisando-lhe que provavelmente iriam telefonar-lhe do laboratório, confirmando os exames.

Telefonei para o pesquisador e biomédico Daniel Rebisso Giesse, em Belém, para lhe informar sobre os pêlos coletados por nós e pedi-lhe conselhos a respeito de como achar um laboratório de confiança, para realizar os exames de DNA. Daniel afirmou-me que iria providenciar o que lhe fosse possível, já que, aparentemente, o Governo não tinha interesse na divulgação do resultado – caso o pêlo fosse realmente de algum animal desconhecido. Mostrou interesse, inclusive, em enviar alguns pêlos para um laboratório na Alemanha, onde poderia ser analisado mais minuciosamente. Pedi-lhe certa cautela, adiantando o meu desejo em tentar realizar os exames aqui no Brasil primeiramente, para, só então, enviá-los para a Alemanha. Daniel concordou. Na quinta-feira, dia 28, enviei uma amostra das fezes coletadas para análise parasitológica em um laboratório veterinário particular, que denominarei de laboratório “A”. Para evitar perguntas, disse que o animal seria um hematófago (morcego).

Em um segundo laboratório, que denominarei de laboratório “B”, conheci a veterinária do Departamento de Parasitologia. Tomando conhecimento do caso Chupacabras, prontificou-se a me auxiliar nos exames necessários. Apresentou-me ao Diretor do Departamento de Laboratórios que, também ficando a par da situação, prometeu ajudar nas pesquisas sobre o incógnito predador.

No dia 29 de agosto, a veterinária do Departamento de Parasitologia do laboratório “B” afirmou-me que encontrara muitos parasitas na amostra. Conseguiu identificar alguns, mas havia outros que não conhecia. Avisou-me que gostaria de convidar uma veterinária do Departamento de Patologia Básica da Universidade Federal do Paraná (UFPR), a qual a auxiliaria. Autorizei a idéia, curioso para ver o resultado”.

Parecer das Fezes

No dia 29 de agosto de 1997, na oportunidade do primeiro exame parasitológico realizado pelo laboratório “B”, tive autorização da veterinária de observar as amostras – pois, há alguns anos, tive a oportunidade de realizar estágio em Parasitologia, quando estudei Biologia.

Havia encontrado vários ovos do que se assemelhava à Eimeria, um parasita encontrado em coelhos domésticos e silvestres. Também existiam várias larvas rabditóides, que possivelmente seriam do esôfago. Alguns ácaros e ovos e vestígios de sangue também foram encontrados. Mas o laudo técnico só seria entregue após a tentativa de identificação precisa dos mesmos, caso isso fosse possível, numa segunda-feira, às 08:30h. do dia 01 de Setembro, quando encontraria a Dra. Ivanova, da UFPR. Somente então, poderíamos tentar identificar melhor aquelas larvas.

Fui ao laboratório “A”, receber o resultado da outra amostra entregue no dia anterior, esperando alguma observação similar a respeito das últimas realizadas no laboratório “B”. Mas, no laudo, constavam apenas as presenças de ovos de “ascarídeos” e de ovos de “estrongilídeos”. Quando mencionei a outra análise feita pelo outro laboratório onde constavam larvas desconhecidas, o veterinário desconversou, afirmando que só havia encontrado essas duas espécies de ovos.

No dia 01 de setembro fiz questão de estar presente perante as duas cientistas que fariam os exames preliminares nas fezes. Dra. Ivanova e sua assistente. Como cheguei cedo ao laboratório da Universidade aproveitamos – eu e a assistente – para observarmos as amostras. Preparamos duas lâminas para os microscópios e de imediato nos espantamos ao depararmo-nos com amostras de áscaris diferenciados – um em cada microscópio. Percebi que meu espanto era repartido com a assistente que já era mestre. A mestre e assistente insistia em dizer que os dois tipos de áscaris não poderiam estar presentes em uma mesma amostra de fezes. Segundo ela uma espécie de ovo pertencia a um grupo específico de animais e outra espécie de ovo pertencia a seres humanos ou porcos. Ao chegar, Dra. Ivanova percebeu nossa admiração com o ocorrido e foi imediatamente esfriando nossos ânimos afirmando que estávamos enganados antes mesmo de verificar o procedente. Foi aos dois microscópios e depois de verificar com seus próprios olhos insistiu que era muito cedo para determinar qualquer resultado, prometendo que mais tarde me daria um. Antes, porém, insistiu em saber a procedência da amostra, que eu relutantemente declarei.

