UFOs e a Corrida Espacial - [Apollo 10]

Fotos e documentos oficiais comprovam que nunca estivemos sós na exploração espacial.
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Mistérios da Corrida Espacial
Missão Apollo 9


Mistérios da Corrida Espacial
Missão Apollo 10


Mistérios da Corrida Espacial
Missão Apollo 11


Por Jackson Luiz Camargo

Sumário:

 

 

Em Ufologia, honestidade é tudo. Ao copiar material deste site cite a fonte, assim como fazemos em nosso site. Obrigado!

 

Missão Apollo 10

A Apollo 10 foi lançada ao espaço às 11 horas e 49 minutos de 18 de maio de 1969 e aproximadamente 12 minutos depois a cápsula entrava em órbita a 185 km acima da superfície terrestre. A bordo, estavam os astronautas Thomas Stafford, John Young e Eugene Cernan.

Ela se destaca pela quantidade de eventos anômalos que ocorreram, em sua maioria, durante o período em que a nave esteve orbitando a Lua.

Os primeiros fatos ocorreram 126 horas e 13 minutos após o lançamento, quando os astronautas já se encontravam na órbita lunar. Os astronautas Thomas Stafford e Eugene Cernan já haviam passado para o Módulo Lunar Snoopy e o desacoplamento entre as duas cápsulas já havia sido realizado.

Em cada cápsula havia uma câmera fotográfica Hasselblad para registro dos testes. O astronauta Thomas Stafford, a bordo do Módulo Lunar, fotografava o Módulo de Comando e duas destas fotografias, identificadas como AS10-27-3864 e AS10-27-3865 são especialmente interessantes. Nestas imagens, já conhecidas no meio ufológico podemos observar dois objetos luminosos destacando-se contra o fundo negro do espaço. Não existem explicativas da NASA para tais objetos.

Após o término dos testes com o Módulo Snoopy, enquanto os astronautas concentravam-se em obter imagens da superfície lunar, ocorreu um fenômeno muito interessante. Em dado momento, um misterioso som se fez ouvir a bordo da nave, justamente no momento em que ela passava pelo lado oculto da Lua, quando qualquer comunicação via rádio com a Terra era impossível. O documento Apollo 10 Onboard Voice Transcription Command Module contém os diálogos travados entre os astronautas na ocasião. O trecho a seguir está disponível na página 243 do referido documento:

Eugene Cernan: Essa música parece ser do espaço sideral, não é? Você ouviu isso? Esse som de assobio?
Thomas Stafford: Sim.
Eugene Cernan: Whoooooo. Diga seu…
John Young: Você escutou o som de assobio também?
Eugene Cernan: Sim. Soa como... Você sabe, música do tipo espaço sideral.
John Young: Tento imaginar o que possa ser.
Eugene Cernan: Rapaz, essa música é mesmo estranha.
John Young: Temos que descobrir sobre isto. Ninguém irá nos acreditar.
Eugene Cernan: Sim. É um assobio, você sabe, como uma coisa do espaço sideral.
John Young: Sim… VHF A…
Eugene Cernan: Sim… Eu não acreditaria que tenha alguém lá fora. Ok, Tom… Eu vou chamar para a P20.

Ouça a gravação citada acima:

Este não foi o único momento em que estranhos sons foram ouvidos pela tripulação da Apollo 10. Aproximadamente seis horas depois deste evento, outros sons estranhos foram ouvidos. O trecho a seguir está disponível na página 272, do já citado Apollo 10 Onboard Voice Transcription Command Module:

Thomas Stafford: Quero dizer… Que diabos foi esse som de gargalhada?
Eugene Cernan: Não sei. Mas vou te dizer, essa música estranha está me perturbando. Você sabe…
John Young: Maldição, escutei também.
Eugene Cernan: Você sabe… Isso é engraçado. Isso soa como algo do espaço sideral, realmente. Quem irá acreditar?
John Young: Ninguém. Você acha que devemos contar sobre isso?
Eugene Cernan: Não sei. Mas devemos pensar nisso.
John Young: Você escutou, Tom?
Eugene Cernan: Sim, ele escutou.
Thomas Stafford: Sim.
Eugene Cernan: Diabos... Só quero sair deste traje espacial.

