O Mistério dos Humanóides Voadores

Um estudo especial sobre casos envolvendo humanóides voadores.


Jackson Luiz Camargo e textos da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (Normas e erros gramaticais foram mantidos)

 

 


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Introdução

A casuística ufológica mundial possui milhares de casos que, em geral, foram um padrão consistente de manifestação. Uma pequena parcela de casos registrados pelo planeta, e em especial no Brasil fogem um pouco do padrão, sem no entanto perder as características que definem um fato ufológico. São casos que apresentam um algo grau de estranheza ou peculiaridade e possuem uma relação com fatos folclóricos documentados em diferentes rincões do país, em diferentes épocas.

O Folclore Brasileiro registra vários casos de aparições de personagens com aspecto humano, flutuando sobre o solo recebendo os mais diversos nomes ou rótulos. Tal é o caso das chamadas Visagens, Mulher de Branco, Loira Fantasma, O Gritador (ou Bradador, em algumas regiões). Alguns destes casos possuem um componente espiritual envolvido, enquanto outros são eventos ufológicos propriamente ditos.

Este autor, em suas pesquisas de campo pelo interior do estado do Paraná, encontrou vários relatos envolvendo criaturas humanóides que flutuavam pelo céu. Tal é o caso do menino Vanderlei (clique aqui para conhecer o caso), que foi abduzido na zona rural do município de Pinhão, por seres do tipo gray, que flutuavam acima do chão.

Outro caso, ocorrido muito próximo do local de abdução de Vanderlei, envolveu uma menina, chamada Débora, que avistou um ser que flutuou pelo barranco ao lado da estrada. Casos desta natureza, sem uma aparente relação com o fenômeno UFO acabam sendo associados à elementos folclóricos.

Caso da Fazenda Morro das Pedras (SBEDV)

No dia de São Vitor, em 1983 (12 de abril), quando interpelada pela testemunha, colono de fazenda, uma ufonauta afastou-se em voo, sem que fosse possível descobrir seu meio de propulsão.

Uma ou duas semanas após esta ocorrência, três filhas menores de outro empregado da mesma fazenda observam, ao anoitecer, "loura senhora bonita" que flutua acima do chão e, quando passa por sobre um córrego, causa turbulência e ruído nas águas.

Estamos agradecidos a duas pessoas, que nos proporcionaram acesso à pesquisa destes dois casos. Foi pelo boletim, periodicamente editado, de Ubirajara Franco Rodrigues da cidade de Varginha (MG), que soubemos do caso e da pesquisa que havia levantado a lebre. E foi Dr. Sebastião Dauro Garcia, dono da Fazenda Morro das Pedras, de café, nas cercanias de Campos Gerais (MG), quem amavelmente nos orientou pelo telefone sobre melhor caminho e ainda nos recebeu em sua propriedade, apresentando-nos logo ainda ao colono Manuel de Paula Araújo, pai das três menores testemunhas de um dos episódios. Fomos também apresentados a Joaquim Antônio Luiz, outro colono e mora dor a duas centenas de metros da casa da fazenda. Este é testemunha de outro caso distinto, do qual nos ocuparemos em primeiro lugar.

RELATO N° 1 - Mulher loura, de saiote curto, quando abordada a noite, lança os braços para frente e acima, inclina o corpo e, com um pulinho, inicia voo, afastando-se pelos ares.

Fizemos bom "raport" com Joaquim Antônio Luiz, de 55 anos de idade, analfabeto, mas, nem por isso, menos dotado de raciocínio rápido, conversa agradável e fácil troca de ideias. É um tipo de homem rude, mas, como o diamante bruto, ao qual falta a lapidação, no caso a educação escolar, para dar realce e destaque as ótimas qualidades que possui.

Conforme ele mesmo nos explicou, como solteiro inveterado Joaquim tem o costume de após jantar, ir de bicicleta à cidade próxima (Campos Gerais), levando uns 10 a 15 minutos no percurso, para entreter-se com os amigos conhecidos. Lá, permanece conversando até cerca das 20 horas, quando invariavelmente volta a residência, situada a mais ou menos 200 metros da casa da fazenda.

