Chupacabras - Entrevista com Fernando Grossman

Durante a realização do IV EXPO-UFO (Exposição Ufológica do Guarujá – SP), realizada em 19 e 20 de julho de 1997, Fernando Grossman concedeu uma entrevista ao ufólogo Carlos Alberto Machado.

Página 31 - Análises Laboratoriais


Página 32 - Entrevista com Fernando Grossman


Página 33 - Entrevista com Madeline Tolentino


Por Carlos Alberto Machado

Sumário:

 

 

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Artigo

Durante a realização do IV EXPO-UFO (Exposição Ufológica do Guarujá – SP), realizada em 19 e 20 de julho de 1997, Fernando Grossman concedeu uma entrevista ao ufólogo Carlos Alberto Machado.

Fernando Grossman, já falecido, é uma autoridade em Criptozoologia; munido da substancialidade de seu conhecimento biológico, audaciosamente classificou o Chupacabras, taxonomicamente, como um inseto mutante, quiçá arma biológica ou arauto do Apocalipse.


CAM (Carlos Alberto Machado) – Quando e como lhe ocorreu a idéia de classificar zoologicamente o Chupacabras? Houve alguma dificuldade para isso?
FG (Fernando Grossmann) – foi no início de 1996 que me ocorreu a idéia, após ler os relatórios porto-riquenhos na revista “Evidência OVNI”. Aos zoólogos oficiais e tradicionais, jamais lhes ocorreria a idéia de classificar taxonomicamente o Chupacabras. Não lhes tiro a razão. Do ponto de vista da Zoologia Clássica, ele seria um animal inclassificável, ou seja, um ser lendário e mitológico, visto que possui as características simultâneas de vários phylluns zoológicos. Pelas regras da Taxonomia, elas são excludentes entre si. Colocando a questão em termos mais radicais, a morfologia do Chupacabras não obedeceria às regras da taxonomia zoológica, elaboradas pelos grandes mestres da Zoologia. Todavia, suspeitei que o predador em questão seria um animal mimético, o que equivale a dizer que ele oculta sua verdadeira natureza, enquanto aparenta o que ele não é. Nestas condições, o Chupacabras voltaria a ser um animal taxonomicamente classificável, desde que conseguíssemos intuir suas verdadeiras e principais características e separar o joio do trigo.

CAM – Qual a zoogeografia do Chupacabras?
FG– Em Porto Rico, onde, pela primeira vez, foram descritos ataques de Chupacabras, há numerosos casos bem relatados e concluídos, onde foram confeccionados os retratos falados da “Entidade Predadora Personalizada”. Eu afirmaria que, inicialmente, era um fenômeno porto-riquenho e possivelmente continua sendo. Posteriormente, foram atribuídos ao Chupacabras ataques no México, nos EUA, e a “onda” alastrou-se por outros países centro-americanos, como por exemplo: Costa Rica, Guatemala, El Salvador, etc. Até mesmo na Europa, em Portugal e Espanha, ataques foram atribuídos a ele. Todavia, casos de mortes e mutilações de animais nem sempre devem ser creditados ao Chupacabras, porque estes são mesmo anteriores a qualquer retrato falado desta entidade. Nos EUA, há casos de mortes e mutilações de animais ocorridos no século passado.

CAM – Quando surgiu o fenômeno Chupacabras em Porto Rico?
FG– Mortes e mutilações de animais já ocorriam em Porto Rico, desde 1975 ou talvez antes. O fenômeno intensificou-se bastante a partir de 1977. A atribuição dessas mortes a uma “Entidade Predadora Personalizada”, ou seja, a confecção de um retrato falado é mais recente. O nome popular “Chupacabras” surgiu em 1995.

CAM – O fenômeno Chupacabras ocorre no Brasil?
FG– Mortes e mutilações de animais já ocorreram no Brasil há mais de duas décadas. Há relatos principalmente no sul do País. Mais ou menos de dois anos para cá, passou-se a atribuir ao Chupacabras toda e qualquer ocorrência desse gênero. Inicialmente, essas atribuições eram feitas por publicações especializadas em Ufologia e fenômenos estranhos, mas, posteriormente, a Mídia em geral aderiu também. Geralmente, aqui, os casos têm sido mal pesquisados, mal relatados, inconclusivos, sem o avistamento da entidade predadora e sem a confecção do retrato falado. Casos com características diversas têm sido atribuídos à mesma Entidade Predadora. Nos últimos meses, tem-se intensificado consideravelmente nas regiões Sul e Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e, principalmente, no Paraná) o número de casos atribuídos ao Chupacabras. A ocorrência do fenômeno no Sul e Sudeste do Brasil, constituiria uma “incoerência zoogeográfica”. Se o considerarmos um componente natural da nossa biodiversidade ou, quando muito, um mutante natural ou acidental, ele poderia – ou deveria – ocorrer no Norte do Brasil, na Floresta Amazônica, a qual tem continuidade com as florestas centro-americanas e possui um clima mais similar ao centro-americano, e não no Sul e Sudeste do Brasil.