Na quinta-feira, dia 04 de Setembro, telefonei para a veterinária do laboratório “B”, a qual confirmou a liberação do laudo parasitológico realizado naquela semana passada (foto n.º 47). Fui informado de que o Departamento Patológico da Universidade Federal do Paraná estaria realizando “cultura” em uma amostra das fezes que estavam sendo analisadas, a fim de se tentar identificar com mais precisão as larvas presentes na amostra. A cultura permitiria que os ovos eclodissem e as larvas crescessem facilitando sua identificação. Devido a inúmeros incidentes, vim tomar conhecimento do resultado da cultura apenas em maio de 1998.

Segundo a Dra. Ivanova da UFPR, a cultura realizada por seu departamento nada atestava de “anormal”. Mencionou que eu deveria modificar minha pesquisa para um estudo mais voltado à Antropologia e ao Folclore Popular, pois, no seu entender, esse assunto de Chupacabras nada mais seria do que fruto da imaginação popular. Interessante observar que, na época em que eu levei as amostras de fezes, já havia deixado claro para a doutora do que se tratava, mas sua sugestão só veio meses após. Recordei à doutora sobre os áscaris encontrados na primeira oportunidade naquele mesmo laboratório, mas ela desconversou, declarando que não foi possível identificar as espécies de áscaris e que, de qualquer forma, esse tipo de verme é comum em exames de fezes humanas ou animais. Como havia fibras vegetais e protozoários de vida livre nas amostras, concluiu que possivelmente tratar-se-ia de um herbívoro (animal do campo) ou onívoro (que come carne e vegetais). Em suma, o resultado foi favorável à fezes normais, pertencentes a um animal possivelmente selvagem. Curioso também foi o fato de que, em nenhum momento, o laboratório “A” e a Dra. Ivanova mencionaram a presença de sangue, o qual havia sido detectado no laboratório “B” e, “in loco”, por nós.

Laboratório “B”: Larvas com cauda longa e fina; cistos periformes; larvas pequenas, apresentando várias divisões celulares; “áscaris” profundamente fecundos; cistos ovalados, cistos redondos e colis. Também foi realizado teste de Meier, o qual confirmou a presença de muito sangue; e teste de PH, que resultou 6, considerado normal".

Parecer dos Pêlos

"Perdi contato com a bióloga que residia ao pé do Anhangava. Informado por seu vizinho, tomei conhecimento de que seu paradeiro era desconhecido. Soube apenas que, há alguns meses, havia defendido uma monografia de mestrado e, em seguida, teria viajado para os Estados Unidos. Conversando com conhecidos da referida bióloga, soube que ela costuma abraçar várias causas, mas dificilmente consegue completar seus compromissos. Entretanto, lembro ao leitor que, quando de minha primeira visita a ela, em seu primeiro exame imediato, comparativo, feito em minha presença, os pelos não revelavam compatibilidade com nenhum predador conhecido.

Quando da minha participação no “VII Simpósio de Ufologia da Encosta da Mantiqueira” (evento realizado em São João da Boa Vista – SP), tive a oportunidade de reencontrar Eduardo Mondini, o qual repassou-me o resultado de um exame comparativo realizado por uma equipe de TV japonesa que se interessou pelo caso. Segundo Eduardo, o resultado desse exame em sua particular amostra de pelos, realizado em Nova Iorque, por uma Universidade forense, resultou em algum tipo de canídeo de espécie não-identificada:

No ano de 1996, o CEPEX investigou em Vargem Grande do Sul, um caso que envolvia o avistamento de um animal estranho, observado no dia 8 de agosto, às 07:00h. da manhã, pelo sitiante Alaor Bernardes e seu filho de 14 anos. Os dois teriam visto um animal de aproximadamente 1,50cm. de altura, sobre quatro patas. Tinha a cabeça como a de um cachorro, reservadas as devidas proporções, dentes caninos ultrapassando a 10 cm. Parte anterior avantajada, região torácica em forma de tonel (redonda), pernas dianteiras fortes e longas, com unhas ou garras, e parte posterior bem baixa e mais fina, com pernas menores e patas como as de um cão. O corpo era coberto de uma pelagem longa, ondulada e fulva, sendo escura no dorso, amarelada nos lados e clareando na região ventral.

Examinando a cerca de arame farpado por onde o animal teria passado, os pesquisadores do CEPEX, Farone, Osni e Wilmar, e equipes de jornalistas locais encontraram pelos do que o Sr. Alaor afirmara serem idênticos aos que ele havia retirado da cerca algum tempo depois da passagem do animal.

Desde essa época, tentamos por diversos meios encontrar algum centro de pesquisas acadêmico que pudesse se interessar pelo material e eventualmente realizar análises científicas a fim de identificar a procedência dos pêlos.

Recentemente, fomos contatados por um representante da “Nyppon Television Network Corporation”, com sede em Tókio, solicitando o material para análise. O material e a história seriam utilizados para exibição no programa “2000 X.” Esse programa é bastante visto no Japão e procura analisar de forma científica os fatos chamados inexplicáveis.

Os pelos foram enviados para análise no “Forensic Consultant”, em New York, e os resultados foram os seguintes:

Caso n. 971500 NPH e 971600 NPH

Ref.: Amostras de cabelo animal recebidas em 16 e 23 de setembro de 1997

Descrição das evidências:

Ambas amostras de cabelos “livres” (desmontadas/soltas)

Item 1 – 971500 NPH – O cabelo do alegado “Chupacabras” obtido de Marc Davenport

Item 2 – 971600 NPH – Fibras parecidas com cabelos obtidas em São Paulo, Brasil em 08.08.96 pela equipe do CEPEX

Resultados dos exames:

1) O exame microscópico das fibras parecidas com cabelos constantes no item 1, mostram a presença de quatro (4) fragmentos de cabelo animal e um (1) fragmento muito pequeno de tecido fibroso com um tufo de cabelo animal saindo da superfície do tecido.

2) O exame microscópico das fibras parecidas com cabelo constantes no item 2, revelam a presença de onze (11) fragmentos de cabelo animal, duas (2) fibras sintéticas e nove (9) fibras de algodão.

3) O exame microscópico e comparação dos fragmentos de cabelo animal em ambos os itens, 1 e 2 através de métodos conhecidos, falharam na revelação da presença de qualquer cabelo de proteção dorsal (costas, pescoço); portanto impossibilitando que alguém possa identificar definitivamente a(s) espécie(s) de animal forma originadas. Entretanto, a comparação dos “sub-cabelos” apresentadas em ambas as amostras indicaram que estes cabelos muito provavelmente foram originados ou da “família dos felinos” (gatos) ou da “família dos canídeos” (cães ou similares).

4) O relator abaixo assinado gostaria de salientar que todos os fragmentos de cabelo animal constantes em ambos os itens deixaram de exibir raízes no estágio de crescimento telogêmico. As raízes neste estágio de crescimento seriam normalmente encontradas nos cabelos que são arrancados de animais em meio selvagem. Além dos mais, a maioria dos fragmentos de cabelo parecem ter sido cortados com um instrumento afiado, tal como uma faca por exemplo.

5) Tecnologia de DNA poderia ser utilizada para detectar as espécies de origem dos tecidos fibrosos apresentados no item 1.

