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Introdução
Na noite de 2 para 3 de março de 1978, ocorreu um interessante caso de abdução, na cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul. Tudo começou por volta das 20:00 horas, quando houve falta de energia elétrica no bairro Simões Lopes. A professora Izenozia Silva da Silva, resolveu ir até a frente de sua casa, na época situada na Rua Santos Dumont, 35. Ao chegar à frente de sua casa, ela observou um objeto voador luminoso, de formato circular, a uns 30 graus acima do horizonte, na direção sul. Estranhando o fato ela chamou seu vizinho, Orlando Costa Silva e seu amigo José Inácio Álvaro, que encontravam-se por ali conversando. Quando o objeto sumiu completamente, o grupo ficou por algum tempo comentando o fato e se dispersou após a volta da energia elétrica.
Os dois amigos seguiram para o centro da cidade, onde pararam na casa de lanches O Forno. Ali permaneceram até por volta das 3 horas, seguindo para a casa do pai de José Inácio Álvaro, que encontrava-se viajando. Após vistoriar a casa, os dois amigos voltariam de ônibus para o bairro Cohab. Enquanto esperavam o ônibus, José Inácio sentiu sonolência, um detalhe muito comum em casos deste tipo. Ali foram informados que nenhuma condução passaria por ali naquele horário. Eles então se despediram, sendo que José Inácio dirigiu-se sozinho para a rua General Osório, onde poderia pegar outra condução. Em dado momento, o ônibus que levaria o jovem para casa, aproxima-se lentamente, mas José Inácio não embarca no mesmo [este tipo de comportamento, onde a testemunha age de forma inconsciente facilitando a abdução, é mais um padrão característico destes casos]. Logo após a passagem, ele retorna para a casa de seu pai, onde chegou por volta das 2 horas da madrugada do dia três de março. Ao entrar na casa, ele acendeu as lâmpadas e permaneceu em pé, encostado na porta da frente. Pouco depois, o jovem observou o mesmo objeto luminoso que aproximava-se de sua posição. Em dado momento, o aparelho emitiu um facho luminoso em direção à José Inácio, que sentiu-se hipnotizado. Durante este breve momento, ele recebeu imagens mentais com cenas de guerras, mortes com baionetas e brigas entre membros de sua família.
A lembrança seguinte de José Inácio e de estar acordando em um capinzal, a aproximadamente 1 km de distância da casa de seu pai. Ele sentia muita tontura e uma estranha voz em sua mente dizendo que uma tarefa estava se cumprindo. Ainda tonto, ele retornou para a casa do pai, encontrando-a ainda aberta, com as luzes acesas. Ele consultou o relógio e percebeu que já passava das 4 horas da madrugada. Havia um período de tempo, pouco superior ao de uma hora, entre o avistamento do objeto luminoso e o acordar no capinzal, ao qual ele não sabia explicar.
Intrigado, ele trancou a casa do pai e dirigiu-se para sua casa, no bairro Cohab, chegando lá pouco antes do amanhecer. Ele deitou-se mas não conseguiu dormir, sentindo-se cansado e insone. Enquanto revirava-se na cama, José Inácio percebeu um relâmpago que penetrou em seu quarto através da veneziana da janela. Em questão de segundos, ele ouviu uma voz dizendo-lhe: “Tua tarefa foi cumprida... Tua tarefa foi cumprida!”. E então ele adormeceu.
Mais tarde, naquele mesmo dia, José Inácio foi trabalhar, como de costume. Ele sentia-se ainda cansado e não conseguia concentrar-se em suas atividades, pois não conseguia esquecer as experiência.Isso o deixou preocupado. Após aconselhar-se com amigos, ele procurou o ufólogo Luiz do Rosário Real, que investigou o caso.
José Inácio Alvaro, indicando o local do contato
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Resumo do Caso Conheça os detalhes envolvendo o Caso José Inácio Álvaro |
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A 1ª Hipnose Regressiva Transcrição de trechos a Hipnose de José Inácio |
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A 2ª Hipnose Regressiva Transcrição de trechos a Hipnose de José Inácio Alvaro |
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Testemunhos Adicionais Vários testemunhos adicionais confirmam vários aspectos do relato de José Inácio Álvaro |
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Artigo na Revista Planeta Artigo de Luiz do Rosário Real, publicado na Revista Planeta em junho de 1985 |
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Galeria de Imagens do Caso Galeria com fotos, desenhos e croquis relacionados ao caso |
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