CAM – Quais os meios de locomoção do Chupacabras?
FG– De um certo ponto de vista, poderíamos afirmar que ele anda, corre e salta como um canguru. De outro, podemos afirmar que ele anda, salta, voa e plana como um louva-a-deus. Tem sido visto caminhando como um bípede e também correndo. Com mais freqüência, tem sido visto locomovendo-se com enormes saltos, o que despertaria inveja aos cangurus. Em um grande número de casos, tem sido percebido aterrissando ou flagrado em um salto, cujo início não foi visto pela testemunha, ou mesmo em vôo. Há alguns casos em que ele foi observado levantando vôo. Tem sido associado, tanto à sua aterrissagem como à sua decolagem, um ruído comparado ao de um gerador, de uma geladeira e principalmente de um enxame de abelhas, dependendo da predisposição e embasamento cultural do observador. Na verdade, ocorrem mais referências a um “zumbido de insetos”. Há referências também, em relação ao seu vôo, a um ruído de tufão e à produção de um remoinho

CAM – O Chupacabras voa? Possui asas?
FG– De um certo número de relatos, pode-se deduzir que ele catapultou-se por intermédio de um grande salto, planando em seguida, através de uma membrana que possui no tórax e que é aderida aos braços. Quando os braços são distendidos, estica a membrana, a qual se assemelha então a asas de morcegos ou de lagartos-voadores australianos. Há também um certo número de relatos associado ao seu vôo, sobre aquela estrutura que o Chupacabras possui nas costas. Ela seria sua verdadeira asa e permitir-lhe-ia um vôo direcionado, produzindo um zumbido similar às estridulações dos insetos. A única coisa similar que encontrei em todo o reino animal, seria a estrutura de asas de um inseto mutante (fig. n.º 18). Ressalvo que as catapultagens e consequentes planagens são aleatórias e erráticas, tal como ocorre com os louva-a-deus. É oportuno também abordar uma outra questão: a da invisibilidade espectro-visual. Em um grande número de relatos, a testemunha declara ter percebido repentinamente a aparição ou o desaparecimento do Chupacabras, sem saber explicar como ele surgiu ou desapareceu.

CAM – O Chupacabras possui esqueleto?
FG– Se possuísse, seria um animal extremamente pesado. E duvidamos que sua estrutura óssea resistiria aos seus enormes saltos ou permitir-lhe-ia os mesmos. As quatro articulações existentes em seus membros inferiores e o posicionamento não-linear de seus segmentos não seria funcional para um pesado bípede; ou seja, isso, para a hipótese de um vertebrado. Todavia, funcionaria bem para a hipótese de um invertebrado, principalmente, para a classe dos insetos. Quem estiver familiarizado com as ciências zoológicas, teria dificuldades em acreditar que braços tão finos e arqueados como os do Chupacabras e seus membros inferiores tão ramificados fossem características de um animal que possua esqueleto interno.

CAM – O Chupacabras possui pele?
FG– Tudo leva a crer que não possui pele, e sim, armadura de quitina ou esqueleto externo, sinteticamente chamado de exolesqueleto. Um dos indícios seria o tipo de pêlo e a maneira como eles “nascem”. São pelos típicos de insetos, estes que emergem em quitina, e não, em pele.

CAM – O Chupacabras emite vozes?
FG– Há relatos em que são mencionados sons. Um exemplo foi o caso ocorrido em Porto Rico, em que a testemunha e o Chupacabras viram-se frente a frente, e este teria emitido um “grito” e fugido para o mato. Na avaliação e interpretação da casuística, é indispensável levar em conta o nível cultural da testemunha. Nem todo mundo sabe distinguir sons de vozes. Somente os mamíferos superiores possuem cordas vocais, indispensáveis para a produção de sons articulados, conhecidos como linguagem ou vozes. Entretanto, os insetos produzem sons. Estes sons produzidos pelos insetos são denominados “estridulações” e são conseguidos por fricção de peças, em geral, patas e asas. No caso do Chupacabras, é provável que o som tenha sido produzido por aquele dispositivo cheio de hastes que ele possui ao longo das costas, e que seriam suas verdadeiras asas. É possível que, ao se ver frente a frente com um ser humano, ele tenha se preparado para voar, no intuito de fugir, acionando suas verdadeiras asas e produzindo os referidos sons. O conjunto de relatos, e principalmente os sons produzidos pelo seu vôo, levam a crer que o Chupacabras emite estridulações, e não, vozes.