Nicolas Petraco, MSFS

FNYMS, FAAFS,

Diplomat ABC

Possivelmente, os pelos coletados pela equipe do CEPEX não apresentavam a raiz e parecem cortados por conseqüência da cerca de arame farpado. Ao se esfregar nela, o predador deixou apenas alguns pelos cortados.. Intrigante, é um exame resultar em “ou de um canídeo, ou de um felino!” Para especialistas de um laboratório renomado, não deveria existir esse tipo de dúvida, nem meio-termo. Ou os pelos pertencem a um tipo, ou a outro. Nesse caso, percebe-se que, ou realmente não conseguiram identificá-los – reforçando a hipótese de experimentos genéticos –, ou não o quiseram: o que nos colocaria em um beco-sem-saída.

Carlos Meissner havia entregado uma amostra de pelos para um laboratório do Zoológico de Curitiba, que, após análise, concluiu tratar-se de pelos de cães. Apesar de o resultado ser satisfatório por parte das autoridades, Carlos Meissner não recebeu uma cópia do laudo e este não foi publicado, nem mesmo, quando o resultado saiu na imprensa escrita.

Em Curitiba, conheci um geneticista que trabalha no laboratório B, que me declarou não ser possível realizar um exame de D.N.A. nas amostras de pelos dos predadores. Segundo ele, aqui, realizam-se apenas exames em D.N.A. humano. Mesmo que fosse possível a realização de exames de um de animal, seria gasta uma quantia enorme de dinheiro. Cada exame de paternidade realizado por seu laboratório, custa a quantia de Cr$ 900,00. Caso fosse possível a realização de exames nas amostras que estão comigo, o custo seria, no mínimo, de Cr$ 5.400,00. Isso para cada tipo de pêlo!

Em contato com o pesquisador e escritor Pablo Villarrubia Mauso – brasileiro, atualmente vivendo na Espanha –, tomei conhecimento de mais dados referentes ao Chupacabras. Também recebi seu auxílio quanto aos exames de três das amostras de pelos que estão em meu poder, a fim de realizá-los na Espanha. O resultado é moroso, mas ele tentaria me entregar um parecer até o fechamento deste livro, o que não lhe foi possível. Quanto a exames conduzidos por pesquisadores porto-riquenhos, Jorge Martin, em posse de uma amostra de pelos obtida pela testemunha Madelyne Tolentino Maldonado, de Barrio Camporico, em Canóvanas (Porto Rico), submeteu-as a análises também. Atestou-se não serem os pelos compatíveis a nenhuma espécie animal conhecida.

O pesquisador norte-americano Marc Davenport, enquanto aguarda o resultado prometido pelos produtores do programa “Strange Universe”, conseguiu um parecer de um laboratório japonês, o qual resultou em Não serem elas compatíveis com nenhuma espécie da qual se tenha conhecimento. Porém, exibiam similaridades com pelos de lobos. As amostras eram naturalmente portoriquenhas, e lobos não existem por lá".



Laudo de exame de sangue, constatando anemia aguda em ovelha de Campina Grande do Sul, sobrevivente de ataque do Chupacabras.

Laudo de exame de sangue, constatando anemia aguda em ovelha de Campina Grande do Sul, sobrevivente de ataque do Chupacabras.

Laudo de exame parasitológico realizado em amostras de fezes de animal desconhecido, encontrado em Bocaíuva do Sul (PR)

Laudo Forense realizado sob responsabilidade da Nyppon Netwok Television Corporation - Tókio (Japão), sobre exames de pêlos encontrados por Eduardo e Osvaldo Mondini.
A Evolução do Fenômeno
O fenômeno Chupacabras surgiu oficialmente em Porto Rico, em 1995. Porém, antes disso já havia relatos de mortes de animais e estranhos predadores circulando no país. Após surgir, ou ressurgir em Porto Rico o fenômeno rapidamente se espalhou para outros países vitimando milhares ou milhões de animais e até seres humanos.

O Caso do Vampiro da Moca
Em 1975, ocorreu uma onda de mortes de animais em circunstâncias estranhas na região de Moca, Porto Rico. Hoje, décadas depois, o mistério permanece.

Casos em Porto Rico e Outros Mistérios
Em 1995, ocorreu uma grande onda de mortes de animais em circunstâncias estranhas. Não demorou e surgiram relatos sobre uma estranha criatura na ilha.

