Chupacabras - Casos de Ataques à Humanos

Em vários países onde o Chupacabras se manifestou, diversas pessoas tiveram a desagrável experiência de serem atacadas pela criatura. Alguns casos, de forma bastante trágica.

Página 25 - Casos na Colômbia


Página 26 - Ataques à Humanos


Página 27 - Acobertamento Governamental


Por Jackson Luiz Camargo e Carlos Alberto Machado

Sumário:

 

 

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Artigo

A região de Guánica, uma localidade no extremo sul da ilha de Porto Rico, foi uma entre tantas outras localidades porto-riquenhas assoladas pelo fenômeno Chupacabras. O ápice dos ataques deu-se em dezembro, quando numerosos animais foram vitimados na localidade. Em 7 de dezembro, várias galinhas e vacas foram encontradas mortas e sem sangue, dentro do padrão característico do estranho predador.

Mas o caso mais impressionante envolveu o que seria, talvez, o primeiro ataque à um ser humano, por parte da estranha criatura. O fato deu-se em 21 de dezembro de 1995, quando a vítima, Osvaldo Claudio Rosado, 44 anos na época, lavava seu carro, como fazia de forma rotineira. Repentinamente e sem qualquer sinal prévio, ele foi agarrado por uma criatura com pelos pretos, com aproximadamente um metro e meio de altura. Em desespero ele lutou contra a criatura, que logo saiu correndo. Em seu corpo ficaram cortes no abdome, decorrentes das garras do estranho animal.

Ataques no México

A onda de ataques de Chupacabras ocorreu de forma ainda mais intensa no México, onde o fenômeno começou a manifestar-se em fevereiro de 1996. Sem demora, os casos espalharam-se pelo país e logo surgiram casos de ataques também à humanos. Nos arredores do vilarejo de Alfonso Calderon, no estado de Sinaloa, ocorreram os casos mais emblemáticos. O caso de Juana Tizoc Montenegro e Elvira Meza é bastante interessante, embora haja informações contraditórias na Internet sobre a data real em que o fato ocorreu. Segundo algumas fontes (as mais fidedignas e possivelmente corretas) ele teria ocorrido em 15 de abril de 1996. Segundo outras, teria ocorrido em 1º de maio daquele ano. Juana, com 38 anos na época, e Elvira, com 35 anos, caminhavam num campo, nos arredores do povoado, quando viram um estranho ser, que descia planando dos céus, em completo silêncio. Juana trazia consigo um garrote (uma espécie de bastão), para se defender da misteriosa criatura, que já havia vitimado 40 ovelhas na região. Diante do aparecimento repentino da criatura, Juana desmaiou e Elvira correu gritando, em busca de ajuda. Juana sofreu uma série de mordidas e cortes em várias partes do corpo.

Um dos casos mais impressionantes é o de Teodora Ayala Reyes, ocorrido na noite de 29 para 30 de abril de 1996. Este fato, também ocorrido nos arredores de Alfonso Calderon, Sinaloa, México, causou ainda mais repercussão. Teodora, naquela época, uma dona de casa de 21 anos de idade, mãe de dois filhos. Ela encontrava-se do lado de fora de sua casa e acabou sendo surpreendida por uma estranha criatura, que produziu ferimentos na região do seu pescoço, costas e rosto, enquanto produzia um grunhido descrito por ela como horrível. Além disso, ele tinha um odor fétido muito forte.

No dia seguinte, foram encontradas pegadas de um animal de médio porte, compostas por três dedos e garras. Ela foi atendida por médicos locais, que trataram seu ferimento e ministraram vacinas preventivas ao longo de três meses.

A imprensa, que já vinha cobrindo as várias mortes de animais divulgou o caso, porém seguindo uma linha de ridicularização divulgaram a notícia de que Teodora estava com seu amante, por ocasião em que seu marido chegava em casa. Para disfarçar, teria simulado um ataque de chupacabras, na tentativa de enganar seu marido. Esta ação da imprensa, divulgando uma notícia que nunca foi confirmada, mostra um certo desespero jornalístico em encerrar o mistério do chupacabras, com o apoio das autoridades mexicanas, que já vinham tentando desacreditar os casos, explicando-os como ataques de cães selvagens. Como se não bastasse tal atitude, diante da descrença popular nessa versão da história, acabaram por colocar em dúvida as faculdades mentais de Teodora Reyes.

Outro caso mexicano de ataques de Chupacabras à humanos ocorreu dias depois, em 4 de maio, na cidade de Tiajomulco de Zúñiga, em Jalisco, México. José Angel Pulido Briseño, voltava para casa, por volta da meia noite, quando foi atacado. O animal surgiu voando e o atacou, produzindo feridas profundas no seu braço e ferimentos em outras áreas do corpo. Segundo a vítima, o animal tinha aproximadamente 80 cm de altura, com 30 ou 35 kg de peso. Sua plumagem era cinza e era muito ágil.

- “Ele pulou em mim quando o vi. Eu bati nele e me virei para correr para casa. Não tenho certeza se estava rodando ou voando [atrás de mim]. Eu não acreditei no começo. Agora, posso dizer que vi e acredito”.

Pulido mostrou duas feridas graves no antebraço direito da TV mexicana Azteca. As marcas condiziam com aquelas verificadas em alguns animais atacados e com a descrição das garras que a criatura apresentava. No dia seguinte, um novo ataque à humanos ocorreu no estado de Sinaloa. Desta vez, o fato ocorreu em Estação Vega, município de El Fuerte. A vítima, Concepción Flores, era dona de casa, tinha dez filhos e vinte netos. Foi atacada pela estranha criatura, o que a deixou debilitada e abalada psicologicamente. Após o ataque, ficou de cama, sofrendo de visível estresse pós traumático, pois acordava com frequencia, aos gritos e com muito choro.

Em 9 de maio, ocorreu outro ataque, na região de El Olmo Ejido, próximo à Victoria, estado de Tamaulipas. Naquela data, duas ovelhas haviam sido atacadas e mortas nos arredores do vilarejo. A vítima, Benjamín Zamarripa Vázquez e outros quatro amigos saíram para recolher os animais, que haviam ficado no alto de uma colina. Pouco antes da meia noite, ele voltava para casa, de bicicleta. Em dado momento, ele foi atropelado por um homem montado em um cavalo, que o derrubou. Enraivecido, ele decidiu perseguir o cavaleiro, que rapidamente se afastava do local. Foi então que ele foi golpeado nas costas, caindo ao chão.