Assim, no dia de São Vitor de 1983 (um ano e meio antes da pesquisa), cerca das 20h 30min, em noite de "lua minguada" ("lua bem passada"), Joaquim estava de volta de sua visita à cidade. Ele havia se afastado de Campos Gerais aproximadamente um quilômetro, ocupado em empurrar sua bicicleta, a pé e morro acima, num atalho que atualmente é cruzado por estrada asfaltada (que conduz a vizinha cidade de Boa Esperança), construída recentemente. Numa curva do trilho, ao levantar a vista, Joaquim deparou-se com uma moça toda vestida de branco, blusa e saia curta, que estava de pé no lado esquerdo do caminho, como se estivesse aguardando a chegada do colono. Este se sentiu atraído pelo corpo da moça, que julgou bonito, e pela saia curta que deixava ver metade de umas grossas coxas de uns 30 centímetros de diâmetro. Tudo isso animou Joaquim a deixar escapar a apreciadora expressão "Epa!", como um sinal convencional de que estaria disponível para entabular conversa, se assim fosse o desejo da moça, como que a aguardá-lo de perto, de pé, encarando-o no rosto. Às perguntas da nossa pesquisa, justificando ter faltado iluminação da Lua, Joaquim não pode dar maiores detalhes sobre a moça além de ela estar usando cinto de 4 a 5 centímetros de largura, de cor azul clara, com um laço de uns 20 centímetros do lado esquerdo. O rosto da jovem era bonito, de tez clara, conforme explicou a testemunha, que reparou também na cabeleira loura e bastante cheia da estranha, pela qual se sentiu atraído. Joaquim não se sentiu repelido pela moça, que não lhe havia respondido nada. O colono deixou então escapar um seco "E daí?", o que, em vista de um encontro entre um homem e uma mulher, num local deserto em hora avançada da noite, em interpretação livre poderia significar: "Que é que nós vamos fazer agora, a esta hora?".

Parece que a moça não gostou das ideias de conquistador escondidas no subconsciente de Joaquim. Ela continuou em silêncio, deixou de encarar o homem, pois deu uma virada de 90 graus, encarando diretamente o vale do qual ele havia subido, levantou os braços acima da cabeça e inclinou corpo para a frente, de modo a reduzir o ângulo normal de posição em relação ao solo para aproximadamente uns 60 graus. Ai, com pequeno salto, desprendeu-se do chão e começou um voo livre, com o corpo inclinado uns 15 a 20 graus com a horizontal. Joaquim explicou-nos que, no início, pôde perfeitamente observar a ondulação do saiote da moça, alternada de baixo para cima e vice-versa, como se estivesse batido pelo vento (SBEDV: ou ligado a mecanismo energético de propulsão e manutenção no ar?). O voo da moça era aparentemente dirigido para a raiz de umas montanhas situadas do outro lado do vale, numa distância de uns 4 a 5 quilômetros. Mas Joaquim só pôde acompanhá-lo uns 7 segundos, quando havia alcançado apenas uma distância de uns 500 metros, distinguindo na noite somente um ponto branco que acabou por perder de vista.

Joaquim explicou-nos que o episódio o deixou "encabulado". Foi para a casa deitar-se, mas dormiu pouco naquela noite (SBEDV: talvez por permanecer rememorizando a inusitada aventura).

Além disso, embora com um ano e meio de atraso, quando em contato com a bicicleta de Joaquim, o nosso magnetômetro acusou presença de magnetização em algumas partes. A nossa medição foi prejudicada, pois dispúnhamos de instrumento menos sensível, com alcance de escala até 50 Gauss, uma vez que o outro, com alcance até 5 Gauss, estava emprestado ao pesquisador Ney Matiel Pires.

Acusaram magnetização as partes da bicicleta feitas de aço, como o farolete, com aproximadamente uns 3 Gauss, e a campainha, entre 1 e 2 Gauss. Testamos a sensibilidade do instrumento no dínamo da bicicleta, contendo magneto, que provocou desvio do magnetômetro correspondente a cerca de 5 Gauss.