Casos no México
O México foi o segundo ou terceiro país a registrar ataques do Chupacabras, e ali o predador se mostrou ainda mais voraz e agressivo do que em Porto Rico. E assim como na pequena ilha caribenha, o México já havia experimentado rápidos e misteriosos ataques anos antes.

Casos Mexicanos Mais Recentes
O México foi o segundo ou terceiro país a registrar ataques do Chupacabras, e ali o predador se mostrou ainda mais voraz e agressivo do que em Porto Rico. E mesmo décadas depois, o fenômeno ainda continua vivo no país.

Casos em Países da América Central
Os vários países da América Central foram palco de ataques de Chupacabras entre 1995 e 2020.

Ataques de Chupacabras no Estado do Paraná.
Entre 1997 e 1999, o Estado do Paraná foi palco de várias dezenas de ataques do Chupacabras, que resultaram na morte de várias centenas de animais de criação

Relatório de Carlos Alberto Machado
Estranhas mortes de animais na região metropolitana de Curitiba. Apesar das negativas oficiais das autoridades existem evidências fortes indicando que os ataques tem origem em um animal não catalogado pela Ciência.

Sitiante Viu Tudo e Desmente Laudo
Carlos Messner, dono de vários animais atacados pelo Chupacabras denuncia acobertamento governamental.

O Caso de Ortigueira (PR)
O Caso de Ortigueira é um caso impressionante. Sessenta e seis ovelhas foram mortas e empilhadas em duas pilhas de 33 ovelhas cada, dentro do próprio aprisco, próximo à casa do proprietário.

Casos Ocorridos em 1999, no Paraná
Um impressionante caso de ataque de Chupacabras em área urbana e densamente povoada, ocorrido na periferia da cidade de Curitiba (PR), em 1999.

A Volta do Chupacabras?
Estranhas mortes de animais ocorridas na região de Curitiba. Seria a volta do Chupacabras ou ataque de animal predador comum?

Chupacabras no Estado de São Paulo
O Estado de São Paulo registrou dezenas de casos com várias centenas de animais mortos, dentro da onda de ataques do Chupacabras, em 1997.

O Caso da Praia Grande (SP)
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO Especial, edição 19, de setembro de 1997.

Ataques no Estado de São Paulo em 1999
Em 1999, ouve uma pequena onda de ataques atribuídos ao Chupacabras em diferentes localidades do estado de São Paulo.

Estranho Animal Ataca em Canoinha (SC)
Transcrição de Reportagem do Jornal O Planalto, de 1 de agosto de 1997.

Ataques de Chupacabras no Mato Grosso do Sul
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO, edição 53, de setembro de 1997.

Ataques no Rio de Janeiro se Confundem com Mutilação
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO, edição 53, de setembro de 1997.

Matanças Caninas em Série
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO, edição 53, de setembro de 1997.

Alienígenas Predadores: A Face Sinistra da Ufologia
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO, edição 53, de setembro de 1997.

Casos no Chile
O Chile foi outro país que registrou, durante anos, uma grande incidência de ataques do misterioso Chupacabras.

Casos na Argentina
Diferentes de outros países sul-americanos, os casos de Chupacabras se confundem com as misteriosas mutilaçoes de gado associadas ao fenômeno UFO.

Casos no Paraguai
Em todos os países da América Latina foram registrados ataques de Chupacabras. No Paraguai não foi diferente. Numerosos animais foram vitimados ali, pela estranha criatura.

Casos Ocorridos nos Estados Unidos
Nos Estados Unidos também foram registrados casos de ataques de Chupacabras. Porém, o país agiu de forma eficiente acobertando fatos e ridicularizando o tema.

Casos na Colômbia
Em 2016, uma onda de ataques ocorreu na Colombia, vitimando centenas de animais de criação.

Ataques à Humanos
Em vários países onde o Chupacabras se manifestou, diversas pessoas tiveram a desagrável experiência de serem atacadas pela criatura. Alguns casos, de forma bastante trágica.

