O Gigante de Paty do Alferes (RJ)

Um interessante e pitoresco caso ufológico ocorrido em Paty do Alferes (RJ), com o relato de avistamento de um humanóide de grande estatura.
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Página 2 - A Investigação da SBEDV


Página 3 - Outras Experiências da Testemunha


Página 4 - Comentários Gerais


Texto original da SBEDV - Erros ortográficos e normas gramaticais da época foram mantidos.

 

 


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Introdução

Em dia e mês que não se recorda, em 1971, seis anos antes do episódio ufológico de Paty do Alferes, segundo seu relato viveu Moacir outro fato estranho. Este porém, pela falta de conhecimentos nossos a respeito, não vamos nos aventurar a classificar.

O caso em questão aconteceu durante um passeio com piquenique a Cabo Frio, famosa estância balneária marinha, distante de Paty do Alferes 250 Km aproximadamente. Tal passeio foi organizado por um senhor chamado Jair e o nosso protagonista, Moacir. A excursão, de ônibus, se iniciaria a meia-noite, nela tomando parte cerca de 30 pessoas de Paty do Alferes.

Moacir lembra-se de alguns participantes, atualmente ainda vivos. Dentre estes, o Sr. Gilberto Abdue (conhecido pelo apelido de “Jiló”), representante de marca de bebidas e refrigerantes, a quem entrevistamos em seu sítio, na Estrada RJ-125, nº 64055. Outra participante foi D. Nilza Silva Melo, residente na Rua Vicente Freitas, nº 90, em Paty do Alferes. Estes dois atestaram que houve um atraso de 4 horas na volta de tal passeio, pois Moacir, um de seus organizadores, havia desaparecido cerca das 12 horas, reaparecendo somente às 18 horas.

Moacir informou-nos que não chegou a almoçar ao meio-dia, juntamente com os outros, na praia. É que repentinamente, ele havia deixado a paisagem peculiar de Cabo Frio, à beira-mar, com dia de Sol sem nuvens, cheia de arvoredos e plantas nas margens.

Na paisagem para a qual, descalço e de “short”, Moacir viu-se subitamente transportado, não havia vegetação. O chão era arenoso, compacto, parecido com asfalto de cor cinza escuro. Estava quente, de maneira que, sem calçados, Moacir tinha de pular ou andar rapidamente para não queimar a sola dos pés. Essa quentura do solo era tanto mais estranha uma vez que não havia Sol visível. Porém, todo o céu estava nublado, contrário ao céu azul límpido e de Sol de Cabo Frio. E mesmo a atmosfera não estando quente, Moacir, ofegante, sentiu uma espécie de falta de ar, como se este fosse o rarefeito das alturas.

Após andar muito, Moacir avistou uma colina baixa, com um grupo de 100 casas toscas, construídas coladas umas nas outras. Tais construções eram muito parecidas com ninhos de João-de-barro, pelo aspecto das janelas, pequenas e redondas, e portas de tipo idêntico. Possuíam cor fosca, mas tonalidades claras de verde, amarelo e marrom. Embora não enxergasse vida nas casas, Moacir procurou aproximar-se delas para tentar orientar-se com eventual habitante. Entretanto, apesar de andar e pular no chão quente durante uns 10 minutos, estranhou por não conseguir aproximar-se das casas além de uns 50 metros.

Já desesperado com a situação, Moacir buscou então reorientar-se pela maior claridade da parte do céu onde julgava situar-se o Sol, para posicionar sua caminhada na direção em que acreditava localizar-se a praia de Cabo Frio. Ao todo pensou ter andado uma distância equivalente à que vai de Paty do Alferes à Governador Portela (cerca de 17 km), quando, de longe, avistou uma casa isolada. Era um posto de gasolina, onde encontrou seu conhecido “Jiló”, já mencionado. Este confirmou-nos tal encontro com Moacir, que lhe parecia bastante preocupado e lhe dizia sentir-se perdido. “Jiló” indicou a Moacir a direção da praia, onde este chegou, espavorido, às 18 horas. Incontinenti, sem ter almoçado ou lanchado, embarcou no ônibus para, juntamente com o grupo, retornar a Paty do Alferes. Lá, atrasados, só chegariam às 2 horas da manhã.