CAM – Qual a cor do sangue do Chupacabras? Ele possui sangue?
FG– Há pelo menos um caso, ocorrido em Porto Rico, em que esse assunto é mencionado. Um policial de Canovanas (Porto Rico) encontrou o Chupacabras atacando seu cão. Disparou sobre ele com seu potente revólver Magnum 357. A criatura reagiu como se tivesse sentido o impacto, voando inicialmente contra a parede e emitindo um “zumbido” e, em seguida, fugiu velozmente para o mato. Posteriormente, foi encontrada uma poça de sangue vermelho no mato, no trajeto da fuga. Isso nada prova. Não há certeza de que o sangue era do Chupacabras. Muitos insetos têm o costume, em ocasiões de perigo, de se livrarem de peso, para facilitar a fuga, defecando ou regurgitando. O sangue encontrado poderia ser do cão, bebido e posteriormente vomitado pelo Chupacabras, para facilitar a sua fuga. O relatório é omisso quanto ao fato de o cão ter sido ferido, ou de ter perseguido o Chupacabras. O equivalente ao sangue, nos insetos, chama-se hemolinfa e não é vermelho. Geralmente possui a tonalidade âmbar, amarelado ou esverdeado.

CAM – Como são os olhos desse estranho animal?
FG– É conveniente esclarecer que, obviamente, não tivemos em mãos um exemplar do Chupacabras, para examiná-lo. Todavia, seus olhos, bem como o da maioria dos humanóides observados ultimamente, assemelham-se muito aos “olhos compostos” dos insetos. A se comprovar (transpondo-se o que se conhece sobre os insetos), talvez os olhos do animal sejam compostos de milhares de océlos ou omatídeos, e poderiam enxergar detalhes microscópicos ou faixas do espectro, para nós, invisíveis (fig. n.º 19). Poderia, quiçá, possuir visão noturna. Quando em vôo, poderia enxergar em ângulo de 180º.

CAM – O que seria a invisibilidade espectro-visual?
FG– Os seres vivos percebem o Universo que os rodeia, e orientam-se nele, através de seus sentidos. O sentido da visão constitui uma alternativa para os seres vivos que habitam a superfície do planeta e possuem hábitos de vida diurnos. Os habitantes das profundezas oceânicas abissais não fazem uso da visão. Os habitantes típicos de escuras cavernas (os bagres das cavernas, por exemplo) são cegos. Onde não penetra a luz do Sol, o sentido da visão é inútil. Os morcegos, embora habitantes da superfície, são de hábitos noturnos. Não possuem o sentido da visão. Em seu lugar, são equipados com uma espécie de “sonar” que lhes permite orientarem-se em seu ambiente tridimensional, pois se locomovem no ar e voam no escuro. O sentido da visão é um subproduto do Sol. Ela só tem significado para os habitantes da superfície terrestre, de hábitos diurnos. Mas enxergamos tudo o que existe? Seguramente, não. A espécie humana, por exemplo, não enxerga a faixa do espectro ultravioleta, ou seja, os comprimentos de ondas situados entre 300 e 400 Angstrons. Essa faixa do espectro é visível para os insetos que, por sua vez, não enxergam entre 650 a 800 Angstrons, ou seja, o vermelho (fig. n.º 20). O Chupacabras (fenótipo porto-riquenho) é mimético, mudando de cor semelhantemente ao camaleão, transitando, portanto, em várias faixas do espectro. Em muitos relatos, as testemunhas declaram ter percebido repentinamente a presença ou o desaparecimento do Chupacabras, sem saber explicar como ele surgiu ou desapareceu.

CAM – Qual o regime alimentar deste predador?
FG– A casuística porto-riquenha relata que ele é vampiro. Seu principal e preferido alimento seria o sangue. Entretanto, tem sido relatado também seu interesse pelos tecidos moles mais nobres, como o cérebro, o coração, o fígado, etc. É necessário dar-se o devido desconto pelos ataques de predadores secundários, terciários, etc. É bastante contraditório atribuir-se ao Chupacabras o corte das orelhas das vítimas. As orelhas não seriam digeríveis, por serem constituídas, em sua maior parte, de cartilagem e pelos. A dieta hematófaga seria coerente com a classificação zoológica que atribuí ao Chupacabras (fenótipo porto-riquenho): Phyllum: invertebrata Classe: insecta Ordem: Orthoptera Pertencem a essa ordem, entre outros: os gafanhotos e os louva-a-deus. Este último constitui um dos maiores predadores entre os insetos, alimentando-se de hemolinfa e tecidos moles. O Chupacabras seria um louva-a-deus mutante, mimético e hematófago; e o sangue, um bom substituto alimentar para a hemolinfa!

CAM – Há quanto tempo existe o Chupacabras? Já era conhecido nos primórdios da Humanidade?
FG– Ele seria um dos animais mais antigos do planeta, quiçá, anterior aos dinossauros. Sua existência era conhecida dos povos primitivos e principalmente pelos sacerdotes de cultos sangrentos. É interessante que os povos Maia e Asteca praticavam o sacrifício humano de lindas jovens, as quais eram sangradas e tinham os seus corações extraídos. Esses sacrifícios ritualistas eram realizados em locais ermos, como precipícios, canyons e bocas de cavernas. Sua finalidade era a de proteger a comunidade, para que esta não fosse assolada e devastada por seres indefiníveis que exigiam sangue. Grupos ocultistas de outras partes do mundo, do Oriente Médio por exemplo, conheciam a existência do Chupacabras e detalhes de sua biologia.