Acobertamento
Em todos os países onde o Chupacabras se manifestou ocorreu um processo de acobertamento e ridicularização de fatos, por parte de autoridades, além de manobras de capturas, realizadas por militares. Muitas delas com sucesso.

Registros Fotográficos de Estranhos Animais
Ao longo das ondas de ataques de Chupacabras surgiram fotografias que seriam registros fotográficos do estranho animal. Embora tais registros não sejam irrefutáveis, apresentamos aqui os mais importantes.

Hipóteses e Teorias Sobre Chupacabras
Ao longo das ondas de ataques de Chupacabras surgiram fotografias que seriam registros fotográficos do estranho animal. Embora tais registros não sejam irrefutáveis, apresentamos aqui os mais importantes.

Padrões e Características em Ataques de Chupacabras
Conheça as diferenças entre ataques de predadores convencionais e aqueles registrados em casos de ataques de Chupacabras.

Análises Laboratoriais
Detalhes sobre análises laboratoriais realizadas em pêlos e fezes de animais estranhos, coletadas em locais de ataque de Chupacabras.

Entrevista com Fernando Grossman
Durante a realização do IV EXPO-UFO (Exposição Ufológica do Guarujá – SP), realizada em 19 e 20 de julho de 1997, Fernando Grossman concedeu uma entrevista ao ufólogo Carlos Alberto Machado.

Entrevista com Madelyne Tolentino
Madeline Tolentino é testemunha visual do Chupacabras em Porto Rico. Foi a primeira pessoa a relatar publicamente ter avistado a estranha criatura.

Entrevista com Daniel Pérez
Daniel Pérez é uma das principais testemunhas de Chupacabras de Porto Rico. Ele foi entrevistado pelo ufólogo Jorge Martin.

Comentários (3)

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Alexandre Takaoka (Londrina, Brazil) diz...
Parabéns pela pesquisa. aguardo novas informações!
15 September 2018 03.10
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Fernando Oliveira diz...
Deve ser consequência de mais uma ação da lava-jato. Tem todas as características: Onde passa, arrasa tudo.
29 June 2018 18.42
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Marcos diz...
Arrasa com a bandidagem, viva a Lava-Jato!
22 September 2019 13.31
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Referências:

- Livros
  • MACHADO, Carlos Alberto. Olhos de Dragão - Reflexões para uma nova realidade. Curitiba: Aramis Chain, 2001.
  • MACHADO, Carlos Alberto. Estranha Colheira. Mutilações humanas do insólito. São José dos Pinhais, 2018.

 