Mais tarde, os astronautas reportaram esse estranho fenômeno aos controladores e à NASA, que silenciou sobre o fato e o manteve sob sigilo por vários anos. Este incidente só veio à público em fevereiro de 2016, quando o documentário “Os Documentos Inexplicáveis da NASA” foi ao ar no canal de televisão a cabo Discovery Channel. Entretanto, estas gravações já estavam disponíveis publicamente desde 1974. Em 2008, foram disponibilizados na Internet os arquivos contendo as transcrições das comunicações, mas só em 2012 a NASA disponibilizou os áudios em seu site.

Inicialmente, a Agência Espacial considerou o fato como algo incomum e sem uma explicação aparente. Atualmente, ela o explica como sendo um efeito eletromagnético gerado pela interferência entre as antenas do Módulo de Comando e do Módulo Lunar, que naquele momento estavam ancoradas e foram acionadas ao mesmo tempo.

Entretanto, o astronauta Al Worden, comandante da Apollo 15 contestou a explicação declarando:

“A lógica me diz que se algo foi registrado ali, deve haver algo ali”.

Eugene Cernan, por sua vez, declarou no Tumblr da NASA:

“Pelo que eu me lembre, o incidente não me empolgou o suficiente para que o levasse a sério. Se tivesse nos ocorrido que pudesse ter sido qualquer outra coisa, nós certamente comunicaríamos a todos após o voo. Nós nem chegamos a pensar naquilo uma segunda vez”.

A declaração de Cernan é curiosa, pois se observa pelas transcrições que ele foi o mais empolgado com o fato e o único a associar como sendo algo originado do espaço sideral. Seja como for, a tripulação não podia dar-se ao luxo de parar suas atividades para discutir o evento. Havia todo um cronograma de atividades a serem realizadas até que a Apollo 10 deixasse a órbita lunar. E foi durante uma destas atividades que ocorreu uma interessante sequencia de avistamentos de um estranho objeto metálico, que em alguns momentos se aproximou da cápsula com os astronautas. Por várias vezes eles tentaram identificar esse estranho objeto chegando, em alguns momentos a acreditar que se tratava do Módulo Lunar abandonado. O trecho a seguir está disponível na página 372, do Apollo 10 Onboard Voice Transcription Command Module:

Eugene Cernan: Há aquela coisa que se parece com o LM novamente. É essa maldita estrela. Que estrela é essa?
John Young: Estrela de Módulo Lunar.
Thomas Stafford: Essa é a parte inferior do Snoopy, velho amigo, eu aposto.
Eugene Cernan: Hug?
John Young: Isso é o que ele é.
Eugene Cernan: Você acha?
Thomas Stafford: Eles fizeram alguns estudos para ver se nós vamos colidir com isso. Eles disseram... Pode variar entre ir à frente, de nós e ir atrás de nós.
Eugene Cernan: Vamos ver isso desta vez. As últimas duas vezes, eu não vi. Eu sei… Não parece uma estrela para mim.
Eugene Cernan: É tão brilhante… Não sei como diabos você conseguiu ver.
Thomas Stafford: Nós temos 6 minutos para onde ele está no horizonte.
Eugene Cernan: Sim, droga… Ele está em um… Ele está em 190, não é?
Thomas Stafford: É 190 de…
Eugene Cernan: De 10.
Thomas Stafford: …10. Veja, então ele vai voltar para trás de nós. Quando ele voltar, eventualmente ele vai voltar e nos acompanhar de frente. Nós iremos em direção a ele, percebe?
Eugene Cernan: Você sabe, eu aposto que é o LM. Isso não pode ser uma estrela.