RELATO N 2 - Três menores testemunharam "senhora mais bonita que a gente", de cabelos louros, que flutua a centímetros do chão e agita as águas.

A "reconstituição do episódio" no local do evento, Córrego dos Macacos, distante aproximadamente um quilômetro e meio da casa da Fazenda Morro das Pedras, não pode ser assistida pelas protagonistas, as três menores, ausentes (na escola e no emprego) naquele momento. Apesar disso, acreditamos, porém que o pai delas, Manuel de Paula Araújo, de 40 anos de idade, as tenha substituído a contento, por conhecer todos os detalhes, já que pessoalmente tivera vivo interesse no fato relatado pelas filhas.

Pela idade das meninas Isabel, atualmente com 10 anos, Elenice com 12 e Ercília com 15 hoje, um ano e meio depois, o episódio situou-se cronologicamente uma ou duas semanas após a data do primeiro, relatado acima.

A mãe das mocinhas, Maria Francisca, esposa de Manuel, contou-nos que, naquela tardinha, aproximadamente às 19 horas, as três filhas irromperam assustadas na casa. Ercilia, mais velha, branca de emoção: dizia: "Mãe! Vimos uma coisa bonita! Um tipo de moça loura, dourada... foi voando por cima das touceiras dos bambus... serenamente passou por perto nós!...".

Era um domingo e as meninas estavam voltando de um passeio à casa "mal assombrada", neste morro, situado do outro lado do córrego, distante talvez uns 150 200 metros da casa de Manuel. Esta casa fica em vertente de 40 a 45 graus, perto do córrego e touceiras de bambus distantes da casa uns 30 a 40 metros.

O pai, Manuel, relatou-nos que havia chegado tarde a casa naquele domingo. Mas, no dia seguinte, por volta das 7 horas, foi com as filhas Elenice e Ercília até córrego, local do episódio. Se com Manuel havíamos ido a este córrego para nos situar topograficamente quanto ao fato e para a documentação fotográfica do cenário. Em seguida fomos procurar, à saída da escola, as duas filhas menores, Isabel e Elenice. Antes, já havíamos entrevistado Ercilia, a mais velha e ponderada das três, ocupada em serviços domésticos em casa de família de Campos Gerais.

Aqui, colocamos em primeiro lugar o relato de Elenice, que estava à frente de Ercília. Esta chamou a atenção da irmã para a presença da estranha, já inadvertidamente ultrapassada por Elenice. Ao chamado de Ercília, Elenice reparou então nos cabelos luminosos da mulher. Esta flutuava a uns 70 centímetros acima do solo. A menina julgou que a estranha deveria ter uma altura de 1 metro e 40 centímetros, comparando com sua, que era de 1 metro e 30. A mulher cruzou o riacho serenamente flutuando e Elenice achou que as águas ficaram revoltas. Embora ouvisse barulho nas águas, nao deu importância ao fato. A menina chegou a olhar para trás duas vezes para a estranha, mas não prestou atenção às suas feições.

A menor das três irmãs achava-se ainda mais à frente que Elenice. Quando Ercília chamou atenção sobre a estranha, embora já tivesse cruzado o córrego em lugar mais acima, a uns 5 ou 8 metros da mulher, Isabel também olhou para trás, mas não reparou nas feições da estranha. Vendo o inusitado espetáculo a pequena foi a primeira a correr em direção à casa dos pais, seguida por Elenice.

Pela sua serenidade em face do episódio, parece que foi Ercília a mais capaz de captar maior numero de detalhes. Relatou-nos que as três irmãs, seguindo pela trilha que as levaria a cruzar riacho e ir em direção ao lar, estavam a uns 10 metros da estranha. Esta achava-se ainda a uns 3 metros do córrego e também se preparava para atravessá-lo, mas, um pouco mais abaixo que as meninas.