- Boletins
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- Artigos de Revistas
  • MARTIN, Jorge. Chupacabras: aliens ou aberração genética?. Revista UFO, p. 12-14, agosto de 1996.
  • MARTIN, Jorge. Uma teoria: Intercâmbio genético por emissões eletrônicas. Revista UFO, p. 17, agosto de 1996.
  • MONDINI. Animal desconhecido encontrado mutilado em São Paulo. Revista UFO, p. 20, agosto de 1996.
  • STIEVEN, Mauren. Novos ataques no Mato Grosso do Sul. Revista UFO, p. 27 à 31. , Setembro de 1997.
  • EQUIPE NPU. Mortes de animais geram polêmica. Revista Fatos & Mistérios, p. 36 à 39. Novembro de 1997.
  • SIERRA, Javier. Novos ataques da criatura no Caribe. Revista UFO nº 50, p. 21 à 24. Abril de 1997.
  • MACHADO, Carlos Alberto. Chupacabras. Revista UFO nº 66, p. 37 à 45. Agosto de 1999.
  • EQUIPE CIPEX. Esclarecimentos que nada esclarecem. Revista UFO nº 66, p. 41 e 42. Agosto de 1999
  • EQUIPE CIPEX. Militar fala sobre Chupacabras. Revista UFO nº 66, p. 43. Agosto de 1999
  • SAN MARTIN, Paulo. Chupa-cabras. Que bicho é esse? Revista Extra nº1, p. 4 à 5. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Episódios com o bicho causam alvoroço nacional. Revista Extra nº1, p. 6 à 7. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Ovelhas mortas: é o início da história. Revista Extra nº1, p. 8 à 12. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Sitiante viu tudo e desmente o laudo. Revista Extra nº1, p. 13 à 14. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Bicho aparece, deixa pistas e ganha forma. Revista Extra nº1, p. 18 à 20. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Chupa-cabras deixa seus rastros na terra. Revista Extra nº1, p. 21 à 22. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Animal anda rebolando e é visto por tratorista. Revista Extra nº1, p. 23 à 25. Agosto de 1997.
  • MONDINI. Histórico: Porto Rico exporta Chupacabras para o mundo. Revista UFO Especial, 19. p. 6 à 9. Setembro de 1997.
  • SCHELLHORN, Cope. Fenômeno causa terror e polêmica no Caribe. Revista UFO Especial, p. 10 à 13. Setembro de 1997.
  • MONDINI. Epidemia: Ação devastadora do Chupacabras chega ao Brasil. Revista UFO Especial, p. 14 à 18. Setembro de 1997.
  • MONDINI. Mutilações misteriosas se proliferam sem explicação. Revista UFO Especial, p. 20 à 22. Setembro de 1997.
  • ATHAYDE, Reginaldo. Alienígenas predadores: A face sinistra da Ufologia. Revista UFO Especial, p. 23 à 25. Setembro de 1997.
  • BARBOSA JUNIOR, Orlando. Ataques no Rio de Janeiro se confundem com mutilação. Revista UFO Especial, p. 26 à 33. Setembro de 1997.
  • SUENAGA, Claudio. Chupacabras em constante processo de evolução. Revista UFO Especial, p. 36 à 40. Setembro de 1997.
  • VILA NOVA, Jamil. Estranho ataque investigado no litoral paulista. Revista UFO Especial, p. 34 e 35. Setembro de 1997.
  • COVO, Claudeir. Ataques deliberados da criatura desconhecida. Revista UFO Especial, p. 41 e 42. Setembro de 1997.
  • MONDINI. Chupacabras. Revista UFO. nº67. p. 40 à 48. Setembro de 1999.
  • MOORE, Simon. Revista Inexplicado, nº 2 p. 34 e 35.,

 


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- Sites e Blogs

 


- Outros
  • https://pr.ricmais.com.br/seguranca/noticias/mais-de-50-aves-tem-coracoes-arrancados-em-curitiba/
  • https://redemassa.com.br/tribuna-da-massa-3/2018/03/07/ataque-as-galinhas-continua-um-misterio-15392/v/
  • https://tnonline.uol.com.br/noticias/mundo-bizarro/64,461579,02,03,sessenta-aves-tem-coracao-arrancado-em-galinheiro-no-parana.shtml
  • http://www.fatimanews.com.br/brasil/60-aves-sao-mortas-e-tem-coracao-arrancado/185746/
  • https://massanews.com/noticias/plantao/misterio-60-aves-sao-mortas-e-tem-coracao-arrancado-7m8x6.html
  • https://www.bemparana.com.br/noticia/sessenta-aves-sao-mortas-e-tem-o-coracao-arrancado-no-bairro-alto-
  • http://www.bandab.com.br/cidades/60-aves-tem-coracao-arrancado-em-galinheiro-no-bairro-alto-para-vizinhos-e-um-misterio/
  • http://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/mais-de-50-galinhas-sao-mortas-em-suposto-ritual-e-caso-macabro-assusta-dona-de-viveiro/
  • http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-2edicao/videos/t/edicoes/v/misterio-morte-de-aves-e-ovelhas-intriga-moradores-de-sao-jose-dos-pinhais/6624129/
  • https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/caseiro-faz-armadilha-e-captura-caes-que-mataram-dezenas-de-animais-em-sitios.ghtml
  • http://pautasjp.com/2017/noticia.php?nid=4262
  • http://olharanimal.org/morte-misteriosa-de-animais-intriga-moradores-de-sao-jose-dos-pinhais-pr/
  • https://www.bemparana.com.br/noticia/caes-suspeitos-pela-morte-de-varios-animais-sao-levados-para-centro-de-zoonoses