CAM – Quanto tempo duraria, e onde se realizaria a metamorfose do Chupacabras?
FG– Sua metamorfose realizar-se-ia em seu próprio habitat subterrâneo, e poderia ter a duração de centenas ou mesmo de milhares de anos. Recentemente, têm sido exibidos audiovisuais, onde cientistas que pesquisam insetos (Cicadídeos, por exemplo) fazem previsões sobre a data da eclosão de suas metamorfoses, cuja duração é de dezenas de anos. Fazem estas previsões com precisão de dia e hora. É sabido que a metamorfose de alguns Coleópteros pode durar até centenas de anos. Muita coisa leva a crer que a metamorfose deste predador era conhecida de seitas ocultistas do Oriente Médio, pois foi feita uma previsão para a eclosão da metamorfose do Chupacabras em nossa época: Apocalipse 9:2-3-7-8-9-10 e Levítico 26:21-22.

CAM – Qual o habitat do Chupacabras?
FG– Considero um erro crasso as tentativas dos folcloristas brasileiros de relacionarem o Chupacabras (fenótipo porto-riquenho) com seres mitológicos aquáticos e lendas ribeirinhas brasileiras. Esta é a diferença fundamental entre o Folclore e a Criptozoologia. O Folclore procura estudá-los como lenda e mito, como folclore mesmo. Já a Criptozoologia, uma ciência mais hermética, procura pesquisar a possível realidade concreta dos rumores, lendas e mitos. Porém, utiliza-se de metodologia científica, da Zoologia, por exemplo. Animais aquáticos não desenvolveriam aparatos voadores como os do Chupacabras. Nossa biologia tradicional e conservadora já admite que a vida primordial veio do espaço, e que foi semeada aqui na Terra por meios naturais (fragmentos de cometas, etc.). A vida existiria disseminada por todo o Universo e seria permanentemente semeada por processos naturais. Todavia, só germinaria em terreno fértil, como foi o nosso caso aqui na Terra. Outrossim, essa mesma ciência mantém-se bastante conservadora; eu diria reacionária, a respeito dos caminhos que seguiu a evolução da vida em nosso planeta. Sou de opinião de que a superfície da Terra foi a última fronteira a ser conquistada pela vida, pelo menos, pela vida animal. Em relação ao Reino Vegetal, ele foi pioneiro na superfície e nos oceanos, onde formou o fitoplacton, dando início à cadeia alimentar e modificando a atmosfera, tornando-a favorável à vida animal na superfície. O Reino Animal teria inicialmente se desenvolvido nas profundezas abissais oceânicas, onde não penetra a luz mortal do Sol (raios ultravioletas), alastrando-se, em seguida, para as profundezas da crosta terrestre, onde seguramente existem ocos e túneis. Após o surgimento da camada protetora de ozônio, a vida animal invadiu a superfície terrestre e dos oceanos. Na Era atual, nossa civilização industrial está destruindo aceleradamente a camada protetora de ozônio e todos habitantes diurnos da superfície terrestre estariam condenados a desaparecer, como os dinossauros. Isto, por outro lado, favorece mais que “habitantes das profundezas”, na calada da noite, venham à superfície fazerem suas razias de sangue. Ao destruir as florestas e devastar o habitat natural dos animais silvestres, o homem tem sofrido revides da parte deles. A violência, produto da nossa civilização, está atingindo também aos animais. Macacos-prego têm atacado pessoas nas estradas no interior do estado de São Paulo, subindo em seus veículos, carros e motos. Quando entram nas residências rurais, depredam tudo. Bandos de canídeos silvestres e felídeos dizimam rebanhos nas fazendas. Morcegos hematófagos migram para a periferia urbana e proliferam aos milhares nas redes de esgoto subterrâneas, atacando em massa a população. As construções de grandes represas e hidrelétricas mudam a ecologia da região, invadindo inclusive redes de galerias subterrâneas naturais em terrenos calcários, provocando desmoronamento e afundamento de cidades inteiras, como ocorreu no estado de Goiás. Tudo isso e muitas outras coisas trazem-nos à mente uma advertência contida em Levítico 26:21-22: “E se transgredires meus mandamentos, e se não caminhares comigo...enviarei contra vós as feras do campo, as quais matarão vossos filhos e dizimarão vossos rebanhos e vos infernizarão, e os vossos caminhos serão como desertos...”