Fiquei com raiva [do cavaleiro] e decidi segui-lo, mas não consegui alcançá-lo. Quando eu ia fechar um portão, senti o golpe nas costas e caí no chão girando. Foi tudo muito rápido, no momento em que rolei, ele me dominou, me atacou na cara. Eu pensei que ia morrer. Não era o cavaleiro que eu perseguia. Era um animal que me acertou rapidamente no rosto, com algo como asas. Eu me senti como costeletas na cara e não consegui me livrar disso. Eu senti como uma pinça, que abriu meu rosto. Eu senti o sangue no meu rosto. Meu cachorro, El Tigre, correu assustado e me abandonou. Tudo foi muito rápido e o que eu queria era fugir porque senti meu pescoço rachar. Eu não pude vê-lo porque flutuou sobre meu rosto, abriu minhas feridas e começou a drenar meu sangue. Quando bati no corpo dele, senti que tinha uma pele macia e peluda. Eu gritei: 'Socorro, socorro! Quando eu sendo atacado por ele”.

A um certo custo, Benjamin conseguiu se desvencilhar do atacante, que ensaiava um movimento de fuga. A vítima sacou um revólver calibre 22 e disparou cinco tiros, mas sem atingir a criatura.

Não sabia dizer porque era noite, mas tenho certeza que voou e a cor era escura, mas sem ser totalmente preta. Suas asas eram grandes”.

Segundo o trabalhador diarista de 32 anos, o animal era maior que um peru. Ao chegar em sua casa, a primeira coisa que ele disse para sua esposa, Guillermina Cervantes, foi:

Você não vai acreditar, mas esse animal, o chupacabra, me atacou. Meus joelhos estão feridos”.

Benjamin Vázquez conclui: “Eu não desejo isso para ninguém. Eu queria guardar isso só para mim, porque sabia que ninguém iria acreditar em mim. Muitos me visitaram em casa, alguns me acharam louco e outros acreditam em mim”.

Ataques na Costa Rica

Na Costa Rica, uma moradora do distrito de Jacó, denunciou que, no dia 7 de maio de 1996, foi agredida por um ser de asas enormes, o qual a abordou através de uma janela semi-aberta. Apresentava, em seu corpo, sinais de dois orifícios rodeados de uma marca de focinho, do tipo de uma ventosa, que havia-lhe perfurado a pele. A testemunha descreveu o atacante como um criatura humanóide de apenas 60 cm de altura, sem pêlo no corpo e tato gelatinoso.

Ataques à Humanos Também no Brasil

No livro Olhos de Dragão - Reflexões Para Uma Nova Realidade, Carlos Alberto Machado cita possíveis casos de ataques à humanos por parte do Chupacabras, por ele denominados de Intruso Esporádico Agressivo [IEA]. Alguns casos não puderam ser confirmados. É o caso de uma ou duas supostas vítimas que teriam sido internadas no Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul (PR), e outra em Araucária (PR).

Outros casos puderam ser investigados por ufólogos ou confirmados de algumas forma. Tal é o caso ocorrido em Passos, Minas Gerais, em 18 de junho de 1996, onde várias pessoas teriam sido atacadas por estranhas criaturas. O fato chegou a ser amplamente divulgado na imprensa brasileira, que relacionou a história ao mito do Lobisomem.

A vítima mais conhecida é Luciano Olimpio dos Reis, um jovem forte e musculoso e praticante de capoeira, com 22 anos de idade na época. Bem quisto na cidade, é tido como um rapaz honesto e trabalhador, muito seguro no que relata. Em entrevista ao ufólogo Marco Antonio Petit, declarou que nunca se referiu à criatura que o atacou como sendo um Lobisomem, e que tal associação foi feita apenas pela imprensa.

O fato se deu a quatro quilômetros da sede do município, quando Luciano voltava da casa de sua namorada, por volta das 23h30. Ao passar pela porteira de uma propriedade, ele ouviu um gemido forte e logo uma criatura peluda o atacou.

Segundo Luciano, tal criatura era bípede, com altura estimada em 1,80m e não tinha qualquer vestimenta. Tinha braços longos e finos, com mãos grandes e geladas. Suas pernas eram curvas e exalava um odor fétido. Seu nariz era achatado e sua boca esquisita.

Ao ser atacado, Luciano caiu ao chão e entrou em luta corporal contra a estranha criatura. Assim que conseguiu levantar foi novamente derrubado. Assim que conseguiu levantar-se novamente, ele correu em direção à cidade e o atacante começou a persegui-lo. Em dado momento, ele viu um cavalo na estrada que assustou-se com a cena e começou a correr. Para a sorte de Luciano, a criatura passou a perseguir o cavalo, permitindo que escapasse do local em segurança.

Ao chegar na cidade, Luciano foi até um telefone público e comunicou o fato à Polícia Militar. Dois policiais foram ao seu encontro e o conduziram à um pronto socorro, pois ele apresentava um ferimento na perna e arranhões pelo corpo. Segundo o médico Gamaliel Lucas Carneiro, que o atendeu, ele apresentava arranhões verticais e horizontais nas costas, tórax e braços. A polícia, ao investigar o local, não encontrou evidências da briga, encontrando apenas pegadas de animais da região. Em entrevista à Petit, ele declarou que a criatura, além de ágil e forte, era também muito resistente, pois aparentemente não sentiu os golpes dados por Luciano.

Menos de 24 horas após Luciano ter sido atacado, outro morador da cidade passou por uma experiência parecida em um local próximo de onde Luciano foi atacado.. O senhor José Fernandes Siqueira, inseminador artificial, voltava para casa de bicicleta quando, ao passar nas proximidades de uma ponte de madeira, por volta das 19h20, foi derrubado. José Fernandes também entrou em luta corporal contra a criatura. Assim que conseguiu se desvencilhar do atacante, ele correu para a bicicleta e saiu rapidamente do local, sem olhar para trás. Ao chegar em casa, ele pegou uma arma e voltou ao local, na esperança de encontrar a estranha criatura, que já tinha desaparecido. José, apesar de ferido no ataque, não procurou ajuda médica nem policial. Na manhã seguinte, ele apresentou febre, que persistiu até a manhã seguinte.