No trecho acima, Stafford fala sobre estudos, possivelmente realizados pelos técnicos em Houston, sobre a trajetória do objeto observado. Cernan fala sobre duas ocasiões anteriores em que ele não observou tal objeto. Em busca de tais avistamentos e diálogos, vasculhamos os documentos contendo as transcrições da missão, mas nenhum caso anterior estava registrado. O trecho disponível acima evidencia a estranheza do fato. Um módulo abandonado e sem combustível, como foi o caso do Módulo Lunar Snoopy, não poderia realizar movimentos, ora colocando-se à frente e ora colocandose atrás da cápsula com os astronautas.

Poucos minutos depois, os astronautas teceram novos comentários a respeito, conforme se observa na página 374, do mesmo documento.

Eugene Cernan: Eu quero ver isso. Veja se eu ainda consigo ver o estágio de descida ou não. Essa não é uma estrela, Babe.
Thomas Stafford: … Nível… Ok, John. Depois de 104, você vai até…
Eugene Cernan: Ei… É isso, Babe. Consigo ver as pernas.
Thomas Stafford: Huh?
John Young: Você consegue?
Thomas Stafford: Oh, droga. Você consegue?
Eugene Cernan: Você pode vê-lo balançando, e você pode ver as pernas.
Eugene Cernan: Você pode apostar suas batatas com maçãs.
Thomas Stafford: OK
Eugene Cernan: Um balanço muito lendo.
John Young: Que horas está essa coisa?
Thomas Stafford: 52. Agora você deve estar olhando para o leste em seu início... Você pode começar a primeira marca às 53:42, e então demora 20 segundos depois disso... São 54 minutos. Você deve começar a marcar essa coisa.
Eugene Cernan: Se você tiver uma chance... Provavelmente não, mas se você tiver uma chance, você pode ver o filho da mãe balançando lá.

Os astronautas continuaram tentando identificar claramente o misterioso objeto usando os instrumentos de bordo. O trecho a seguir está disponível na página 377 do documento:

Eugene Cernan: Você acredita que esta coisa está girando? Ele tem algo…
Thomas Stafford: Ok.
Eugene Cernan: Tem algo vermelho…
Thomas Stafford: Mantenha.
Eugene Cernan: Luz vermelha refletida nele junto com dourado. Um grande vermelho refletindo algo…
Thomas Stafford: Certo. Você tem três?
Eugene Cernan: Isso é estranho.
Thomas Stafford: Deixe-me dar uma olhada aqui com Gene. Ele está na minha janela.
Eugene Cernan: Tom há um... Havia... Mas quase sumiu... Um brilho refletido vermelho junto com o branco.
Thomas Stafford: Está tudo bem lá.
Eugene Cernan: Aposte seu traseiro que é ele. Se você olhar o suficiente você pode vê-lo… Muito, muito lento... Balançar. Você vê o reflexo vermelho… Dourado?
Thomas Stafford: Oh, droga, você está chegando perto, Babe.
John Young: Oh, não tão perto. Quantos minutos temos que ir para F-1?
Thomas Stafford: F-1 é 26:04. Para adquirir, você tem 7 minutos. Ok, perdoe-me.
John Young: Ok.
Thomas Stafford: E F-1 é 10 Norte. Lá, ele está bem lá.
John Young: 10 Norte?
Thomas Stafford: 10 milhas a Norte. Sim.
John Young: Veja o que precisamos girar.
Eugene Cernan: Pode apostar seu traseiro. Eu fico maravilhado quando ele começa a balançar, porque ele está sempre à nossa frente sobre o horizonte. Onde ele está? Acho que ele se colocou atrás de nós.
Thomas Stafford: Devemos estar próximos a ele.
Eugene Cernan: Eu não estava observando até agora.
Thomas Stafford: Eu o vi seguindo lá atrás.
Eugene Cernan: Nós o vimos.
Thomas Stafford: Ele parece um pouco desnivelado.
Eugene Cernan: Sim, ele está um pouco desnivelado.
Thomas Stafford: Ele está um pouco desnivelado. Ele está aparentemente inclinado e desnivelado. Ele é inclinado à minha esquerda, e à esquerda é o que? Norte?
Eugene Cernan: Direita é norte. Indo para a direita é norte.
Thomas Stafford: Ok, deixe-me olhar por aqui. F-1 é 126:04. E 126:02, Gene, em 3 minutos.