Ercília, medindo aproximada mente 1 metro e 68 centímetros de altura, julgou a mulher um pouco menor, dando a esta uma altura de 1 metro e 50. Explicou que a estranha vestia blusa amarelada, com gola baixa fechada. A blusa era tão comprida que quase alcançava a barra da saia, também de cor amarela. Segundo a mocinha, talvez fosse o comprimento da saia que impedi a enxergar os sapatos da mulher.

A estranha possuía cabelos louros e longos até as omoplatas, usando-os soltos. Obviamente, cabelos tinham luminosidade própria, bem visível à hora do crepúsculo, aproximadamente entre 18h 30 min e 19h. Entretanto, reflexos luminosos observados na roupa poderiam ter sua casa na textura refletiva do tecido. A mulher chegou a encarar serenamente as três meninas, pois continuava calma. Parece que Ercilia também não se perturbou com o aspecto da estranha, que, lenta e tranquilamente, foi avançando flutuando a uns 70 centímetros acima do solo. Entretanto, quando, sempre mantendo a mesma distância do solo, ela cruzava o córrego de uns 70 a 90 centímetros de largura - as águas chegaram a agitar-se como se estivessem "fervendo", produzindo um ruído característico de "zzzzz".

Ercília acredita ter levado uns 3 minutos a observar a estranha avançando e cruzando o córrego, quando, já tendo alcançado umas touceiras de bambus do outro lado, subitamente ela deixou de ser vista. Foi repentino o desaparecimento da imagem da mulher, o que, a nosso ver, deve ter sido a causa do impacto e susto das três meninas.

Ufonautas, vistos desacompanhados do veículo (SBEDV)

Com relação ao encontro de ufonautas desacompanhados de seu respectivo veículo, o disco voador, lembramos aqui o caso brasileiro de Jose Camilho, da cidade de Canhotinho (PE), situada nas vizinhanças de Garanhuns, no passado visitada por nós em pesquisas ufológicas.

Camilo descreveu gente de porte pequeno, de 80 a 90 centímetros, mas, de morfologia muito parecida com a terrestre, senão idêntica. Em outro caso, ocorrido em Mindurim (MG), foram observadas pessoas gigantes, uma com 3 e outra com 6 metros de altura.

Lembramos ainda o caso de Maria Cintra, servente de um sanatório na cidade de Lins (SP), que, de madrugada, a pedido de uma mulher ufonauta, encheu para esta uma garrafa d'agua no bebedouro do hospital. A primeira vista, Maria Cintra pensou que se tratava de uma estrangeira, mas de pessoa terrestre. Somente quando viu estranha dirigir-se para o gramado, onde, na escuridão da madrugada, subitamente iluminou-se o disco voador ali estacionado, é que Maria Cintra ficou ciente de ter estado em presença de entidade extraterrestre.

Outros casos de ufonautas vistos flutuando no ar (SBEDV)

0 Sr. R. Veillith, da revista ufológica francesa "Lumieres dans la Nuit", permitiu, por gentileza, à SBEDV resumir esta pesquisa feita na Espanha pelo Sr. Eric Billois de Dome.

Segundo a pesquisa, às 5 h 30min do dia 9 de abril de 1976, numa rua da cidade de Escalante (Cantabria), foi vista por três testemunhas uma pessoa de aproximadamente 3,5 m de altura, que, pela vestimenta, era do sexo feminino. Tal pessoa trajava uma túnica de cor escura, alcançando até a metade das pernas, que estavam cobertas por pantalonas claras "como que luminosas" (SBEDV: destaque é nosso). Na cabeça ela usava uma espécie de boina, mas com borda roliça, da qual descia pequeno avental, de "brilho rutilante" (SBEDV: o destaque e nosso), que cobria os cabelos e alcançava a altura dos ombros. Esta criatura foi vista a executar uma rotação em ângulo reto, "feito robô", e em seguida afastar-se, parecendo nisto não tocar o solo.

Em outro número, em relação a outras aparições múltiplas de uma pessoa, perto da igreja copta, num bairro do Cairo, Egito, a mesma revista dizia "da pessoa, da qual não se enxergava pés, que deslizava a poucos centímetros do chão".