Naqueles dias, a mesma criatura foi observada em diferentes pontos do município. Marcelo Henrique de Oliveira estava em casa, na Fazenda Vicente Nogueira e viu a criatura, por volta de meia noite. Ela tinha pelagem escura andava curvada para a frente. Cachorros da fazenda perseguiam a estranha criatura, que teria sido vista também no bairro Santa Luzia.

A investigação policial, decorrente do relato de Luciano, chegou a entrevistar estas pessoas. Os policiais chegaram a prender um andarilho, chamado Zé Zito, que andava pela região. Mas como este senhor era idoso e debilitado, foi descartado seu envolvimento com o caso e ele foi libertado cinco dias depois.

Em meio à uma onda de ataques à animais, em Jardim (MS), o jovem Rogério Rocha Grance, 22 anos na época, foi atacado pela estranha criatura, em 4 de julho de 1997. Ele voltava para casa, por volta das 1:30 h, quando ao passar por um trecho sem iluminação, foi abordado por um ser peludo.

Eu vinha da casa de uma colega, sozinho, e vi uns cachorros brigando num terreno baldio. Ao chegar mais perto, percebi que não eram somente cachorros. Havia um animal diferente no meio deles. Então, no momento em que cruzei a rua, o bicho veio contra mim. Notei que era grande, possuía pêlos espalhados pelo corpo, cheirava mal e parecia selvagem, pois era muito forte. Senti que parecia uma unha comprida, um pouco fria, que me furava. Não era dente. Fiquei muito assustado, mas não acho que se tratava do Chupacabras. Com minha experiência no mato, nunca tinha visto isso antes”.

Rogério foi atacado, mas conseguiu correr em direção à sua casa. Ao chegar, sua mãe acordou, devido ao barulho que seu filho fez ao entrar em casa. Ele encontrava-se nervoso, pálido e com ferimentos no braço esquerdo. Ele foi levado ao Hospital Marechal Rondon, onde foi atendido e medicado pelo doutor Laércio, plantonista naquela noite. Posteriormente, em entrevista aos ufólogos, o médico, que é também militar, deu informações vagas sobre o atendimento e diante da insistência dos ufólogos por informações acabou por recusando-se a dar qualquer informação sobre o caso.

Lobisomens e Chupacabras… Qual a relação?

O relato de Luciano possui vários detalhes que nos remetem ao Chupacabras, ou no seu termo técnico, Intruso Esporádico Agressivo. A imprensa, por não ter conhecimento sobre esta misteriosa criatura, acabou por relacionar o agressor de Luciano ao Lobisomem. Analisando o noticiário e mesmo a cultura popular, encontramos vários outros propensos relatos envolvendo lobisomens que podem se enquadrar perfeitamente dentro da casuística Chupacabras. Estariam estes dois mistérios relacionados?

Lobisomem é tido como um mito mundial da Humanidade. Ele pode ser encontrado em várias culturas milenares do planeta e variados povos tem lendas sobre seres meio homem, meio logo. O chupacabras é também um fenômeno mundial, pois ele já foi relatado em todos os países americanos (com aparente exceção do Canadá, embora o Canadá). Já foi documentado na Europa (Portugal, Espanha, Polônia e países do leste europeu). Já foi relatado na Ásia (Rússia).

No Brasil, em 1995, um jogador de futebol, Wilson Dourado de Paula, foi protagonista de um quase ataque, próximo de sua residência, na cidade de Três Lagoas (MS). Na época, o capoeirista e ex-atacante do Comercial de Campo Grande (MS), tinha 23 anos, 1,74m de altura e um bom porte físico. Ele voltava para casa, na vila Haro, por volta da 1h30, quando a três quadras viu cães latindo em direção à um matagal. Logo ele foi surpreendido por um animal peludo, com olhos grandes e vermelhos, que andava sobre duas patas, curvado para frente. Assustado, ele saiu correndo e o misterioso ser veio atrás, em perseguição.

Era um vulto de aproximadamente 1,5m, com uma corcunda, que estava de costas para mim. De repente, ele se virou e fez menção de vir em minha direção. Eu joguei nele um tijolo e saí correndo, olhando para trás. Ele veio atrás de mim saltando feito um coelho. Os dois olhos vermelhos se destacavam no escuro. Ao chegar em uma rua iluminada, o bicho parou e foi cercado por cachorros”.

Para sua sorte, os cães cercaram a criatura, permitindo que o jogador escapasse e corresse para sua casa. Ao chegar em casa, ele pulou o portão alto de sua casa e quase arrombou a porta, devido ao pânico em que se encontrava. Ele entrou em casa, pálido e aos gritos relatou aos familiares o que havia acontecido. Sua irmã, Maria Neuza o acudiu e tentou acalmá-lo, enquanto seu cunhado, Anibal José Pedro vasculhou o quintal. O fato repercutiu nacionalmente por meio da imprensa, o que gerou piadas e gozações até o final da vida do jogador, que morreu em 2017.

Este não foi o único caso ocorrido na cidade, pois surgiram relatos semelhantes nos bairros Parque São Carlos, Vila Piloto, Vila Alegre e Paranapungá. Foram registrados ataques a animais, que resultaram na morte de galinhas e porcos. Segundo o Jornal do Povo, em um dos ataques, foram encontrados pêlos estranhos, que foram recolhidos e enviados para análise em São Paulo. O resultado dessa análise, se é que ocorreu, nunca foi revelado. Da mesma forma, o jornal informa que foram encontradas pegadas, que foram fotografadas, porém tais fotos não foram publicadas pelo jornal.

Na cidade de Canhotinho, em Pernambuco, fatos similares ocorreram nos anos de 2001 e 2009. Em 2001, uma ovelha apareceu morta na zona rural da cidade. Ele apresentava ferimentos atípicos, assustando os moradores da região. Na mesma época, Jocimar Nascimento, 16 anos na época, foi perseguido por um ser peludo, com aproximadamente 1,60m, de pelagem escura e com garras nas patas. Interessante, neste caso, é a relação entre a morte da ovelha e o avistamento da estranha criatura, com traços que remetem ao chupacabras, embora tenha sido interpretado como sendo o lobisomem. Essa relação, entre avistamento de um estranho ser, em data e local onde ocorrem mortes de animais em circunstâncias estranhas é comum, com pudemos ver ao longo destes artigos sobre o chupacabras.