Moacir não soube explicar onde estivera, mas relatou aquilo que viu e presenciou. Uma vez que sua falta foi sentida às 14 horas, momento planejado para o retorno, formou-se grande celeuma. Os participantes do grupo foram tentar localizar Moacir primeiro em restaurantes e hotéis, depois nos hospitais de Cabo Frio, necrotério e na delegacia de polícia. Foi quando, finalmente ao crepúsculo, todo espantado, ele apareceu.

Após a experiência que viveu em Paty do Alferes, Moacir tomou interesse pela Ufologia. Assim, ele participou também de rumorosa caravana popular que se dirigia para a cidade de Casimiro de Abreu, no Estado do Rio de Janeiro, em início de 1980. Essa comitiva aliás contou com a presença da corretora D. Linda Guillion, de Paty do Alferes.

À noite, entre 3 e 4 horas da madrugada, aquartelado em um dos recantos da localidade, o grupo foi brindado por um balé celeste: aparentemente a distâncias enormes, alguns pontos luminosos executavam caminhadas rápidas, também em zig-zag. Entretanto, menos avisadas, outras pessoas que se encontravam no local interpretaram esses movimentos como os de “estrelas cadentes”. Aliás, consultando o Boletim da SBEDV nº 132/135 (pág. 30), damos conta de o jornal “O Fluminense” (30/3/80) ter inserido em suas páginas a notícia de que Rogério Lima e seu grupo também fizeram avistamentos ufológicos em Casimiro de Abreu. Além disso, na ocasião, a SBEDV recebeu uma foto que teria sido tirada a respeito, em Casemiro de Abreu, por grupo ufológico com sede em Santos (SP).

Ainda em outra oportunidade, outubro de 1982, Moacir vinha em seu carro, à noite, de volta de Vassouras para Paty do Alferes, com mais cinco pessoas: sua filha Monique, dois homens e duas moças, Noêmia Rosa e Leila. O carro já havia ultrapassado a localidade de Sacra Família e ainda não tinha atingido Morro Azul. A uns 50 metros antes da saída à direita para educandário profissional Rodolfo Fuchs (Organização Cristo Redentor), em cima do morro uns 100 metros e uns tantos metros do automóvel, Moacir e seu grupo avistaram um disco voador. Este era achatado, com o lado voltado para baixo apresentando numerosos focos de cores diversas, prevalecendo entretanto o azul.

A nave ficou lá, parada e silenciosa, enquanto era observada pelas pessoas, em número de cinco, afora Moacir. Finalmente o OVNI lançou um feixe de luz em direção ao morro, clareando tudo por lá como se fosse de dia, num diâmetro de uns 50 metros. Em seguida, afastou-se, tendo o espetáculo durado cerca de 5 minutos. Monique, na época da investigação com 27 anos de idade, confirmou-nos este avistamento.

A região apontada por Moacir Baiano tem realmente atraído os discos voadores. Isto nos foi posteriormente atestado pelo casal “Neguinho” e Dona Diva (Deuteshlander Oliveira Novais e Diva de Souza Novais). Morando a cerca de 1,5 Km daquela ponte há uns 10 anos, Dona Diva declarou ter avistado UFOs por lá umas quatro vezes. Certa feita, foi em forma de luz amarela clara, retangular (tipo porta), de tamanho maior que o de uma Lua Cheia.

Avistamento de objeto similar, senão idêntico ao de Moacir, foi feito no Rio de Janeiro (bairro Novo Mundo), por membro da SBEDV, em 20 de abril de 1969, às 21 horas, descrito no Boletim da SBEDV nº 71, pág. 127 e 128.

Moacir relatou-nos estranho avistamento que teve com a idade de 6 anos. Nessa ocasião, ele morava com seus pais à beira da praia, no bairro Torre, na cidade de João Pessoa, capital do estado da Paraíba. Por encontrar-se afastado da cidade, naquela época o lugar não possuía ainda luz elétrica.