Considerações sobre razões de levitação e flutuação da pessoa (SBEDV)

Relembrando recente pesquisa de Ney Matiel Pires, na cidade de Mirassol (estado de São Paulo, Brasil), a testemunha A.C.F., durante uma das suas regressões hipnóticas ao episódio, citada em livro, dizia em certo trecho que "começava a andar alto do chão... E eles (os ufonautas) também. Em outro trecho do livro, aqui de maneira resumida, explicava que, no vestiário (do UFO), chegou a vestir roupa idêntica à dos tripulantes, "uma roupa toda brilhante... para (poder) dar a volta (pela nave) com eles (os ufonautas). E em outro trecho, quando indagado sobre como conseguia andar de frente, de lado, em determinada direção, A. C. F. Respondeu: "Eles me mandaram concentrar bem".

Obs.: 1- Com relação ao "esforço mental" mencionado pela testemunha, aqui é lembrado livro de Peter Russel, segundo o qual estas extraordinárias qualidades podem ser desenvolvidas por qualquer pessoa, convenientemente evoluída e/ou treinada, citando ainda exemplos de pessoas santas do nosso passado terrestre. Aliás, jornalista inglês Guy Playfair cita, entre nós, em São Paulo (SP), o caso de levitação do paulista Mirabelli.

Obs.: 11- Outrossim, o ufólogo espanhol, Antônio Ribera nos avisa que "...civilizações avançadas de nossa galáxia podem ter adquirido como normais, qualidades extra-sensoriais e parapsicológicas, as quais, possui-las-emos, talvez, em dias futuros..."

Não nos parece precipitado se concluirmos que a roupa dos ufonautas - pelos recursos tecnológicos inerentes a ela possibilita a pessoa que a vista flutuar deslizar no ar. Todavia, para e orientar a direção da locomoção, a pessoa teria de fazer uso da força de seu pensamento. Supostamente, este pensamento ganharia força adicional, multiplicada pela tecnologia que faz parte da roupa. Teoricamente, o pensamento poderia expulsar as subpartículas atômicas responsáveis por produzir e guiar o deslizamento da pessoa.

Na pesquisa de Joaquim Murtinho, feita pelo ufólogo e professor Hulvio Brant Aleixo, recentemente publicada, o terrestre abordado, apenas pelo contato de sua pele com a dos ufonautas, e outra pessoa capaz de flutuar acima do chão. No caso concreto, "os estranhos (o rapaz testemunha) ladearam, seguraram-no pelos braços e com ele penetraram na casa, pela porta dos fundos. L.C. (a testemunha) se sentiu leve, quase flutuando". Os ufonautas parecem ainda possuir a capacidade de transmitir algumas de suas forças mentais - embora só por momentos fugazes à testemunha, porquanto, em outro trecho, após o afastamento dos ufonautas, à testemunha, "ansiando por comprar cigarro, dirigiu-se à porta da frente (da casa) e, antes que pudesse retirar a chave pendurada numa ferradura, esta destacou-se e, evoluindo no ar, foi cair em sua mão aberta. Ele só teve o trabalho de enfia-la na fechadura e dar a volta, para abrir a porta e sair.

Obs.: No caso do encontro na represa hidroelétrica de Marimbondo, da testemunha o guarda Jesus Antunes Moreira com o ufonauta, observou que, quando este último segurou no ombro esquerdo, caixa de formato à de sapatos "... O guarda passou a entender tudo o que era dito (pelo ufonauta)...". Poderíamos interpretar a caixa como amplificador do pensamento do ufonauta no intuito de facilitar a transmissão dos pensamentos para a testemunha.

Ainda em Congresso Psicotrônico de São Paulo foi mencionada a possibilidade de pensamento manifestar-se em forma de força "psicocinética".

"En passant", vamos lembrar, do passado ufológico brasileiro, casos em que a testemunha terrestre, em presença do ufonauta (de algum instrumento ou do disco voador), experimentou "leveza e flutuação no ar", de seu próprio corpo, como, por exemplo, o relatado por Paul Caetano Silveira, da cidade de Itaperuna, quando ia em direção em ao sítio do Sr. Alberto e o narrado também pelo estudante Paulo Coutinho, quando era examinado por "médico" ufonauta dentro do disco voador.