Em 2009, os fatos se repetiram de maneira similar. Animais foram atacados na zona rural do município, gerando muito temor na cidade. O vigilante de uma escola chegou a ser atacado por um ser também associado ao mito do lobisomem. Após disparar um tiro na criatura, esta se afastou, fugindo do local.

O caso de Concepción del Bermejo

Um caso bem interessante envolvendo um relato de lobisomem que pode estar relacionado com o Chupacabras ocorreu na zona rural de Concepción del Bermejo, Provincia do Chaco, na Argentina. De acordo com o jornal Diario Norte, de 23 de junho de 2000, dezessete pessoas que participavam de uma reunião familiar confrontaram aquilo que definiram como um lobisomem que atacou o pequeno cão de estimação da família. Era uma criatura peluda, com pêlos escuros, dentes salientes, bípede, com pernas curvadas. Para defender o animalzinho de estimação, os familiares armaram-se de pedras e foices, cercaram e atacaram o estranho predador, que caiu desacordado. Eles levaram o estranho animal e o prenderam em uma árvore. Ao se afastar momentaneamente da criatura, se levantou com facilidade, desvencilhou-se da corda e desapareceu em meio a vegetação local. A polícia da cidade foi acionada e iniciou uma investigação sob as ordens do subcomissário De La Cruz. Foram encontrados pêlos e sangue do animal atacante que foram colhidos para análise. Aparentemente não houve divulgação dos resultados desses exames.

O Caso Grebin

O chamado Caso Grebin, ocorrido em Concórdia (SC), no dia 3 de junho de 1999, é o mais impressionante desta lista. Por volta da meia noite, o andarilho Nelson Grebin, 44 anos na época, foi atacado e morto por uma estranha criatura, em uma estrada rural do município. O corpo foi encontrado na manhã seguinte, com sinais claros de ter sido atacado por um animal predador, o que pode explicar a demora na divulgação do caso, que só ocorreu no dia 15 de junho daquele ano, pelo jornal A Notícia, de Concórdia.

O fato ocorreu entre as regiões de Linha dos Gaios e Cachimbo, 15 Km a nordeste da cidade de Concórdia. O caso foi investigado pela 14º DRP e de acordo com os peritos, a vítima teria sido morta por um animal predador de grande porte e com dentes pontiagudos. O médico legista José Carlos Bernardi exclui a possibilidade de serem leões, tigres e lobos, porém considerou a possibilidade de cães selvagens serem autores do ataque.

Laudo Pericial

O Laudo Pericial nº 099/99 revela detalhes sobre o local onde o ataque ocorreu, resultando na morte de Nelson Grebin. Vejamos sua transcrição:

Laudo pericial n° 099/99

Exame e levantamento em local de morte

Aos quatro dias do mês de junho do ano de mil novecentos e noventa e nove, os abaixo assinados peritos criminalísticos da 14/DRP de Concórdia, SC, foram solicitados pelo serviço de plantão da Delegacia de Polícia da Comarca de Concórdia para procederem a reprodução simulada em local de delito, a fim de atender a comunicação recebida via telefone.

Histórico

Aos quatro dias do mês de junho do ano de mil novecentos e noventa e nove, por volta de 7 horas, os signatários compareceram em companhia do serviço de plantão da Delegacia da Comarca, na Linha dos Gaio, onde na estrada de acesso a referida linha, aproximadamente 300m da residência do Sr. Valdemar Volpini, foi encontrado caído sem vida uma pessoa de cor branca, do sexo masculino.

Das informações

Pelas informações coletadas no local e prestadas pelos vizinhos Srs. Valdemar Volpini e Evaristo Gaio tomou-se conhecimento inicialmente de que a vítima se tratava de Nélson Grebin, trabalhador rural que prestava serviços trabalhando de diarista nas propriedades sem local de parada fixa, e que era alcoólatra. O Sr. Evaristo Gaio informou que a vítima passara em sua casa na noite anterior por volta das 20 horas e estava se dirigindo para o velório de uma pessoa falecida na comunidade naquele dia, no entanto, a vítima foi encontrada na direção contrária de onde se realizava o velório. Fomos informados ainda que a vítima havia sido encontrada pelos alunos que estavam se dirigindo para a escola com uma Kombi escolar dirigida por Ladi Dala Costa em direção a linha Cachimbo.Como havia a hipótese de se tratar de um atropelamento, recebemos a informação que naquela madrugada o único veículo que passou pelo local foi o leiteiro que recolhia o leite para a Tirol com uma caminhonete e que o mesmo normalmente passaria pelo local por volta das 4 horas da madrugada. Enquanto os trabalhos de levantamento estavam sendo realizados apareceram nas imediações alguns cachorros de grande porte que foram “tocados” do local pelos moradores antes que se aproximassem.

Do Local

A morte ocorreu na estrada de acesso à Linha dos Gaio, vindo no sentido da Linha Planalto, em estrada de terra cascalhada, em local aberto com intervisibilidade apenas a residência do Sr. Valdemar Volpini, cuja distância é de aproximadamente 300 metros. A morte ocorreu em noite de tempo bom com temperatura baixa. Conforme desenho e fotografia anexos, no chão via-se uma grande poça de sangue, que escorreu pela declividade do terreno. A partir desta formando uma figura aproximadamente circular com diâmetro de 2 metros, via-se o terreno manchado de sangue indicando que o corpo foi arrastado em círculo até cair na valeta, permanecendo 3 metros distante do local em que ocorreu a maior concentração de sangue. Não foi encontrada nenhuma arma. Dentro do círculo foi encontrado uma nota de R$5 reais e algumas moedas espalhadas, dando a impressão de que a vítima foi fortemente sacudida de um lado para outro. No local foram encontradas várias pegadas semelhantes às de cachorros de grande porte.

