Abdução em Pelotas - Caso José Inácio Álvaro [A Pesquisa da SPIPDV]

Interessante caso de abdução, ocorrido em Pelotas, Rio Grande do Sul, e envolvendo um jovem estudante gaúcho, chamado José Inácio Álvaro.

Página 3 - A 2ª Hipnose Regressiva


Página 4 - A Pesquisa da SPIPDV


Página 5 - Artigo na Revista Planeta


Equipe CIPEX

Sumário:


 

 


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Introdução

A crescente preocupação com fatos vividos na noite de 3 de março de 1978, levaram o jovem José Inácio Álvaro a buscar ajuda do ufólogo Luiz do Rosário Real, que investigou o caso. Em duas sessões de hipnose, ocorridas a 16 e 28 de março de 1978, o jovem explorou as lembranças do episódio, trazendo uma tranqüilidade interior frente aos fatos por ele vividos.

José Inácio, logo após sua experiência desejou manter-se alheio à qualquer tipo de publicidade. Não queria ver seu nome nos jornais, chegando a se esconder de repórteres que o procuravam, em busca de mais detalhes de sua experiência. Isso demonstra o caráter e a honestidade do protagonista do caso que não buscou qualquer benefício a partir de sua experiência, procurando esquecê-la de algum modo.

Talvez o único benefício à José Inácio decorrente do episódio foi em relação ao se vicio em cigarro. Há anos, ele fumava regularmente e após o contato por ele vivido, não sentiu qualquer necessidade ou compulsão pelo fumo.

Em sua investigação, Luis do Rosário Real esteve no local do seqüestro em busca de vestígios e possíveis testemunhas. Ele constatou que na época do caso, o local do seqüestro era quase deserto, tendo poucas casas na região. Sendo assim, o transito de pessoas pelo local era muito baixo.

Em conversas com moradores da região ele descobriu alguns dados interessantes. Três pessoas, Antônio Dias Campos, Roberto Sias e Ieda Sias, avistaram na noite de 2 de março, um objeto voador luminoso, de formato arredondado e cercado por um halo luminoso, que pairava acima do campo, a baixa altura. O avistamento se deu por volta das 20:30 hs e pelo calculo de posicionamento, ele estaria exatamente sobre o local onde José Inácio acordou, ao final de sua experiência. Em seu depoimento, as três testemunhas afirmam que o objeto pairou por aproximadamente 5 minutos e após isso deslocou-se lentamente em direção Noroeste, em sentido ascendente (subindo em direção ao céu). Estas testemunhas não tinham qualquer informação a respeito do depoimento de José Inácio, o que acrescenta credibilidade ao caso.

Estes três depoimentos não foram os únicos, conforme descobriu-se mais tarde. Centenas de pessoas, em diferentes pontos da cidade, observaram um objeto luminoso, na mesma noite, entre 20:00 e 20:30 hs. Em sua maioria, os relatos referem-se à um objeto luminoso com centro escuro com diâmetro aparente um pouco superior ao da Lua Cheia. Seu formato era arredondado, tendo uma espécie de halo luminoso ao seu redor. Houveram relatos de pequenos apagões ou blackout em pequenas áreas, quando da passagem do objeto.

Alguns jornais locais noticiaram os avistamentos daquela noite. O Diário Popular, de 5 de março de 1978, publicou o testemunho de José Antônio Garcia, estudante da Faculdade de Educação Física da Universidade de Pelotas e sua noiva, Marta Regina. Naquela noite, ambos namoravam no portão da casa de Marta, quando observaram um objeto emitindo luz intensa. As energia elétrica em ruas da região falhou momentaneamente, voltando a funcionar após a passagem do objeto. Este avistamento ocorreu por volta das 20 horas, sendo que o avistamento em si durou aproximadamente 8 minutos.

Em outro ponto de Pelotas (RS), dois patrulheiros rodoviários, de serviço nas proximidades do Posto da Balança, nas imediações do Rio São Gonçalo, observaram um objeto luminoso, por volta das 20 horas. Eles descreveram o aparelho como tendo a forma de uma bandeja na posição vertical, e sendo cercada por uma auréola luminescente. Não havia ruído algum, e deslocava-se lentamente em direção ao norte. Mais ou menos no mesmo horário, várias pessoas, presentes nas imediações da firma Kasper, no bairro Simões Lopes, observaram um objeto luminoso que variava de cores.

Talvez, o depoimento mais importante seja o do Sr. Julio Dias de Campos. Na madrugada de 3 de março de 1978, ele caminhava próximo ao local onde José Inácio acordou após o contato. Ele revelou à amigos e vizinhos que vira um rapaz deitado no campo e que resolveu ajudá-lo, mas antes que fizesse qualquer coisa, este se levantou e foi embora. Ele então seguiu seu caminho. Curiosamente, esta informação chegou ao conhecimento do ufólogo Luiz do Rosário Real, que gravou os depoimentos em áudio. Ele então procurou o Sr. Julio para gravar o depoimento da testemunha, mas esta negou a informação alegando que teria “medo de comprometer”.


José Inácio Alvaro, indicando o local do contato

Conheça este caso mais detalhadamente acessando nosso menu abaixo:
Resumo do Caso
Conheça os detalhes envolvendo o Caso José Inácio Álvaro

A 1ª Hipnose Regressiva
Transcrição de trechos a Hipnose de José Inácio

A 2ª Hipnose Regressiva
Transcrição de trechos a Hipnose de José Inácio Alvaro

Testemunhos Adicionais
Vários testemunhos adicionais confirmam vários aspectos do relato de José Inácio Álvaro

Artigo na Revista Planeta
Artigo de Luiz do Rosário Real, publicado na Revista Planeta em junho de 1985

Galeria de Imagens do Caso
Galeria com fotos, desenhos e croquis relacionados ao caso


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Referências:

- Livros
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- Boletins
  • Boletim da SBEDV - ed. 132/135 - agosto de 1980
  • Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores -- Especial 1975

 


- Artigos de Revistas
  • ROSÁRIO REAL, Luis do. O Rapto de José Inácio. Planeta Especial, São Paulo, nº 153-C, p.16-19, jun /1985.

 


- Documentos Oficiais
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- Vídeos e Documentários

 


- Sites e Blogs
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- Outros
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