Pelo testemunho de Benedito Cristóvão da Silva (apelidado de "Canhoto"), chegamos, a saber, da existência de um instrumento em forma de lanterna, cuja luz alaranjada, quando focalizada na pessoa, possibilitava à esta a levitação. Em outro Boletim, com título de "Caso de neutralização da gravidade” é citado o caso de um cavaleiro que, quando abordado por uma luz vinda de cima, à noite, perdeu subitamente o controle do animal que montava e em lento movimento pelo ar atravessou a estrada, desde a faixa direita até ser depositado suavemente no lado esquerdo, atrás de uma cerca.

Na literatura ufológica brasileira, são relativamente frequentes as descrições de flutuação e deslizamento de ufonauta pelo ar, como, por exemplo, o ocorrido no aeroporto de Itaperuna (RJ), observado pelo vigia Manuel da Silva e Souza no campo de Escola Zootecnica da cidade de Pirassununga (SP), observado por Tiago Machado.

Ufonautas e testemunhas de contato movimentando-se ao longo de raios luminosos, afora o caso de George Adamski e os citados pela ufologia estrangeira, entre nós foi observado por Luiz Henrique da Silva, na cidade de Sao Paulo e ainda pelos filhos de Eustaquio Qualberto, no bairro Sagrada Família, de Belo Horizonte (MG), e por Dirceu Góes, de Sarandi (RS).

Mário Restier, da cidade de Volta Redonda, este fora levado por tripulantes de disco voador a outro planeta e lá observou ufonautas movimentando-se acima dele, no ar, faculdade que foi atribuída por Mario à tecnologia inerente aos sapatos usados por estes ufonautas.

E Mário Restier tinha razão, conforme relato publicado pela célebre "Flying Saucer Review" mencionado resumidamente pelo Bol. da SBEDV. É que dois lenhadores de Kinnula, Finlândia, ao perceberem a aterrissagem um disco voador, viram dele de surgir um homenzinho de cerca de 90 centímetros de altura, aproximando-se curioso deles sem, todavia, afundar os pés na neve. Os lenhadores pararam com o seu trabalho. Um deles, correndo em direção ao estranho ser, procurou capturá-lo e, realmente, antes que ele alcançasse fugindo o disco voador, conseguiu segurar o salto do sapato da criatura. Mas, em seguida, resolveu soltá-lo. É que o sapato lhe parecia ferro em brasa e mão do lenhador sofreu queimadura, permanecendo no dedo visíveis os sinais por dois meses após o episódio.

Entretanto, melhor exemplo da localização do aparelho locomovedor no sapato do ufonauta é demonstrado no caso da testemunha brasileira, Edmond Cardoso de Oliveira, na localidade de Amparo, município de Nova Friburgo. Dizia a testemunha que "...do calcanhar do ser (ufonauta) projetava-se para trás, em direção horizontal, uma "esteira", flexível, transparente, (de cor) clara (Letrafilm 171 M), de uns 50 centímetros de comprimento por uns cm de largura.

Esta "esteira" esmaecia na extremidade e esteve visível nas andanças - flutuação do ser... Este (último) tentou aproximar-se de Edmond... (com) passos... decididos e sincronizados com o movimento da cabeça e dos braços que (o ser) flexionava em ângulo reto, descrevendo um semicírculo horizontal. Calcula Edmond, deste modo, em 5 movimentos o ser conseguiu avançar para a frente uns 3 metros, gastando cerca de 5 segundos...".

Ausência aparente de pés (SBEDV)

Entretanto, voltando à aparente ausência dos pés e/ou sapatos dos ufonautas, conforme descrito em alguns dos casos e também durante a "feitura de retrato falado", capítulo que faz parte do livro sobre o episódio de Antônio Carlos Ferreira, poderia esta "aparente" invisibilidade dos pés e/ou sapatos dos ufonautas ter explicação pelo efeito ótico (da invisibilidade) causado pela fonte energética de propulsão do extraterrestre, localizada exatamente em seu sapato.