Da Vítima

A vítima foi encontrada seminua em decúbito ventral, vestindo apenas uma cueca de cor azul puxada para baixo, uma camisa xadrez rasgada, e as demais vestes, como a calça, o casaco e os chinelos de dedos encontravam-se totalmente rasgados, e afastados do corpo. Apresentava ferimentos de grandes proporções no pescoço, braço esquerdo, perna esquerda, orelha, face, semelhantes a lacerações provocadas por animais de grande porte. Após os levantamentos de praxe a vítima, que já se encontrava com rigidez cadavérica, foi encaminhada ao IML local.

Conclusão

Pelas análises feitas no local e após o acompanhamento dos exames de necropsia no IML, conclui-se que a vítima, que agora sabe-se chama-se Nelson Jair Grebin, de aproximadamente 45 anos de idade, segundo seu pai, foi atacada por animais de grande porte, provavelmente cachorros de proprietários residentes nas imediações pelos tipos de lesões provocadas. Era o que tinha a relatar, Concórdia, sete de junho de mil novecentos e noventa e nove.

Após ser recolhido ao IML, o corpo passou por necrópsia e o laudo resultante fornece informações interessantes. Veja a transcrição:

Auto de exame cadavérico

José Carlos Bernardi (médico legista)

Extenso edema e hematogia em região cervical anterior com laceração cervical profunda à direita subrandibular atingindo a veia jugular direita. (3) lacerações cervicais esquerdas. 1 em região anterior, outra em linha cervical média com laceração de músculo externo cleido mastoide, 1 perfuração profunda atingindo veias jugulares em região anterior do mesmo músculo. Estrutura em cartilagem cricoide.

- Laceração cervical à esquerda próxima à inserção clavicular.

- Ferimento lacerante à esquerda da cartilagem cricoide.

- Laceração em orelha esquerda.

- Laceração do couro cabeludo região temporal direita.

- Escoriações na face.

- Laceração em 1/3 médio e inferior do braço esquerdo.

- 1/3 médio e superior. Antebraço esquerdo tórax, abdômen, escroto, pênis, 1/3 médio e superior da coxa esquerda 1/3 médio e inferior da perna esquerda do joelho esquerdo.

Se houve morte? Sim

Qual a causa da morte? Esceração cervical, choque hipovolêmico

Qual o instrumento ou meio que produziu a morte? Animal cachorro

Se foi produzida por meio de veneno, fogo, explosivo, asfixia ou tortura, ou por outro meio insidioso ou crucial? Não



Conforme se observa nos laudos acima, existem detalhes que não podem ser explicados de forma precisa. Os policiais ficaram muito intrigados com o cenário onde o crime ocorreu e pela forma como o corpo se encontrava. O médico legista não conseguiu determinar se os ferimentos de Grebin foram causados por um ou mais animais.

O corpo apresentava cortes profundos, com três filetes, indicando garras com três dedos, padrão típico observado também nas vítimas de chupacabras. Além disso, ele tinha ferimentos profundos no pescoço, também em tamanho e formato semelhantes ao de vítimas do chupacabras.

Além dos ferimentos e das condições do corpo, que se assemelham à outras vítimas de ataques de chupacabras, existem relatos de pessoas que viram uma estranha criatura na mesma região. Na mesma noite, Vitalino Fochesatto, agricultor na cidade vizinha de Irani, ouviu mugidos estridentes de um terneiro que apareceu morto na manhã seguinte. O animal tinha cortes e furos no corpo e estava aparentemente sem sangue. O veterinário José Luiz Leão Marques, da EPAGRI, de Concórdia, examinou o terneiro e afirmou que o ataque era obra de cães ou javalis, embora não tenham evidências apontando para estes animais.

Na quarta feira seguinte, 9 de junho, Eva Venâncio, moradora da região de Cachimbo, viu um ser estranho, que tinha aproximadamente 70 cm de altura e cauda longa. O vizinho de Eva, Elias Savoldi não viu a criatura, mas dois terneiros de sua propriedade sumiram sem deixar vestígios. Além disso, um taxista viu três criaturas estranhas, na beira de uma estrada. Ao serem iluminados pelos faróis do veículo, estes se esconderam no mato.

A polícia ignorou tais relatados sobre criaturas anômalas na região. Soma-se a isso o detalhe de o fato não ter sido divulgado à imprensa assim que ocorreu. Somente onze dias depois ele foi finalmente noticiado. Isso se explica pela própria estranheza do caso e o receio do que dizer à imprensa, pois os relatos de ataques à animais e avistamento de estranhas criaturas já eram de conhecimento público local. Eles sabiam que precisavam apresentar respostas claras à população de modo que acalmasse a população, evitando que se alarmassem ainda mais.

Em 9 de julho de 1999, o veterinário Joares Adenilson May Júnior enviou uma carta ao Centro de Investigação e Pesquisa Exobiológica (CIPEX), comentando o caso. Ele, que é especialista em animais silvestres, tem opiniões diferentes dos peritos policiais e emitiu um parecer dentro de sua área profissional. Confira a transcrição de sua carta:

Joinville SC, 09 de julho de 1999.

Venho através desta, trazer-te não um parecer, mas sim uma reflexão. Mando em anexo um xerox sobre um ser humano estranhamente morto", que a imprensa de São Paulo fez várias reportagens. Quanto ao verdadeiro motivo da morte, não tenho certeza, Vai junto também um resumo que fiz sobre vários casos ditos por "chupa-cabras", que consegui apanhar através de várias revistas e jornais de Santa Catarina e outros estados. Envio também uma matéria da revista "Clínica Veterinária”, sobre a atuação de grandes predadores no Brasil.

Peço que não tires conclusões apressadas, este material é só para te mostrar mostrar que existem vários casos estranhos sem conclusão, e que se deve sempre apegar às provas para poder solucionar os casos. Não te esqueças que um bom resultado de um correto "diagnóstico" é evitar que o problema se manifeste novamente, pois em algumas regiões perdem-se vários animais por 'predadores', ou mesmo como neste caso, vida humana. Vou comentar as fotos por sua aparente lógica, começando pelas fotos da cena do ocorrido, até chegar às do corpo.

Pelas três fotos da cena do caso, notei um matagal numa lateral, e um milharal no outro, presumo ser um bom local para uma emboscada, que geralmente é feita por felinos, já que canídeos tem por tática uma perseguição. Mas pelo que soube não foram encontradas pegadas de felinos e sim de canídeos. Creio que foram três agressores.