CAM – Fale alguma coisa sobre a Etologia do Chupacabras.
FG– Seriam animais sociais (insetos sociais) e viveriam em grandes panelas subterrâneas, semelhantemente às nossas formigas saúvas, só que, a grandes profundidades. A sociedade deles seria segmentada em castas. Nem todas as castas vêm à superfície terrestre. O retrato falado porto-riquenho poderia ser o de uma fêmea Chupacabras. Isso poderia explicar, em parte, as discrepâncias entre vários retratos falados. As explosões nucleares subterrâneas que foram realizadas no deserto do Novo México, a partir do final da II Guerra Mundial, e que prosseguiram durante a Guerra Fria, teriam atingido e afetado as panelas e colônias subterrâneas dos Chupacabras, provocando migrações e mutações.

CAM – Quais os principais erros detectados na pesquisa brasileira do Chupacabras, realizadas até o presente momento?
FG– Vou citar dois erros principais e outros secundários. Cabe aos pesquisadores investigarem, concluírem e divulgarem. Divulgar é a última etapa do processo. Não cabe, portanto, ao pesquisador “fabricar” casos de Chupacabras, e sim, avaliar os casos mais suspeitos ocorridos naturalmente. Só devem ser divulgados os casos devidamente concluídos e que fornecem subsídios para a elucidação da questão. Os pesquisadores deveriam ter um compromisso ético para com o público de somente revelar a verdade. Em um pólo oposto, vamos citar o “Método Palhares” de desmistificação do fenômeno. Consiste em se trabalhar com uma única amostra, coletando um tufo de pelos emaranhado em um arame farpado de um curral, e mandá-lo classificar por um especialista em canídeos. Como ele escolheu o especialista certo, não o sabemos...Ocorre que um curral é diariamente freqüentado por numerosa fauna silvestre que se alimenta de restos de rações, cata bernes nos próprios animais enclausurados ou são coprófagos. O tufo de pelos só teria validade se fosse usado o método policial, ou seja, se houvesse o flagrante comprovador de que o proprietário do tufo era o próprio “delinqüente” pelo menos. Um erro secundário: consiste em se atribuir ao Chupacabras a ação de diversos predadores. Cada predador natural tem o seu habitat típico, tem sua maneira particular de atacar a presa. Alimenta-se de determinadas partes dos animais e habita determinadas regiões, ou seja, possui sua distribuição geográfica ou zoogeografia. Só esses elementos já nos permitem fazer uma triagem do possível predador.

CAM – Qual a percentagem dos casos brasileiros atribuídos ao Chupacabras, que teria realmente um alto índice de estranheza?
FG– Não possuo e nem vou citar estatísticas exatas. Acho mais honesto trabalhar com conceitos. Quero deixar claro que, em nenhum trecho desta entrevista, afirmei a presença do Chupacabras no Brasil. Todavia, não excluo esta possibilidade. Creio que a maioria dos casos de mortes e mutilações de animais brasileiros atribuídos ao Chupacabras, na verdade, deve-se a diversos predadores naturais silvestres, que estão revidando a destruição do seu ambiente natural. Uma parte também considerável desses casos deve-se a causas mais sinistras: a ação publicamente confessada de religiões e seitas que praticam o sacrifício animal e, até mesmo, humano. É menos conhecida, porém realidade, a presença, no Brasil, de bruxos centro-americanos que estão implantando práticas e reminiscências de priscas eras. Embora percentualmente pequeno, é significativo o número de relatos de avistamentos de criaturas estranhas à nossa biodiversidade, e que estariam atuando em nossa cadeia alimentar. Tenho a lamentar que os pesquisadores, quando localizam tais casos, transformem-nos em propriedades particulares suas ou de grupos editoriais. Isto impede que o caso seja investigado até suas últimas conseqüências, com metodologia científica, e acaba por engrossar o prontuário de casos suspeitos, onde jamais se poderá concluir nada categoricamente.

CAM – O que você diria do que foi publicado na “Revista Já”, do Diário Popular (São Paulo, 20.07.97), relacionando o Caso Guarapiranga com o Chupacabras?
FG– Não estou invalidando o grau de estranheza do Caso Guarapiranga, entretanto, ele nada tem haver com Chupacabras. Já disse e repito que esse predador não seria uma entidade aquática ou ribeirinha, e que as lesões do Corpo de Delito não se assemelham aos ataques dele. O capítulo das mortes e mutilações de animais e seres humanos é bastante vasto, e a posição que o Caso Guarapiranga ocupa nesse capítulo, será, em breve, revelado por mim em outra oportunidade.