Desse modo, certa noite, seu pai e mais três parceiros jogavam cartas à luz bruxuleante de uma lamparina de querosene. Este era aliás o tipo de iluminação de todas as casas das redondezas, incluindo um bar da vizinhança. Em determinado instante, o pai de Moacir, conhecido como Zuza, deu por falta de cigarro. Pediu então à esposa que desse uma olhadela pela porta na direção do bar vizinho, pois este talvez ainda se achasse aberto, embora o avançado da hora. Isto seria facilmente verificado, pelo reflexo da, luz da lamparina na areia através da porta aberta do bar. Naquele momento, Moacir estava com a cabeça pousada no colo da mãe, de maneira que ele mesmo levantou-se e foi até a porta da casa para espiar. Entretanto, sua vista foi atraída por outro espetáculo, inesperado e incomum: uma mulher de proporção descomunal, cerca de 2,5 metros de altura, vestida com roupa branca tal a de uma noiva e que fulgurava como fosforescente, estava a bailar na praia escura.

À chamada de Moacir na porta, sua mãe veio e confirmou a visão, dirigindo-se por sua vez ao marido: “Oh! Zuza, vem ver!”. Mas quando Zuza e os três parceiros chegaram na porta, não enxergaram nada daquilo. E Moacir ainda recebeu uns cascudos do pai, que o admoestou para “deixar de ser mentiroso”.

Episódios da Vida Adulta

Outra qualidade de Moacir que merece ser mencionada é a sua capacidade de enxergar o que se passa longe dele e de transmitir seus pensamentos, pelo menos à pessoa de sua mãe.

Em 1952, Moacir fazia seu serviço militar, de dois anos, no Rio de Janeiro, no 1º Regimento de Cavalaria e Guarda (Dragões da Independência, atualmente sediado em Brasília). Sendo o seu soldo de apenas 94 mil réis por mês, insuficientes para seus gastos de fumante e de rapaz robusto para passear, certo dia ele estava triste, sentado à beira de sua cama no alojamento, acabrunhado com essas questões. Foi quando, subitamente, ele viu surgir diante de si a figura de sua mãe, que lhe dizia: “Oh Moacir, você parece aperreado por falta de dinheiro. Mas eu ganhei no jogo, no milhar 1346, de modo que vou remeter-lhe algo”. E realmente, dois ou três dias depois chegou uma carta de sua mãe, com um valor declarado de 200 mil rés, que ela lhe enviava.

Outro caso de percepção à distância relatado por Moacir refere-se à morte de seu amigo Zezinho Toste, por infarto cardíaco fulminante, em 1983. Na ocasião, Moacir encontrava-se em casa, assistindo televisão a altas horas da noite. Pois repentinamente, diante dele e vestindo seu terno amarelo, surgiu o seu amigo Zezinho Toste, dizendo-lhe: “Moacir, não vou mais seguir a Igreja Messiânica”. No dia seguinte, Moacir recebeu a notícia do falecimento súbito de Toste, ocorrido na noite anterior. Esta seria a razão do seu afastamento como membro daquela religião.

Nos links abaixo você pode acessar os artigos originais, publicados pela Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores, referentes ao caso.

 
O Encontro Misterioso
Conheça o relato de Moacir Baiano, referente à um encontro com um ser de aproximadamente 3 metros de altura, em uma área de mata, na região de Paty do Alferes, região serrana do Estado do Rio de Janeiro (RJ).

A Investigação da SBEDV
Relatório de investigação da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV).

Outras Experiências da Testemunha
Além do misterioso encontro com o humanóide gigante, Moacir Baiano teve outras experiências anômalas.

Comentários Gerais
Comentários gerais da SBEDV e do Portal Fenomenum sobre o Caso do Gigante de Paty do Alferes..

Galeria de Imagens do Caso
Galeria de fotografias, imagens e ilustrações sobre o caso.


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Referências:

- Livros
  •  

 


- Boletins
  • Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - edição 168/173, de dezembro de 1986.

 


- Artigos de Revistas
  •  

 


- Documentos Oficiais
  •  

 


- Vídeos e Documentários

 


- Sites e Blogs

 


- Outros
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