A pessoa foi atacada primeiro no antebraço, tendo o animal puxado-lhe a jaqueta. Como esta deveria estar aberta, a pessoa deu as costas para o animal, o que fez com que a jaqueta fosse arrancada com a manga parcialmente destruída.

Nisso, um animal tentou agredir-lhe o pescoço, tendo a vítima colocado o braço para se defender, causando-lhe lesões no mesmo, A pessoa caiu e ficou se defendendo, inicialmente no local, depois começou a se debater e girar para se defender. Já começava a perder muito sangue, o qual começou a formar um semicírculo no chão. Quando, aparentemente, a vítima já se encontrava quase sem forças, outro animal atacou-lhe a perna esquerda, na altura da região posterior do joelho, arrancando a perna da calça pelo lado correto da roupa. Como a calça estava com o zíper e o botão fechados, ao tracioná-la, desceu-se parcialmente a cueca, e assim que a vítima diminuiu a resistência, a perna direita da calça saiu com facilidade. O animal não soltou a roupa, fazendo com que somente a perna esquerda fosse retirada pelo avesso e, como vi um chinelo só, presumo que o outro ficou dentro da calça, E estranho que o animal tenha puxado em direção ao mato e não à estrada, onde seria mais fácil atacar a "presa", que quase não apresentava resistência. Geralmente, felinos atacam sozinhos e cães em matilha. A forma como arrancou as calças parece a de cão, que se firma nos quatro membros e ataca com os dentes, felino por sua vez, ataca com os dentes os dois membros anteriores. As marcas na pena esquerda, ao lado do joelho e na lateral da canela, parecem marcas de garras, mas lateralmente, na coxa esquerda, parecem dentadas.

Quando a vítima foi atacada nas pernas, não se debateu muito, pois sua região glútea do lado esquerdo está limpa, mostrando que não ficou de barriga para cima e não tentou coicear o animal, o que seria a tendència natural de defesa.

No braço esquerdo, há marcas de dentadas, assim como na porção esquerda das costelas. Pela altura da mordida no braço, parece que defendeu a região do pescoço de um "bote", porém a lesão maior, próxima à axila, é estranha para mim.

Quanto ao pescoço, são várias mordidas com muitas perfurações, porém, algumas perfurações são de caninos muito grandes, mas, pelas marcas das lacerações, é difícil precisar o tipo de animal, através das fotos.

Um fato comum em ataques de animais é a abertura da região ventral ou mesmo o consumo de carne, porém, como a vítima é humana, e em ataques a humanos normalmente não há consumo de carne (digamos que temos um gosto ruim), pode ter sido um animal com fome que, ao sentir o sabor, desprezou a vítima.

Mas se não foi um animal com fome, e sim um territorialista, estaria quase nula a possibilidade de mais de um animal, a não ser que sejam cães que se tornaram selvagens, e cães de grande porte e muita força, pois é rara a associação destes com felinos. E, caso tenha sido territorialismo, por que outras pessoas ou animais nas proximidades não foram atacados? Quando são cães de fazendeiros, tendem a atacar na área da sede da propriedade, pois este é o seu território.

Caso não seja nenhum desses motivos, o que levaria um animal, ou animais, a atacar uma pessoa, ao que me parece alcoolizada, entre 4h30min e 7h. da manhã? Não deves esquecer que o animal, quando encontra o ser humano, procura fugir, a não ser que esteja com fome, ou a presa está invadindo seu território.

Porém, pode ter sido apenas um bando de animais, sem nada para fazer, que saiu para "curtir" a noite, e mataram o bêbado apenas por diversão. Seria um caso de animal que absorveu o comportamento estúpido dos seres humanos, porém nós queimávamos somente os índios bêbados em Brasília, não é mesmo?

Posso estar enganado, é bom até que procures outras opiniões; e se estiver completamente enganado, o que o matou?

Joares Adenilson May Júnior

A análise do veterinário foi muito bem embasada e detalhista e por ela entende-se por quê cães e felinos não podem ser imediatamente culpados pelo ataque que resultou na morte de Grebin. O Caso Grebin é apenas um caso que veio à público. Quantos outros casos semelhantes não chegaram ao conhecimento público, tanto no Brasil quanto em outros países? Percebe-se uma insistência das autoridades em acobertar as mortes de animais causadas pelo chupacabras, e assim sendo, mortes de seres humanos por causas semelhantes devem ser ainda mais preocupantes, demandando ainda mais sigilo.



Auto de exame cadavérico, revelando detalhes do estado do corpo da vítima possivelmente atacada pelo Chupacabras.

Página do laudo pericial, descrevendo o fato e o cenário onde ocorreu.

Corpo da vítima, encontrado no local e registrado pela polícia. [arquivo Joares Adenilson May Junior]

Corpo da vítima, encontrado no local e registrado pela polícia. [arquivo Joares Adenilson May Junior]

Corpo da vítima, encontrado no local e registrado pela polícia. [arquivo Joares Adenilson May Junior]

Corpo da vítima, encontrado no local e registrado pela polícia. [arquivo Joares Adenilson May Junior]

Corpo da vítima, encontrado no local e registrado pela polícia [arquivo Joares Adenilson May Junior]

Detalhe das feridas (perfurações) no pescoço da vítima em ambos lados da cabeça [arquivo Joares Adenilson May Junior]
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Detalhe das feridas (perfurações) no pescoço da vítima em ambos lados da cabeça [arquivo Joares Adenilson May Junior]

Detalhe das feridas (perfurações) no pescoço da vítima em ambos lados da cabeça [arquivo Joares Adenilson May Junior]

Detalhe das feridas (perfurações) no pescoço da vítima em ambos lados da cabeça [arquivo Joares Adenilson May Junior]
A Evolução do Fenômeno
O fenômeno Chupacabras surgiu oficialmente em Porto Rico, em 1995. Porém, antes disso já havia relatos de mortes de animais e estranhos predadores circulando no país. Após surgir, ou ressurgir em Porto Rico o fenômeno rapidamente se espalhou para outros países vitimando milhares ou milhões de animais e até seres humanos.

O Caso do Vampiro da Moca
Em 1975, ocorreu uma onda de mortes de animais em circunstâncias estranhas na região de Moca, Porto Rico. Hoje, décadas depois, o mistério permanece.