CAM – Como o Chupacabras consegue agir tão silenciosamente e matar 2 a 3 dezenas de ovelhas, sem provocar reação delas ou dos cães? Ele inocularia algum tipo de veneno mortal[268], paralisando e/ou matando suas vítimas? O Chupacabras possuiria ferrão, como um escorpião ou vespa caçadora? Desprenderia algum tipo de emanação ou emitiria algum tipo de ultra-som ou microondas pulsantes?
FG– Tudo leva a crer que sim! Sendo um inseto, seria de se esperar que o mesmo possua ferrão e que inocule veneno mortal ou paralisante, impedindo reações de suas vítimas e facilitando sua imediata ação predatória hematófaga. Também os insetos, em geral, emanam vários tipos de feromônios. Já quanto aos ultra-sons e microondas pulsantes, por enquanto, isto é mera especulação. Fazendo analogia com a fenomenologia Chupa-chupa, há relatos de ataques contra seres humanos. Todavia, este predador não causa dano algum à erva da Terra, nem a qualquer coisa verde e nem a árvore alguma, Tão somente ao Reino Animal, incluindo o homem. Seria possível, embora não comprovado, que o Chupacabras emane algum inalante que induza suas vítimas ao torpor e, em seguida, ele as paralisaria e/ou mataria. Além de sugar o sangue, ele inocularia, no interior da vítima (cavidades abdominais, torácicas e cranianas), algum tipo de enzima ou ácido com poder seletivo, que só digere determinados tecidos (ex.: coração, fígado, cérebro, etc.) Estes ficariam liqüefeitos e, neste estado, seriam sorvidos pelo Chupacabras, através do mesmo orifício pelo qual ele inoculou as presas. Ele só absorveria alimentos líquidos: sangue e tecidos nobres dissolvidos. Esta seria uma possível explicação para o enigma de animais encontrados mortos e ocos, sem esses órgãos internos; restando-lhes, porém, a carcaça íntegra, apenas com minúsculos orifícios, por onde seria impossível extraírem-se os referidos órgãos no estado sólido. Muitos dos relatos de animais mortos nessas circunstâncias revelaram a presença comprovadora de um “líquido esverdeado” em seu interior. Queremos alertar a sociedade no sentido de que estas técnicas propostas (inoculação de enzimas ou ácidos) encontram-se também ao alcance da tecnologia humana... Estariam então sendo experimentadas armas biológicas? Técnicas de extermínio? Difusão do terror e do pânico?




Fernando Grossman, especialista em Ufologia e criptozoologia.
A Evolução do Fenômeno
O fenômeno Chupacabras surgiu oficialmente em Porto Rico, em 1995. Porém, antes disso já havia relatos de mortes de animais e estranhos predadores circulando no país. Após surgir, ou ressurgir em Porto Rico o fenômeno rapidamente se espalhou para outros países vitimando milhares ou milhões de animais e até seres humanos.

O Caso do Vampiro da Moca
Em 1975, ocorreu uma onda de mortes de animais em circunstâncias estranhas na região de Moca, Porto Rico. Hoje, décadas depois, o mistério permanece.

Casos em Porto Rico e Outros Mistérios
Em 1995, ocorreu uma grande onda de mortes de animais em circunstâncias estranhas. Não demorou e surgiram relatos sobre uma estranha criatura na ilha.

Casos no México
O México foi o segundo ou terceiro país a registrar ataques do Chupacabras, e ali o predador se mostrou ainda mais voraz e agressivo do que em Porto Rico. E assim como na pequena ilha caribenha, o México já havia experimentado rápidos e misteriosos ataques anos antes.

Casos Mexicanos Mais Recentes
O México foi o segundo ou terceiro país a registrar ataques do Chupacabras, e ali o predador se mostrou ainda mais voraz e agressivo do que em Porto Rico. E mesmo décadas depois, o fenômeno ainda continua vivo no país.

Casos em Países da América Central
Os vários países da América Central foram palco de ataques de Chupacabras entre 1995 e 2020.

Ataques de Chupacabras no Estado do Paraná.
Entre 1997 e 1999, o Estado do Paraná foi palco de várias dezenas de ataques do Chupacabras, que resultaram na morte de várias centenas de animais de criação

Relatório de Carlos Alberto Machado
Estranhas mortes de animais na região metropolitana de Curitiba. Apesar das negativas oficiais das autoridades existem evidências fortes indicando que os ataques tem origem em um animal não catalogado pela Ciência.

Sitiante Viu Tudo e Desmente Laudo
Carlos Messner, dono de vários animais atacados pelo Chupacabras denuncia acobertamento governamental.

O Caso de Ortigueira (PR)
O Caso de Ortigueira é um caso impressionante. Sessenta e seis ovelhas foram mortas e empilhadas em duas pilhas de 33 ovelhas cada, dentro do próprio aprisco, próximo à casa do proprietário.

Casos Ocorridos em 1999, no Paraná
Um impressionante caso de ataque de Chupacabras em área urbana e densamente povoada, ocorrido na periferia da cidade de Curitiba (PR), em 1999.

A Volta do Chupacabras?
Estranhas mortes de animais ocorridas na região de Curitiba. Seria a volta do Chupacabras ou ataque de animal predador comum?

Chupacabras no Estado de São Paulo
O Estado de São Paulo registrou dezenas de casos com várias centenas de animais mortos, dentro da onda de ataques do Chupacabras, em 1997.

O Caso da Praia Grande (SP)
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO Especial, edição 19, de setembro de 1997.

Ataques no Estado de São Paulo em 1999
Em 1999, ouve uma pequena onda de ataques atribuídos ao Chupacabras em diferentes localidades do estado de São Paulo.