Neste trecho das comunicações evidencia-se o fato de que tal objeto possui um comportamento inteligente, alternando movimentos à frente ou atrás da Apollo 10. Oito horas depois, o UFO foi novamente observado, conforme o diálogo presente na página 425 do documento:

John Young: Eu o peguei!
Thomas Stafford: Droga. Eu posso ver sinais de pernas saindo dele.
Eugene Cernan: Eu sei disso.
John Young: Eu não consigo ver nenhuma perna daqui. Ele deve estar longe demais.
Thomas Stafford: Você não conseguiu na tela?
John Young: Aham. Eu não consegui.
Thomas Stafford: Você não conseguiu.
John Young: Você tem certeza de que é ele lá fora?
Thomas Stafford: Babe, tem que ser ele.
John Young: Eu acho que seja um planeta.
Thomas Stafford: Huh?
Eugene Cernan: É ele, Babe. Não, é ele.
Thomas Stafford: Esse não é um planeta, Babe, John.
John Young: Bom, eu não sei que diabos é isso…
Thomas Stafford: Ele não está longe.
John Young: Parece um planeta.
Thomas Stafford: Isso não pode ser, John.
Eugene Cernan: Isso não pode ser John. Nós temos visto ele refletir luz solar e em seguida desaparecer.
Thomas Stafford: Sim, mas, o que quer seja, não era um planeta vindo abaixo de nós.
John Young: Eu… Eu não sei… Eu… Não há com... Para mim não há possibilidade…
Thomas Stafford: Babe, esse não é um planeta. Eu vou identificá-lo para você. Ele tem dimensões próprias.
Eugene Cernan: Está certo, ele tem.
John Young: Eu falei para você…
Eugene Cernan: Ele está balançando.
Thomas Stafford: Você pode rastreá-lo.
John Young: Você o pegou.
Eugene Cernan: Ele está balançando no sextante. Você deveria vê-lo pelo monocular.
Thomas Stafford: Estou tentando dizer que ele está fora do plano aqui, mas está estranho aqui. Ele está sacudindo o tempo todo. Ele está acima de nós.
Eugene Cernan: Continua com ele, Tom?
Thomas Stafford: Ah… É melhor acreditar que o tenho.
Eugene Cernan: Tenho o Sol em meus olhos, eu não consigo vê-lo.
John Young: Bom, inferno.
Eugene Cernan: Ele não parece que está balançando para você, Tom?

Percebe-se, no diálogo anterior, a capacidade de manobra do objeto, desta vez colocando-se acima da cápsula. Também se observa uma postura aparentemente cautelosa das inteligências por trás do fenômeno sempre evitando aproximar-se demais da Apollo 10. O trecho a seguir está disponível na página 428:

John Young: Ele está acima de nós agora. Não tenho certeza se não é um planeta.
Eugene Cernan: Fotografe. Você pode ver as tonalidades da reflexão quando ele balança pelo monocular.
John Young: Ele não está balançando nos óticos. Ele parece como Vênus ou algo assim…
Thomas Stafford: Está certo? Pode ser.
Eugene Cernan: Eu não sei como você pode ver Vênus com ele surgindo diretamente acima daquele Sol. Oh, você não está olhando para o Sol, porém.
John Young: Bem, é isso mesmo. O Sol... O Sol é... Ofusca Vênus. É Vênus... Acho que é Saturno, é o que eu acho que é. Por que não encerramos isso? Está ficando embaraçoso.
Thomas Stafford: (risada) Sim. Ele tem certa dimensão. Bem, não há dúvida de que isso foi o Snoopy quando o vimos descendo abaixo de nós.
Eugene Cernan: Nada mais poderia…
John Young: Sim. Bom. Vamos concordar com isso. Eu apenas não acredito. Eu apenas não acredito que era ele.
Thomas Stafford: Sim. Eu… Eu acho que você está provavelmente certo.
John Young: Por que não encerramos?
Thomas Stafford: Sim. Eu estou com você Babe
John Young: Porque ele está… Está definitivamente fora do plano.
Thomas Stafford: Sim. Bem. Ok… Mas eu estou desapontado um pouco.
Thomas Stafford: Bem, o que temos aqui está fora do plano, definitivamente. Nunca vimos nada.
John Young: Sim… Não está nem perto.
Eugene Cernan: Você não pode localizar Vênus ou Saturno no Auto-optics e descobrir?
John Young: Eu posso se eu conhecer os números de posição.
Thomas Stafford: Sim… Ele está fora do plano. Esse é o plano da eclíptica lá. Sim, essa coisa nunca nos incomodaria. Está virando à esquerda.
John Young: Eu não acho.
Eugene Cernan: Talvez você esteja certo, eu não sei.
John Young: Eu acho que é Saturno ou Vênus.
Thomas Stafford: Agora ele não está cintilante.
John Young: Provavelmente Saturno.
Thomas Stafford: Agora não está cintilando como antes. Mas essa era a vida real da respiração do Snoopy que vimos descendo abaixo de nós (risadas).
John Young: Talvez até.
Thomas Stafford: Sim. Estava passando a direita do Sol. Ele tinha uma cor diferente. Não tinha aquela cor laranja.