No caso de 1978 que deu-se na província de Soria, na Espanha, Júlio, a testemunha do contato com os ufonautas, quando deu por falta dos pés dos ufonautas deduziu que os sapatos "...pudessem estar escondidos embaixo da roupa "training", a vestimenta dos ufonautas.

Contudo, para repetir e focalizar a "aparente" ausência de pés e respectivos sapatos em algumas das observações de ufonautas, lembra-mo-nos de debate com Antônio Carlos Ferreira, na hora da em feitura do retrato falado quando a testemunha insistia não assinalar nem pé nem sapato na figura do extraterrestre, vestido de uniforme. Mas, no desenho da ufonauta despida fez questão de assinalar os pés. Devemos também nos lembrar, conforme mencionado atrás, de que Antônio Carlos, quando vestiu uniforme idêntico ao dos tripulantes, no disco voador, adquiriu como estes a capacidade de deslizar junto deles, suspenso acima do chão. Talvez, e assim hipoteticamente vaticinamos, o campo energético inerente aos sapatos, que possibilitava a neutralização da gravidade, simultaneamente tornava invisível o sapato. Parece-nos uma possibilidade, já que, no passado, foi por nós localizado caso de ufonautas e discos voadores tornarem-se invisíveis por inteiro, como num golpe de mágica, o que também aconteceu no caso de Joaquim Murtinho, já citado atrás.

Humanóide Voador Durante a Operação Prato (Adendo Fenomenum)

Outro caso muito interessante de levitação de ufonautas ocorreu em meio à onda de manifestações apelidadas de Chupa-chupa, que levaram à criação da chamada Operação Prato, por parte da Força Aérea Brasileira, que atuou na região norte do Pará, ente 1977 e 1978.

No começo da noite 2 de novembro de 1977, Luiz Pereira Rodrigues caçava uma paca próximo à Olaria Keuffer, nas margens do Rio Guajará, quando observou um objeto muito luminoso aproximando-se de sua posição. O objeto, que tinha forma circular, com uma cúpula avermelhada em sua parte superior, parou a aproximadamente 70 metros de distância. Na parte inferior abriu-se uma portinhola por onde saiu um humanoide de aspecto robusto e baixa estatura, que flutuou para fora do objeto. O estranho ser vestia um traje escuro, inteiriço e de sua mão saía um foco de cor avermelhada, que incidiu diretamente sobre a testemunha que deixou o local assustado. Ao olhar para trás, a testemunha viu o humanoide explorando a rede que havia sido fixada horas antes no local. Pouco depois, o ufonauta retornou, também flutuando, para o objeto, que fechou começou a deslocar-se em direção à testemunha como se estivesse à sua procura. Luiz correu pelo mangue em direção à um barco onde estavam seus companheiros. Enquanto descrevia os fatos para seus colegas, o objeto surgiu sobre o local. Desta vez ele apresentava uma coloração diferente, sendo avermelhado em cima e azul esverdeado na parte de baixo. Assustados, os ribeirinhos desceram do barco, escondendo-se na vegetação próxima, onde puderam observar novamente o estranho tripulante descer flutuando do objeto em direção ao barco. Após inspecioná-lo, o estranho retornou ao objeto, que desapareceu rapidamente atrás das árvores.

O fato chegou ao conhecimento dos militares que compunham a Operação Prato que rapidamente iniciaram uma investigação. Luiz foi submetido à exames médicos clínicos e psicológicos que nada detectaram de anormal. Por isso, os militares consideraram Luiz como idôneo, sendo seu relato provavelmente verdadeiro.

Filmagem de possíveis humanóides voadores no Chile (Adendo Fenomenum)

No Chile, o Comité de Estudios de Fenómenos Aéreos Anómalos (CEFAA), uma comissão de investigação de fatos ufológicos que funciona dentro da Força Aérea Chilena, registrou dois casos envolvendo possíveis humanoides voadores. Um dos eventos foi filmado por moradores da região de Maipu, nos arredores da capital Santiago.