Estranho Animal Ataca em Canoinha (SC)
Transcrição de Reportagem do Jornal O Planalto, de 1 de agosto de 1997.

Ataques de Chupacabras no Mato Grosso do Sul
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO, edição 53, de setembro de 1997.

Ataques no Rio de Janeiro se Confundem com Mutilação
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO, edição 53, de setembro de 1997.

Matanças Caninas em Série
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO, edição 53, de setembro de 1997.

Alienígenas Predadores: A Face Sinistra da Ufologia
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO, edição 53, de setembro de 1997.

Casos no Chile
O Chile foi outro país que registrou, durante anos, uma grande incidência de ataques do misterioso Chupacabras.

Casos na Argentina
Diferentes de outros países sul-americanos, os casos de Chupacabras se confundem com as misteriosas mutilaçoes de gado associadas ao fenômeno UFO.

Casos no Paraguai
Em todos os países da América Latina foram registrados ataques de Chupacabras. No Paraguai não foi diferente. Numerosos animais foram vitimados ali, pela estranha criatura.

Casos Ocorridos nos Estados Unidos
Nos Estados Unidos também foram registrados casos de ataques de Chupacabras. Porém, o país agiu de forma eficiente acobertando fatos e ridicularizando o tema.

Casos na Colômbia
Em 2016, uma onda de ataques ocorreu na Colombia, vitimando centenas de animais de criação.

Ataques à Humanos
Em vários países onde o Chupacabras se manifestou, diversas pessoas tiveram a desagrável experiência de serem atacadas pela criatura. Alguns casos, de forma bastante trágica.

Acobertamento
Em todos os países onde o Chupacabras se manifestou ocorreu um processo de acobertamento e ridicularização de fatos, por parte de autoridades, além de manobras de capturas, realizadas por militares. Muitas delas com sucesso.

Registros Fotográficos de Estranhos Animais
Ao longo das ondas de ataques de Chupacabras surgiram fotografias que seriam registros fotográficos do estranho animal. Embora tais registros não sejam irrefutáveis, apresentamos aqui os mais importantes.

Hipóteses e Teorias Sobre Chupacabras
Ao longo das ondas de ataques de Chupacabras surgiram fotografias que seriam registros fotográficos do estranho animal. Embora tais registros não sejam irrefutáveis, apresentamos aqui os mais importantes.

Padrões e Características em Ataques de Chupacabras
Conheça as diferenças entre ataques de predadores convencionais e aqueles registrados em casos de ataques de Chupacabras.

Análises Laboratoriais
Detalhes sobre análises laboratoriais realizadas em pêlos e fezes de animais estranhos, coletadas em locais de ataque de Chupacabras.

Entrevista com Fernando Grossman
Durante a realização do IV EXPO-UFO (Exposição Ufológica do Guarujá – SP), realizada em 19 e 20 de julho de 1997, Fernando Grossman concedeu uma entrevista ao ufólogo Carlos Alberto Machado.

Entrevista com Madelyne Tolentino
Madeline Tolentino é testemunha visual do Chupacabras em Porto Rico. Foi a primeira pessoa a relatar publicamente ter avistado a estranha criatura.

Entrevista com Daniel Pérez
Daniel Pérez é uma das principais testemunhas de Chupacabras de Porto Rico. Ele foi entrevistado pelo ufólogo Jorge Martin.

Comentários (3)

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Alexandre Takaoka (Londrina, Brazil) diz...
Parabéns pela pesquisa. aguardo novas informações!
15 September 2018 03.10
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Fernando Oliveira diz...
Deve ser consequência de mais uma ação da lava-jato. Tem todas as características: Onde passa, arrasa tudo.
29 June 2018 18.42
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Marcos diz...
Arrasa com a bandidagem, viva a Lava-Jato!
22 September 2019 13.31
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Referências:

- Livros
  • MACHADO, Carlos Alberto. Olhos de Dragão - Reflexões para uma nova realidade. Curitiba: Aramis Chain, 2001.
  • MACHADO, Carlos Alberto. Estranha Colheira. Mutilações humanas do insólito. São José dos Pinhais, 2018.

 