No acervo de imagens obtidas pela Apollo 10, existem dez fotografias onde se observam objetos insólitos. A grande maioria foi obtida na órbita lunar, após os testes com o Módulo Lunar. Na fotografia AS10-35-5194, por exemplo, observa-se um estranho objeto circular, destacando-se contra a superfície lunar, não muito longe da cápsula com os astronautas. Na fotografia AS10-35-5200 também podemos observar a superfície lunar e um objeto luminoso de cor avermelhada. A aparência deste objeto é idêntica ao que é relatado pelos astronautas ao longo das transcrições. Já na fotografia AS10-35-5215, podemos observar novamente o objeto já registrado na imagem AS10-35-5194.

Enquanto um astronauta obtinha estas fotografias, outro usava o telescópio e o sextante para observar o objeto. Estes instrumentos eram movidos à energia gerada que era pelas baterias do Módulo de Serviço. Curiosamente, durante esta etapa da observação, estas baterias apresentaram problema, desligando estes instrumentos. Além disso, no mesmo instante houve um problema na célula de combustível 2, no Módulo de Serviço e tal fato foi comentado pelos tripulantes, conforme se observa na página 436, do já citado arquivo de transcrição.

Thomas Stafford: Aí está o Snoopy…
John Young: Onde você o pegou?
Thomas Stafford: À direita, à frente, descendo. Dê uma olhada.
Thomas Stafford: Hey Houston. Aqui é a 10, de novo. Parece que eu posso… Parece que eu peguei o Snoopy à direita, à nossa frente de novo, ou alguma coisa, e ela está descendo no horizonte. Quando ele veio, ele desceu. Você tem um sinal, 20 segundos atrás. Ele estava em 350 marcas.
John Young: Poderia aquilo ser um pedaço de Mylar que se soltou?
Thomas Stafford: Sim… Poderia ser.
Centro de Controle: Ok. Tom. Você está se extrapolando um pouco. Eu entendi que a cerca de 30 segundos atrás, ele estava à sua frente. Diga novamente o ângulo de afinação.
Thomas Stafford: Entendido. O ângulo de inclinação era 350. Novamente, poderia ser um grande pedaço de invólucro de Mylar. Essa é a única outra coisa que eu posso pensar que causaria uma reflexão. Tivemos um grande pedaço do nosso isolamento, que se desprendeu e ficou conosco por um tempo. E agora ele desapareceu completamente na área de Maria. Nós continuaremos procurando por ele.
Centro de Controle: Entendido, Tom.
Thomas Stafford: Na luz do Sol refletida, é difícil, você sabe, contar a distância ou a dimensão exata ou qualquer coisa. Câmbio.
Centro de Controle: Entendido. Entendido, Tom.
Thomas Stafford: Phew! Ok, John.
John Young: Veja se este é o número certo, Tom.
Thomas Stafford: Ok. 02522, 17518, menos 0154. Você conseguiu, Babe. OK. Será às 15:56. Você conseguiu... Quase 8 minutos.
John Young: 8 minutos. Ok, a energia da óptica está voltando.
John Young: Aqueles fora da janela lateral, eu acho.
Thomas Stafford: Sim. Por que você não...
Eugene Cernan: …maldita célula de combustível. Não entendo por que o filho da mãe parou.
Eugene Cernan: Você pegou a câmera, Tom?
Thomas Stafford: Você sabe, poderia ser um pedaço de isolamento de Mylar, aquele grande pedaço amarelo que se desprendia lá. Mas eu não acho que ele seria visível assim.
John Young: Sim… Ele não seria tão brilhante.
Eugene Cernan: Estamos indo em frente. Se ele está descendo, ele está bem à nossa frente.
Thomas Stafford: Em mecânica orbital, se ele estivesse próximo, abaixo de nós, você deveria estar atrás... Se você passasse por baixo, uma vez que você passou por nós nesse tipo de órbita, ele passaria logo abaixo de nós.
Eugene Cernan: Talvez haja outras coisas aqui que nós não conhecemos.