Os casos ocorreram no verão de 1998, em 28 de janeiro e 14 de fevereiro. Os relatos envolvem a aparição de cinco a sete figuras humanoides voando em formação e em pé, deslocando-se horizontalmente. Era como se fossem paraquedistas, embora em nenhum momento tenha sido observado qualquer velame.

No primeiro caso, ocorrido em de janeiro, acontecia uma festa de aniversário na comuna de Maipú. Enquanto o pai da aniversariante filmava a festa alguém observou a presença dos supostos paraquedistas. O cinegrafista apontou sua câmera para o céu, registrando a presença dos estranhos seres. Conforme se observa no vídeo, tais “paraquedistas” não caíam e seu deslocamento era totalmente horizontal. A observação durou aproximadamente minutos, deixando as testemunhas perplexas.

O vídeo feito na ocasião desapareceu completamente das plataformas de vídeos e hoje é muito difícil encontra-lo na Internet. O vídeo foi analisado pela CEFAA, que descobriu elementos interessantes na filmagem, como a presença de algumas esferas que flutuaram ao redor dos humanoides. Estes objetos estavam em posições diferentes e não necessariamente abaixo ou acima dos objetos, sem aparentemente ter uma relação real com a posição dos objetos, mas permanecendo em seu ambiente.

Outra análise foi realizada nos Estados Unidos, pelo National Insitute for Discobery Science (NIDS), uma organização de estudos científicos, ufológicos e sobrenaturais, financiada pelo ricaço Robert Bigelow. As conclusões deste estudo sugerem que as figuras filmadas eram apenas paraquedistas usando um modelo de parapente pequeno e puxado por veículos em terra. Uma explicação que não foi aceita pelos pesquisadores chilenos e testemunhas do caso.

Importante citar que o modelo de parapente citado voa em uma altura máxima de 30 metros, enquanto que e os objetos observados voavam muito mais altos do que isso, a mais de 500 metros de altura".

Filmagem de possíveis humanóides voadores na Colombia (Adendo Fenomenum)

Um caso bem mais recente ocorreu na região de Ibagué, Colômbia. Em 6 de outubro de 2021, um grupo de pessoas em uma área de mata foi surpreendida pela presença de uma entidade humanoide, luminosa, levitando acima das árvores na encosta de uma montanha. Uma das testemunhas filmou a aparição. No vídeo, é possível observar a misteriosa entidade, emitindo ou refletindo luz, em aparente movimento sobre a vegetação local. Em dado momento, a criatura desce em um ponto entre as árvores e some de vista. O caso continua sendo investigado por pesquisadores colombianos.

A morfologia desta entidade é semelhante a outro avistamento em Wuakayama, Japão, em 07 de janeiro de 2012. Nesse incidente, foi possível ver como a suposta entidade parecia coberta por uma espécie de túnica branca, e parecia baixar seus “braços” para a altura da cintura, descendo na área da floresta.


Representação do relato de Joaquim Antônio Luiz, referente ao encontro com a estranha mulher voadora.

Representação do relato de Joaquim Antônio Luiz, referente ao encontro com a estranha mulher voadora.

Fotomontagem criada pela SBEDV e presente em seu boletim ufológico, referente ao avistamento das meninas, no Córrego dos Macacos. Manuel de Paulo Araújo aponta para o bambuzal e a estranha mulher fluuando nas margens do córrego.

Imagem retirada do filme feito em Maipú, Chile, documentando os estranhos humanóides voadores.

Imagem retirada do filme feito em Ibagué, Colômbia, documentando os estranhos humanóides voadores.


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Referências:

- Livros
  • TICCHETTI, Thiago. Guia da Tipologia Extraterrestre. Biblioteca UFO, 2014.
  • FALEIRO, Antonio. UFOS no Brasil - Misteriosos e Milenares. Biblioteca UFO. 2002.

 


- Boletins
  • B49 Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores - Edição 62-167

 


- Artigos de Revistas
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- Documentos Oficiais
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- Vídeos e Documentários
  • https://www.youtube.com/watch?v=iHQQFNKwCoQ
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