Casos em Porto Rico e Outros Mistérios
Em 1995, ocorreu uma grande onda de mortes de animais em circunstâncias estranhas. Não demorou e surgiram relatos sobre uma estranha criatura na ilha.

Casos no México
O México foi o segundo ou terceiro país a registrar ataques do Chupacabras, e ali o predador se mostrou ainda mais voraz e agressivo do que em Porto Rico. E assim como na pequena ilha caribenha, o México já havia experimentado rápidos e misteriosos ataques anos antes.

Casos Mexicanos Mais Recentes
O México foi o segundo ou terceiro país a registrar ataques do Chupacabras, e ali o predador se mostrou ainda mais voraz e agressivo do que em Porto Rico. E mesmo décadas depois, o fenômeno ainda continua vivo no país.

Casos em Países da América Central
Os vários países da América Central foram palco de ataques de Chupacabras entre 1995 e 2020.

Ataques de Chupacabras no Estado do Paraná.
Entre 1997 e 1999, o Estado do Paraná foi palco de várias dezenas de ataques do Chupacabras, que resultaram na morte de várias centenas de animais de criação

Relatório de Carlos Alberto Machado
Estranhas mortes de animais na região metropolitana de Curitiba. Apesar das negativas oficiais das autoridades existem evidências fortes indicando que os ataques tem origem em um animal não catalogado pela Ciência.

Sitiante Viu Tudo e Desmente Laudo
Carlos Messner, dono de vários animais atacados pelo Chupacabras denuncia acobertamento governamental.

O Caso de Ortigueira (PR)
O Caso de Ortigueira é um caso impressionante. Sessenta e seis ovelhas foram mortas e empilhadas em duas pilhas de 33 ovelhas cada, dentro do próprio aprisco, próximo à casa do proprietário.

Casos Ocorridos em 1999, no Paraná
Um impressionante caso de ataque de Chupacabras em área urbana e densamente povoada, ocorrido na periferia da cidade de Curitiba (PR), em 1999.

A Volta do Chupacabras?
Estranhas mortes de animais ocorridas na região de Curitiba. Seria a volta do Chupacabras ou ataque de animal predador comum?

Chupacabras no Estado de São Paulo
O Estado de São Paulo registrou dezenas de casos com várias centenas de animais mortos, dentro da onda de ataques do Chupacabras, em 1997.

O Caso da Praia Grande (SP)
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO Especial, edição 19, de setembro de 1997.

Ataques no Estado de São Paulo em 1999
Em 1999, ouve uma pequena onda de ataques atribuídos ao Chupacabras em diferentes localidades do estado de São Paulo.

Estranho Animal Ataca em Canoinha (SC)
Transcrição de Reportagem do Jornal O Planalto, de 1 de agosto de 1997.

Ataques de Chupacabras no Mato Grosso do Sul
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO, edição 53, de setembro de 1997.

Ataques no Rio de Janeiro se Confundem com Mutilação
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO, edição 53, de setembro de 1997.

Matanças Caninas em Série
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO, edição 53, de setembro de 1997.

Alienígenas Predadores: A Face Sinistra da Ufologia
Transcrição de artigo, publicado na Revista UFO, edição 53, de setembro de 1997.

Casos no Chile
O Chile foi outro país que registrou, durante anos, uma grande incidência de ataques do misterioso Chupacabras.

Casos na Argentina
Diferentes de outros países sul-americanos, os casos de Chupacabras se confundem com as misteriosas mutilaçoes de gado associadas ao fenômeno UFO.

Casos no Paraguai
Em todos os países da América Latina foram registrados ataques de Chupacabras. No Paraguai não foi diferente. Numerosos animais foram vitimados ali, pela estranha criatura.

Casos Ocorridos nos Estados Unidos
Nos Estados Unidos também foram registrados casos de ataques de Chupacabras. Porém, o país agiu de forma eficiente acobertando fatos e ridicularizando o tema.

Casos na Colômbia
Em 2016, uma onda de ataques ocorreu na Colombia, vitimando centenas de animais de criação.

Ataques à Humanos
Em vários países onde o Chupacabras se manifestou, diversas pessoas tiveram a desagrável experiência de serem atacadas pela criatura. Alguns casos, de forma bastante trágica.

Acobertamento
Em todos os países onde o Chupacabras se manifestou ocorreu um processo de acobertamento e ridicularização de fatos, por parte de autoridades, além de manobras de capturas, realizadas por militares. Muitas delas com sucesso.

Registros Fotográficos de Estranhos Animais
Ao longo das ondas de ataques de Chupacabras surgiram fotografias que seriam registros fotográficos do estranho animal. Embora tais registros não sejam irrefutáveis, apresentamos aqui os mais importantes.

Hipóteses e Teorias Sobre Chupacabras
Ao longo das ondas de ataques de Chupacabras surgiram fotografias que seriam registros fotográficos do estranho animal. Embora tais registros não sejam irrefutáveis, apresentamos aqui os mais importantes.

Padrões e Características em Ataques de Chupacabras
Conheça as diferenças entre ataques de predadores convencionais e aqueles registrados em casos de ataques de Chupacabras.

Análises Laboratoriais
Detalhes sobre análises laboratoriais realizadas em pêlos e fezes de animais estranhos, coletadas em locais de ataque de Chupacabras.

Entrevista com Fernando Grossman
Durante a realização do IV EXPO-UFO (Exposição Ufológica do Guarujá – SP), realizada em 19 e 20 de julho de 1997, Fernando Grossman concedeu uma entrevista ao ufólogo Carlos Alberto Machado.

Entrevista com Madelyne Tolentino
Madeline Tolentino é testemunha visual do Chupacabras em Porto Rico. Foi a primeira pessoa a relatar publicamente ter avistado a estranha criatura.

Entrevista com Daniel Pérez
Daniel Pérez é uma das principais testemunhas de Chupacabras de Porto Rico. Ele foi entrevistado pelo ufólogo Jorge Martin.