No trecho acima, observa-se novamente a estranheza do fato. Além de movimentar-se ao redor da Apollo, mantendo relativa distância, ele também refletia ou emitia luz com grande intensidade. E como em tantos outros casos documentados pela Ufologia, em uma fase de maior aproximação pode ter ocorrido algum tipo de interferência eletromagnética que resultou na falha de uma das células de alimentação do Módulo de Comando e alguns instrumentos de bordo.

Antes da Apollo 10 sair da órbita lunar ocorreu um último registro, cujo diálogo encontra-se disponível na página 445:

Thomas Stafford: Aquela coisa está aí de novo, lá fora à nossa frente.
Eugene Cernan: Não. Isso é Marte. Eu estava observando isso...
Thomas Stafford: Olhe para baixo no chão, Babe.
John Young: A primeira marcação definitivamente não estava no local que eu pensei que era 150, mas os últimos quatro estavam.
Centro de Controle: Ok. Nós copiamos isso, John. Obrigado.
Thomas Stafford: Joe, eu tenho esse objeto na minha frente novamente. Tenho certeza de manter a mesma mecânica orbital. Deve ser um grande pedaço de Mylar lá fora, refletido na luz solar e agora está indo para o próprio fim, e se mantém assim. Está inclinado para baixo em uma vertical local de cerca... Eu estimaria. Eu estou chegando agora... 330 graus. E está ficando lá em 330.
Eugene Cernan: Como pode estar refletindo a luz solar se já estamos na escuridão?
John Young: Joe… Você o tem?
Centro de Controle: Ok. Certo, entendido. E você acha que isso é um…
John Young: Você tem os dados, Joe?
Thomas Stafford: Sim, mas para ser tão baixo, abaixo de nós, e ainda manter a posição relativa. Tem que ser, Joe. Câmbio.
Eugene Cernan: Ele deveria estar… Estar sob a luz do Sol.
Centro de Controle: Ok. Você não pode focar o monocular nele, pode?
Eugene Cernan: Joe... Joe... Eu estou olhando pra ele agora e, para estar à luz do Sol onde está, tem que estar muito perto de nós e eu foquei o monocular nele. Eu... Eu também acho que deve ser um pedaço de Mylar. Provavelmente entrará na escuridão sobre…
Centro de Controle: Ok. Muito bem. Obrigado.
Eugene Cernan: Eu vou te dar um corte. Deve entrar na escuridão ao mesmo tempo em que nós falamos aqui. E eu estou bem seguro de que ele não está tão longe daqui.
Thomas Stafford: Aquela cauda continua sob luz solar.
Centro de Controle: Ok. Entendido. E entendemos que você está a postos para a atualização do mapa.
Centro de Controle: Me chame quando você estiver pronto.
Eugene Cernan: Deve estar bem perto. Se fosse o LM, não poderia estar… Não poderia estar tão longe. Você sabe, ainda estaria à luz do sol se estivesse tão baixo.
Thomas Stafford: Não… Está lá fora.
Thomas Stafford: Isso deve ser o Mylar, certo? Não pode ser...
Eugene Cernan: Não pode ser o Snoopy lá embaixo, porque, você sabe, se ele estivesse lá embaixo ele estaria na escuridão.
Thomas Stafford: Bem, também, sua mecânica orbital a essa taxa relativa lá fora. huh-uh.
John Young: Ele deve estar se distanciando.
Eugene Cernan: A coisa óbvia para mim é que ele deveria estar na escuridão, agora mesmo, e ele não está. Ele apenas…
Thomas Stafford: Certamente no mesmo nível que o nosso…