- Boletins
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- Artigos de Revistas
  • MARTIN, Jorge. Chupacabras: aliens ou aberração genética?. Revista UFO, p. 12-14, agosto de 1996.
  • MARTIN, Jorge. Uma teoria: Intercâmbio genético por emissões eletrônicas. Revista UFO, p. 17, agosto de 1996.
  • MONDINI. Animal desconhecido encontrado mutilado em São Paulo. Revista UFO, p. 20, agosto de 1996.
  • STIEVEN, Mauren. Novos ataques no Mato Grosso do Sul. Revista UFO, p. 27 à 31. , Setembro de 1997.
  • EQUIPE NPU. Mortes de animais geram polêmica. Revista Fatos & Mistérios, p. 36 à 39. Novembro de 1997.
  • SIERRA, Javier. Novos ataques da criatura no Caribe. Revista UFO nº 50, p. 21 à 24. Abril de 1997.
  • MACHADO, Carlos Alberto. Chupacabras. Revista UFO nº 66, p. 37 à 45. Agosto de 1999.
  • EQUIPE CIPEX. Esclarecimentos que nada esclarecem. Revista UFO nº 66, p. 41 e 42. Agosto de 1999
  • EQUIPE CIPEX. Militar fala sobre Chupacabras. Revista UFO nº 66, p. 43. Agosto de 1999
  • SAN MARTIN, Paulo. Chupa-cabras. Que bicho é esse? Revista Extra nº1, p. 4 à 5. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Episódios com o bicho causam alvoroço nacional. Revista Extra nº1, p. 6 à 7. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Ovelhas mortas: é o início da história. Revista Extra nº1, p. 8 à 12. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Sitiante viu tudo e desmente o laudo. Revista Extra nº1, p. 13 à 14. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Bicho aparece, deixa pistas e ganha forma. Revista Extra nº1, p. 18 à 20. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Chupa-cabras deixa seus rastros na terra. Revista Extra nº1, p. 21 à 22. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Animal anda rebolando e é visto por tratorista. Revista Extra nº1, p. 23 à 25. Agosto de 1997.
  • MONDINI. Histórico: Porto Rico exporta Chupacabras para o mundo. Revista UFO Especial, 19. p. 6 à 9. Setembro de 1997.
  • SCHELLHORN, Cope. Fenômeno causa terror e polêmica no Caribe. Revista UFO Especial, p. 10 à 13. Setembro de 1997.
  • MONDINI. Epidemia: Ação devastadora do Chupacabras chega ao Brasil. Revista UFO Especial, p. 14 à 18. Setembro de 1997.
  • MONDINI. Mutilações misteriosas se proliferam sem explicação. Revista UFO Especial, p. 20 à 22. Setembro de 1997.
  • ATHAYDE, Reginaldo. Alienígenas predadores: A face sinistra da Ufologia. Revista UFO Especial, p. 23 à 25. Setembro de 1997.
  • BARBOSA JUNIOR, Orlando. Ataques no Rio de Janeiro se confundem com mutilação. Revista UFO Especial, p. 26 à 33. Setembro de 1997.
  • SUENAGA, Claudio. Chupacabras em constante processo de evolução. Revista UFO Especial, p. 36 à 40. Setembro de 1997.
  • VILA NOVA, Jamil. Estranho ataque investigado no litoral paulista. Revista UFO Especial, p. 34 e 35. Setembro de 1997.
  • COVO, Claudeir. Ataques deliberados da criatura desconhecida. Revista UFO Especial, p. 41 e 42. Setembro de 1997.
  • MONDINI. Chupacabras. Revista UFO. nº67. p. 40 à 48. Setembro de 1999.
  • MOORE, Simon. Revista Inexplicado, nº 2 p. 34 e 35.,

 


- Documentos Oficiais
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- Vídeos e Documentários

 


- Sites e Blogs

 


- Outros
  • https://pr.ricmais.com.br/seguranca/noticias/mais-de-50-aves-tem-coracoes-arrancados-em-curitiba/
  • https://redemassa.com.br/tribuna-da-massa-3/2018/03/07/ataque-as-galinhas-continua-um-misterio-15392/v/
  • https://tnonline.uol.com.br/noticias/mundo-bizarro/64,461579,02,03,sessenta-aves-tem-coracao-arrancado-em-galinheiro-no-parana.shtml
  • http://www.fatimanews.com.br/brasil/60-aves-sao-mortas-e-tem-coracao-arrancado/185746/
  • https://massanews.com/noticias/plantao/misterio-60-aves-sao-mortas-e-tem-coracao-arrancado-7m8x6.html
  • https://www.bemparana.com.br/noticia/sessenta-aves-sao-mortas-e-tem-o-coracao-arrancado-no-bairro-alto-
  • http://www.bandab.com.br/cidades/60-aves-tem-coracao-arrancado-em-galinheiro-no-bairro-alto-para-vizinhos-e-um-misterio/
  • http://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/mais-de-50-galinhas-sao-mortas-em-suposto-ritual-e-caso-macabro-assusta-dona-de-viveiro/
  • http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-2edicao/videos/t/edicoes/v/misterio-morte-de-aves-e-ovelhas-intriga-moradores-de-sao-jose-dos-pinhais/6624129/
  • https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/caseiro-faz-armadilha-e-captura-caes-que-mataram-dezenas-de-animais-em-sitios.ghtml
  • http://pautasjp.com/2017/noticia.php?nid=4262
  • http://olharanimal.org/morte-misteriosa-de-animais-intriga-moradores-de-sao-jose-dos-pinhais-pr/
  • https://www.bemparana.com.br/noticia/caes-suspeitos-pela-morte-de-varios-animais-sao-levados-para-centro-de-zoonoses