Comentários (3)

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Alexandre Takaoka (Londrina, Brazil) diz...
Parabéns pela pesquisa. aguardo novas informações!
15 September 2018 03.10
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Fernando Oliveira diz...
Deve ser consequência de mais uma ação da lava-jato. Tem todas as características: Onde passa, arrasa tudo.
29 June 2018 18.42
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Marcos diz...
Arrasa com a bandidagem, viva a Lava-Jato!
22 September 2019 13.31
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Referências:

- Livros
  • MACHADO, Carlos Alberto. Olhos de Dragão - Reflexões para uma nova realidade. Curitiba: Aramis Chain, 2001.
  • MACHADO, Carlos Alberto. Estranha Colheira. Mutilações humanas do insólito. São José dos Pinhais, 2018.

 


- Boletins
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- Artigos de Revistas
  • MARTIN, Jorge. Chupacabras: aliens ou aberração genética?. Revista UFO, p. 12-14, agosto de 1996.
  • MARTIN, Jorge. Uma teoria: Intercâmbio genético por emissões eletrônicas. Revista UFO, p. 17, agosto de 1996.
  • MONDINI. Animal desconhecido encontrado mutilado em São Paulo. Revista UFO, p. 20, agosto de 1996.
  • STIEVEN, Mauren. Novos ataques no Mato Grosso do Sul. Revista UFO, p. 27 à 31. , Setembro de 1997.
  • EQUIPE NPU. Mortes de animais geram polêmica. Revista Fatos & Mistérios, p. 36 à 39. Novembro de 1997.
  • SIERRA, Javier. Novos ataques da criatura no Caribe. Revista UFO nº 50, p. 21 à 24. Abril de 1997.
  • MACHADO, Carlos Alberto. Chupacabras. Revista UFO nº 66, p. 37 à 45. Agosto de 1999.
  • EQUIPE CIPEX. Esclarecimentos que nada esclarecem. Revista UFO nº 66, p. 41 e 42. Agosto de 1999
  • EQUIPE CIPEX. Militar fala sobre Chupacabras. Revista UFO nº 66, p. 43. Agosto de 1999
  • SAN MARTIN, Paulo. Chupa-cabras. Que bicho é esse? Revista Extra nº1, p. 4 à 5. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Episódios com o bicho causam alvoroço nacional. Revista Extra nº1, p. 6 à 7. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Ovelhas mortas: é o início da história. Revista Extra nº1, p. 8 à 12. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Sitiante viu tudo e desmente o laudo. Revista Extra nº1, p. 13 à 14. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Bicho aparece, deixa pistas e ganha forma. Revista Extra nº1, p. 18 à 20. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Chupa-cabras deixa seus rastros na terra. Revista Extra nº1, p. 21 à 22. Agosto de 1997.
  • EQUIPE CEPEX. Animal anda rebolando e é visto por tratorista. Revista Extra nº1, p. 23 à 25. Agosto de 1997.
  • MONDINI. Histórico: Porto Rico exporta Chupacabras para o mundo. Revista UFO Especial, 19. p. 6 à 9. Setembro de 1997.
  • SCHELLHORN, Cope. Fenômeno causa terror e polêmica no Caribe. Revista UFO Especial, p. 10 à 13. Setembro de 1997.
  • MONDINI. Epidemia: Ação devastadora do Chupacabras chega ao Brasil. Revista UFO Especial, p. 14 à 18. Setembro de 1997.
  • MONDINI. Mutilações misteriosas se proliferam sem explicação. Revista UFO Especial, p. 20 à 22. Setembro de 1997.
  • ATHAYDE, Reginaldo. Alienígenas predadores: A face sinistra da Ufologia. Revista UFO Especial, p. 23 à 25. Setembro de 1997.
  • BARBOSA JUNIOR, Orlando. Ataques no Rio de Janeiro se confundem com mutilação. Revista UFO Especial, p. 26 à 33. Setembro de 1997.
  • SUENAGA, Claudio. Chupacabras em constante processo de evolução. Revista UFO Especial, p. 36 à 40. Setembro de 1997.
  • VILA NOVA, Jamil. Estranho ataque investigado no litoral paulista. Revista UFO Especial, p. 34 e 35. Setembro de 1997.
  • COVO, Claudeir. Ataques deliberados da criatura desconhecida. Revista UFO Especial, p. 41 e 42. Setembro de 1997.
  • MONDINI. Chupacabras. Revista UFO. nº67. p. 40 à 48. Setembro de 1999.
  • MOORE, Simon. Revista Inexplicado, nº 2 p. 34 e 35.,

 


- Documentos Oficiais
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- Vídeos e Documentários

 


- Sites e Blogs

 


- Outros
  • https://pr.ricmais.com.br/seguranca/noticias/mais-de-50-aves-tem-coracoes-arrancados-em-curitiba/
  • https://redemassa.com.br/tribuna-da-massa-3/2018/03/07/ataque-as-galinhas-continua-um-misterio-15392/v/
  • https://tnonline.uol.com.br/noticias/mundo-bizarro/64,461579,02,03,sessenta-aves-tem-coracao-arrancado-em-galinheiro-no-parana.shtml
  • http://www.fatimanews.com.br/brasil/60-aves-sao-mortas-e-tem-coracao-arrancado/185746/
  • https://massanews.com/noticias/plantao/misterio-60-aves-sao-mortas-e-tem-coracao-arrancado-7m8x6.html
  • https://www.bemparana.com.br/noticia/sessenta-aves-sao-mortas-e-tem-o-coracao-arrancado-no-bairro-alto-
  • http://www.bandab.com.br/cidades/60-aves-tem-coracao-arrancado-em-galinheiro-no-bairro-alto-para-vizinhos-e-um-misterio/
  • http://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/mais-de-50-galinhas-sao-mortas-em-suposto-ritual-e-caso-macabro-assusta-dona-de-viveiro/
  • http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-2edicao/videos/t/edicoes/v/misterio-morte-de-aves-e-ovelhas-intriga-moradores-de-sao-jose-dos-pinhais/6624129/
  • https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/caseiro-faz-armadilha-e-captura-caes-que-mataram-dezenas-de-animais-em-sitios.ghtml
  • http://pautasjp.com/2017/noticia.php?nid=4262
  • http://olharanimal.org/morte-misteriosa-de-animais-intriga-moradores-de-sao-jose-dos-pinhais-pr/
  • https://www.bemparana.com.br/noticia/caes-suspeitos-pela-morte-de-varios-animais-sao-levados-para-centro-de-zoonoses