Neste este ponto, os astronautas deixaram seus postos de observação para preparar a Apollo para deixar a órbita lunar. A manobra de injeção transterrena ocorreu com perfeição e a cápsula se colocou a caminho da Terra. E foi justamente nessa etapa de retorno que novos registros fotográficos foram obtidos. A fotografia AS10-27-3958, por exemplo, foi obtida quando a Apollo 10 encontrava-se a meio caminho entre a Lua e a Terra. Nesta imagem, observa-se a nosso satélite natural e um objeto luminoso de cor azulada destacando-se contra o fundo escuro do espaço.

Horas mais tarde, foi obtida outra fotografia, identificada como AS10-27-3974, onde se observa a Lua e um objeto ovalado de cor acinzentada e de aparência opaca, que apresentava uma luz vermelha em sua lateral. Outra fotografia interessante, identificada como AS10-35-5271, é particularmente intrigante. Nela observa-se nosso planeta e quatro linhas azuladas destacando-se contra o espaço. Em uma delas existe um objeto luminoso, de brilho avermelhado. Ao analisar os arquivos desta imagem, em altíssima resolução, este autor percebeu semelhanças com efeitos causados por danos no negativo, na hora da exposição. No entanto, esses danos não poderiam produzir o objeto luminoso tal como foi registrado na imagem.


Estranho objeto luminoso, fotografado pelos astronautas da Apollo 10.

objeto de cor esbranquiçada, fotografado pelos astronautas da Apollo 10. Repare no pequeno detalhe exeterno.

Objeto em formato de disco, com aspecto metálico, fotografado na órbita da Lua, pelos astronautas da Apollo 10.

Objeto luminoso avistado e fotografado pelos astronautas da Apollo 10, na órbita da Lua.

Estranho objeto opaco, fotografado entre a Terra e a Lua, pelos astronautas da Apollo 10.

Três objetos luminosos, fotografados pelos astronautas da Apollo 10.

Objeto de cor clara, fotografado entre a órbita da Terra e da Lua.

Tres objetos esféricos, de cor clara, fotografados entre a Terra e a Lua, pelos astronautas da Apollo 10.

Trecho do documento Apollo 10 Onboard Voice Transcription-Command Module, contendo comunicações travadas durante avistamento ufológico.

Trecho do documento Apollo 10 Onboard Voice Transcription-Command Module, contendo comunicações travadas durante avistamento ufológico.

Trecho do documento Apollo 10 Onboard Voice Transcription-Command Module, contendo comunicações travadas durante avistamento ufológico.

Trecho do documento Apollo 10 Onboard Voice Transcription-Command Module, contendo comunicações travadas durante avistamento ufológico.

Astronautas da Apollo 10. Eugene Cernan (esquerda), John Young (centro) e Thomas Stafford (direita).

Estes casos aqui expostos estão detalhadamente expostos no livro Entre o Céu e a Terra. Uma História de Aventura, Mistérios e UFOs, de autoria de Jackson Luiz Camargo. Além de mostrar estes casos, as comunicações e documentos relacionados, fornecendo todos os links e fontes para o que é apresentado, o autor apresenta fatos, curiosidades e bastidores da Corrida Espacial, travada entre Estados Unidos e União soviética.

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Referências:

- Livros
  • CAMARGO, Jackson. Entre o Céu a Terra - Uma história de aventura, mistérios e UFOs. Curitiba: Clube de autores, 2018.

 


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